Um senhor de idade avançada estava cuidando da planta com todo o carinho, quando um jovem aproximou-se dele e perguntou:
Que planta é esta que o senhor está cuidando ?
É uma jabuticabeira - respondeu o senhor.
E ela demora quanto tempo para dar frutos ?
elo menos uns 15 anos - informou o senhor.
E o senhor espera viver tanto tempo assim ? Indagou irônico o rapaz.
Não, não creio que viva mais tanto tempo, pois já estou no fim da minha jornada - disse o ancião.
Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?
Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas se todos pensassem como você...
Esta parábola é muito interessante para refletirmos no fazer o presente pensando no futuro.
Como você vê o seu presente?
Um emaranhado de prazos e clientes cobrando soluções?
Você quer um futuro mais promissor de trabalho e rentabilidade?
Não se trata de promessas.
A ideia é resolver o que precisa ser resolvido agora e planejar o futuro.
Você não pode parar de fazer os prazos para planejar. Mas, pode planejar depois de fazer os prazos. Pode passar para alguém os prazos ou petições de andamento para ter mais tempo de planejamento.
Ah!Entendi. Você trabalha sozinho ou sua equipe não é hábil para que se deleguem estas tarefas.
Bem, neste caso, só sobrou você. Mãos a obra. Chega de sábados e domingos.
O momento é de você assumir a rédea da situação.
Você deve ter momentos de lazer, contudo muitos deles podem ser privados por um tempo (e não como rotina ou eternamente) para planejamento.
O planejamento é fundamental.
Estamos próximos do final do ano.
Estamos próximos do recesso forense.
Estamos próximos de Janeiro e Fevereiro...
Tempo de praia.
Tempo de calor.
Tempo descanso...
Se você quer se destacar, então é tempo de:
Planejar,
Começar a executar,
E principalmente corrigir.
Ou seja,
Planeje seu crescimento.
Execute atitudes concretas, por menores que sejam.
Corrija eventuais falhas.
E livre-se de pessoas ao seu redor que não compartilhem o seu sonho ou não saibam trabalhar.
Se você quer plantar jabuticabeiras, deve entender que primeiro deve revolver a terra, aduba-la, plantar e depois regar.
No escritório vale a mesma regra:
Mude as pessoas que não servem (revolver a terra);
Coloque pessoas comprometidas com o seu negócio (adube);
Coloque o planejamento em execução (plante);
Verifique e corrija o planejado (regue);
Depois de tudo feito, responda a pergunta original:
Qual a sua vantagem nisto?
A resposta é o balizador das tuas decisões.
por: JG AMARAL
sábado, 31 de outubro de 2009
Como você encara o trabalho em equipe?
Tanto quem já atua no mercado de trabalho, quanto os marinheiros de primeira viagem, que iniciam agora sua trajetória profissional, sabem que o trabalho em grupo requer algum esforço de seus integrantes.
Lembre-se que, além do conhecimento técnico comprovado, seu comportamento é determinante neste ambiente. Por esse motivo, você deve evitar atritos e zelar pela boa convivência. Portanto, questione-se: como você se comporta diante do seu grupo de trabalho?
Caso chegue à conclusão de que seu desempenho nesse aspecto não tem sido dos melhores, seguem abaixo algumas dicas. Porém, se você se avaliou positivamente, lembre-se que é sempre possível melhorar. Portanto, mãos à obra!!!
Aceite as diferenças
Este é o primeiro ponto. Embora seja óbvio, às vezes esquecemos que cada integrante do grupo tem o seu perfil. Respeitando-se esse princípio e sabendo-se assimilar essas diferenças como peças a serem agrupadas, fica mais fácil encarar o trabalho em equipe.
A idéia, como sempre, é bem mais fácil na teoria do que na prática. Por isso, esteja preparado para superar alguns problemas e siga em frente.
Não misture vida pessoal com profissional
Evite se envolver muito na vida pessoal de seus companheiros de equipe, a não ser que esteja fazendo isso para ajudar alguém em apuros. O princípio é não fazer com que possíveis problemas pessoais venham a interferir no ambiente de trabalho.
A dica é válida para aqueles desentendimentos inexplicáveis que ocorrem num encontro informal num fim de semana, por exemplo, e que são levados para a empresa na segunda-feira. Lembre-se que ninguém tem nada a ver com isso!
Atenção às críticas
Seja bastante cuidadoso ao julgar seu colega de trabalho. Mesmo que considere essa medida construtiva em certas ocasiões, tenha muito critério ao optar por esse caminho. Verifique se existe necessidade real e espaço para isso.
O principal, neste ponto, é ter a consciência de que não existe a perfeição. Portanto, antes de criticar tanto o trabalho alheio, observe o seu!
Seja atuante
É comum que, em uma equipe, alguns profissionais se destaquem mais do que outros, em razão de suas aptidões e suas afinidades para determinadas tarefas. Isso faz com que alguns integrantes se acomodem, deixando o trabalho para os "destaques" da equipe, escondendo-se atrás deles.
Mesmo que você não tenha o destaque que gostaria, é importante demonstrar real interesse pelas atividades do grupo. Procure fornecer apoio ao serviço executado. Sempre há algo a fazer para quem realmente está interessado em trabalhar. As tarefas nunca se esgotam. Por isso, combata sua acomodação.
Acima de tudo, dialogue!
A frase "conversando é que se entende" diz tudo. Não há maneira melhor de conciliar as diferenças do que a preocupação em manter o diálogo. Para isso é preciso também saber ouvir e ter uma dose extra de paciência e tolerância, já você poderá não gostar do que irá escutar.
Tenha equilíbrio e coerência suficientes para expor suas idéias, mas lembre-se que nem sempre seu ponto de vista estará correto, ou prevalecerá diante do grupo. Porém, é importante que você se posicione, caso contrário assumirá sempre a postura de ceder, o que não é nada saudável.
Experiência leva ao crescimento
Driblando as dificuldades, você poderá aprender com elas. Lembre-se que trabalhar em grupo, mesmo que muitas vezes pareça desgastante, oferece uma grande oportunidade de crescimento.
Utilize esta ferramenta a seu favor. Em uma empresa, a convivência com pessoas que agem e pensam de uma forma diferente que a sua é um fato. Por isso, faça desta dificuldade uma escola. Prepare-se para lidar com grupos e agir corretamente visando bons resultados. Lembre-se que tudo isso representará mais uma pontuação em seu currículo!
Info Pessoal - Newsletter Administradores
Lembre-se que, além do conhecimento técnico comprovado, seu comportamento é determinante neste ambiente. Por esse motivo, você deve evitar atritos e zelar pela boa convivência. Portanto, questione-se: como você se comporta diante do seu grupo de trabalho?
Caso chegue à conclusão de que seu desempenho nesse aspecto não tem sido dos melhores, seguem abaixo algumas dicas. Porém, se você se avaliou positivamente, lembre-se que é sempre possível melhorar. Portanto, mãos à obra!!!
Aceite as diferenças
Este é o primeiro ponto. Embora seja óbvio, às vezes esquecemos que cada integrante do grupo tem o seu perfil. Respeitando-se esse princípio e sabendo-se assimilar essas diferenças como peças a serem agrupadas, fica mais fácil encarar o trabalho em equipe.
A idéia, como sempre, é bem mais fácil na teoria do que na prática. Por isso, esteja preparado para superar alguns problemas e siga em frente.
Não misture vida pessoal com profissional
Evite se envolver muito na vida pessoal de seus companheiros de equipe, a não ser que esteja fazendo isso para ajudar alguém em apuros. O princípio é não fazer com que possíveis problemas pessoais venham a interferir no ambiente de trabalho.
A dica é válida para aqueles desentendimentos inexplicáveis que ocorrem num encontro informal num fim de semana, por exemplo, e que são levados para a empresa na segunda-feira. Lembre-se que ninguém tem nada a ver com isso!
Atenção às críticas
Seja bastante cuidadoso ao julgar seu colega de trabalho. Mesmo que considere essa medida construtiva em certas ocasiões, tenha muito critério ao optar por esse caminho. Verifique se existe necessidade real e espaço para isso.
O principal, neste ponto, é ter a consciência de que não existe a perfeição. Portanto, antes de criticar tanto o trabalho alheio, observe o seu!
Seja atuante
É comum que, em uma equipe, alguns profissionais se destaquem mais do que outros, em razão de suas aptidões e suas afinidades para determinadas tarefas. Isso faz com que alguns integrantes se acomodem, deixando o trabalho para os "destaques" da equipe, escondendo-se atrás deles.
Mesmo que você não tenha o destaque que gostaria, é importante demonstrar real interesse pelas atividades do grupo. Procure fornecer apoio ao serviço executado. Sempre há algo a fazer para quem realmente está interessado em trabalhar. As tarefas nunca se esgotam. Por isso, combata sua acomodação.
Acima de tudo, dialogue!
A frase "conversando é que se entende" diz tudo. Não há maneira melhor de conciliar as diferenças do que a preocupação em manter o diálogo. Para isso é preciso também saber ouvir e ter uma dose extra de paciência e tolerância, já você poderá não gostar do que irá escutar.
Tenha equilíbrio e coerência suficientes para expor suas idéias, mas lembre-se que nem sempre seu ponto de vista estará correto, ou prevalecerá diante do grupo. Porém, é importante que você se posicione, caso contrário assumirá sempre a postura de ceder, o que não é nada saudável.
Experiência leva ao crescimento
Driblando as dificuldades, você poderá aprender com elas. Lembre-se que trabalhar em grupo, mesmo que muitas vezes pareça desgastante, oferece uma grande oportunidade de crescimento.
Utilize esta ferramenta a seu favor. Em uma empresa, a convivência com pessoas que agem e pensam de uma forma diferente que a sua é um fato. Por isso, faça desta dificuldade uma escola. Prepare-se para lidar com grupos e agir corretamente visando bons resultados. Lembre-se que tudo isso representará mais uma pontuação em seu currículo!
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O sucesso não cai de pára-quedas !!!!
Um homem responsável pela própria sorte foi Ranulf Flambard. Ele construiu a Torre de Londres e teve a infelicidade de ser o primeiro homem encarcerado naquela que era considerada uma fortaleza inexpugnável; mas ele escapou porque, como arquiteto, conhecia uma saída secreta.
Quando se estudam as pessoas de sorte, um fato salta aos olhos: sua perspectiva otimista, que as faz trabalhar com mais afinco e inteligência para conseguir o que querem e também por possuir um tipo de personalidade que faz os outros terem vontade de lhes oferecer oportunidades.
Pesquisadores da Universidade de Hertfordshire convidaram cinqüenta pessoas que se consideravam pessoas de sorte e outras cinqüenta que se consideravam azaradas a tomar parte de um teste de “sorte” em computador: cada um devia escolher cara ou coroa quando uma moeda era lançada para o alto na tela.
Com a análise dos resultados, chegou-se a uma conclusão interessante: a média era mais ou menos a mesma, portanto os que se consideravam afortunados não tinham mais sorte do que os que se consideravam infelizes.
O estudo concluiu que o que faz as pessoas se considerarem afortunadas é sua atitude positiva e que esse comportamento contribui para que se esforcem mais na busca de suas metas e as pessoas que se lembram mais de episódios tristes e ruins tendem a cometer erros ou desistir.
O primeiro romance de John Grisham intitulado “Tempo de Matar” foi rejeitado por 16 agentes e 12 editoras e quando finalmente a Wynwood Press resolveu publicar 5.000 exemplares em 1989, as vendas foram muito fracas. Esse mesmo escritor tornou-se o bem-sucedido autor de “O Dossiê Pelicano”, um grande sucesso de vendas transformado em filme em 1996.
Terminado o almoço, o editor apertou a mão da autora e disse: “Livro para crianças não dá dinheiro, Jô”. Estou falando da escritora Joanne Rowling que naquele momento havia escrito Harry Potter e a Pedra Filosofal que no ano seguinte já recebia seu primeiro milhão de dólares em direitos autorais e que depois a este milhão tem somado vários milhões por ano e seus livros são sucesso em todo o mundo e transformados em filmes de sucesso mundial de bilheterias.
E o que dizer de Elvis Presley que estudou música na Humes Hugh School em Memphis, Tennessee, EUA. O professor lhe deu conceito C e aconselhou-o a desistir de cantar. Elvis tornou-se o rei do rock”n roll, vendendo mais de 600 milhões de discos até sua morte em 1977 e seus cd’s continuam vendendo milhões mesmo todos esses anos após sua morte.
Todos esses exemplos podem ter sorte como pano de fundo, mas o ingrediente principal chama-se atitude e o foco é ter o pensamento positivo e estar sempre pronto para agir. O sucesso não cai de pára-quedas no quintal de ninguém. A sorte até existe, mas na verdade é aquilo que sobra de dedicação e esta tem nome: trabalho!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Quando se estudam as pessoas de sorte, um fato salta aos olhos: sua perspectiva otimista, que as faz trabalhar com mais afinco e inteligência para conseguir o que querem e também por possuir um tipo de personalidade que faz os outros terem vontade de lhes oferecer oportunidades.
Pesquisadores da Universidade de Hertfordshire convidaram cinqüenta pessoas que se consideravam pessoas de sorte e outras cinqüenta que se consideravam azaradas a tomar parte de um teste de “sorte” em computador: cada um devia escolher cara ou coroa quando uma moeda era lançada para o alto na tela.
Com a análise dos resultados, chegou-se a uma conclusão interessante: a média era mais ou menos a mesma, portanto os que se consideravam afortunados não tinham mais sorte do que os que se consideravam infelizes.
O estudo concluiu que o que faz as pessoas se considerarem afortunadas é sua atitude positiva e que esse comportamento contribui para que se esforcem mais na busca de suas metas e as pessoas que se lembram mais de episódios tristes e ruins tendem a cometer erros ou desistir.
O primeiro romance de John Grisham intitulado “Tempo de Matar” foi rejeitado por 16 agentes e 12 editoras e quando finalmente a Wynwood Press resolveu publicar 5.000 exemplares em 1989, as vendas foram muito fracas. Esse mesmo escritor tornou-se o bem-sucedido autor de “O Dossiê Pelicano”, um grande sucesso de vendas transformado em filme em 1996.
Terminado o almoço, o editor apertou a mão da autora e disse: “Livro para crianças não dá dinheiro, Jô”. Estou falando da escritora Joanne Rowling que naquele momento havia escrito Harry Potter e a Pedra Filosofal que no ano seguinte já recebia seu primeiro milhão de dólares em direitos autorais e que depois a este milhão tem somado vários milhões por ano e seus livros são sucesso em todo o mundo e transformados em filmes de sucesso mundial de bilheterias.
E o que dizer de Elvis Presley que estudou música na Humes Hugh School em Memphis, Tennessee, EUA. O professor lhe deu conceito C e aconselhou-o a desistir de cantar. Elvis tornou-se o rei do rock”n roll, vendendo mais de 600 milhões de discos até sua morte em 1977 e seus cd’s continuam vendendo milhões mesmo todos esses anos após sua morte.
Todos esses exemplos podem ter sorte como pano de fundo, mas o ingrediente principal chama-se atitude e o foco é ter o pensamento positivo e estar sempre pronto para agir. O sucesso não cai de pára-quedas no quintal de ninguém. A sorte até existe, mas na verdade é aquilo que sobra de dedicação e esta tem nome: trabalho!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
As 20 expressões mais usadas na gestão de pessoas
Constantemente, palavras "importadas" de diferentes segmentos invadem os escritórios e a rotina dos executivos. Uma das maiores saias-justas pela qual um profissional pode passar é não entender o que está sendo discutido em uma reunião de negócios. Muitos fingem que sabem e até discorrem sobre o tema, e acabam fazendo comentários totalmente equivocados. Outros ouvem e ficam quietos, por vergonha de admitir que não sabem o que está sendo falado. Desconhecer algumas expressões não significa estar ultrapassado, mas estar atualizado às novidades é pré-requisito para ascender profissionalmente.
Para se manter atualizado sobre os termos e acompanhar a velocidade das informações, pesquisa e leitura são fundamentais. O profissional deve acompanhar as mudanças e estar atento às novidades, para não se expor negativamente em reuniões importantes.
Para axiliar os profissionais nesse assunto, conversei com executivos de diversas áreas e relacionei as expressões que um profissional necessita conhecer. Selecionei os 20 principais termos que estão na boca dos executivos contemporâneos, e busquei o significado de cada um deles. Com isso em mão, fica mais difícil passar vergonha em uma entrevista de trabalho ou até em reuniões de negócios.
As 20 expressões mais atuais:
1. Coach – Facilitador, instrutor, entidade (pessoa, equipe, departamento, empresa) que atua como agregador das capacidades de cada elemento da cadeia (equipe, departamento).
2. Empowerment – Dar poder ao grupo ou equipe.
3. Benchmark – Marcos referenciais, processo sistemático usado para estabelecer metas para melhorias no processo, nas funções e nos produtos, comparando uma empresa a outras. As medidas de benchmark derivam, em geral, de outras empresas que apresentam o melhor desempenho, não sendo, necessariamente, concorrentes.
4. E-procurement – Utilização da internet para a automatização dos processos de compra e gestão de bens e serviços necessários à atividade da empresa.
5. Housekeeping – Técnica para iniciar e manter os processos de qualidade e produtividade total em uma empresa.
6. On-the-job – No dia-a-dia do trabalho. Exemplo: teinamentos on-the-job. Utilizar a rotina dentro das tarefas práticas de um indivíduo, sem retirá-lo para a sala de aula. Como um estágio prático, supervisionado diretamente.
7. Team building – Dinâmica de grupo em área externa, na qual os participantes são expostos a várias tarefas físicas desafiadoras, que são exemplos comparativos dos problemas diários da empresa. Tem como finalidade tornar uma equipe integrada.
8. Downsizing – Redução dos níveis hierárquicos em uma organização, com o objetivo de aproximar os níveis operacionais da alta direção.
9. Joint venture – Associação de empresas, não definitiva, para explorar determnado negócio, sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurídica.
10. Market share – Participação no mercado.
11. Outplacement – Investimento de uma empresa na recolocação de um ex-funcionário em outra organização.
12. Outsourcing – Terceirização de tudo que não faz parte do negócio principal de uma empresa.
13. Turnover – Rotatividade, movimentação, giro, circulação, medida da atividade empresarial relativa ao realizável em curto prazo, vendas.
14. Core business – Relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz.
15. B2E – Business to employee, relação entre a empresa e o funcionário.
16. Budget – Porcentagem do faturamento da empresa destinada a ações de marketing, vendas e novos negócios.
17. Kaizen – Processo de melhorias contínuas, com bom senso e baixos investimentos.
18. Absenteísmo – Do francês absentéisme, derivado do inglês absenteeism, de absente, ou pessoa que falta ao trabalho ou à escola. Que vive ou está, via de regra, ausente.
19. Just in time – Metodologia com base nas pessoas, cuja filosofia é eliminar tudo aquilo que não adiciona valor ao produto. O objetivo é fornecer exatamente as peças necessárias, nas quantidades necessárias, no tempo necessário.
20. Stock options – Incentivo que permite aos funcionários comprarem ações da empresa onde trabalham, por um preço abaixo do mercado.
Para se manter atualizado sobre os termos e acompanhar a velocidade das informações, pesquisa e leitura são fundamentais. O profissional deve acompanhar as mudanças e estar atento às novidades, para não se expor negativamente em reuniões importantes.
Para axiliar os profissionais nesse assunto, conversei com executivos de diversas áreas e relacionei as expressões que um profissional necessita conhecer. Selecionei os 20 principais termos que estão na boca dos executivos contemporâneos, e busquei o significado de cada um deles. Com isso em mão, fica mais difícil passar vergonha em uma entrevista de trabalho ou até em reuniões de negócios.
As 20 expressões mais atuais:
1. Coach – Facilitador, instrutor, entidade (pessoa, equipe, departamento, empresa) que atua como agregador das capacidades de cada elemento da cadeia (equipe, departamento).
2. Empowerment – Dar poder ao grupo ou equipe.
3. Benchmark – Marcos referenciais, processo sistemático usado para estabelecer metas para melhorias no processo, nas funções e nos produtos, comparando uma empresa a outras. As medidas de benchmark derivam, em geral, de outras empresas que apresentam o melhor desempenho, não sendo, necessariamente, concorrentes.
4. E-procurement – Utilização da internet para a automatização dos processos de compra e gestão de bens e serviços necessários à atividade da empresa.
5. Housekeeping – Técnica para iniciar e manter os processos de qualidade e produtividade total em uma empresa.
6. On-the-job – No dia-a-dia do trabalho. Exemplo: teinamentos on-the-job. Utilizar a rotina dentro das tarefas práticas de um indivíduo, sem retirá-lo para a sala de aula. Como um estágio prático, supervisionado diretamente.
7. Team building – Dinâmica de grupo em área externa, na qual os participantes são expostos a várias tarefas físicas desafiadoras, que são exemplos comparativos dos problemas diários da empresa. Tem como finalidade tornar uma equipe integrada.
8. Downsizing – Redução dos níveis hierárquicos em uma organização, com o objetivo de aproximar os níveis operacionais da alta direção.
9. Joint venture – Associação de empresas, não definitiva, para explorar determnado negócio, sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurídica.
10. Market share – Participação no mercado.
11. Outplacement – Investimento de uma empresa na recolocação de um ex-funcionário em outra organização.
12. Outsourcing – Terceirização de tudo que não faz parte do negócio principal de uma empresa.
13. Turnover – Rotatividade, movimentação, giro, circulação, medida da atividade empresarial relativa ao realizável em curto prazo, vendas.
14. Core business – Relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz.
15. B2E – Business to employee, relação entre a empresa e o funcionário.
16. Budget – Porcentagem do faturamento da empresa destinada a ações de marketing, vendas e novos negócios.
17. Kaizen – Processo de melhorias contínuas, com bom senso e baixos investimentos.
18. Absenteísmo – Do francês absentéisme, derivado do inglês absenteeism, de absente, ou pessoa que falta ao trabalho ou à escola. Que vive ou está, via de regra, ausente.
19. Just in time – Metodologia com base nas pessoas, cuja filosofia é eliminar tudo aquilo que não adiciona valor ao produto. O objetivo é fornecer exatamente as peças necessárias, nas quantidades necessárias, no tempo necessário.
20. Stock options – Incentivo que permite aos funcionários comprarem ações da empresa onde trabalham, por um preço abaixo do mercado.
Cuidado! O tempo voa!
Note que já estamos em julho! Acabou o primeiro semestre. E como você sabe, o segundo semestre passa sempre mais rápido que o primeiro. 2006 já está com seus dias contados para terminar!
Nesta semana, quero pedir a você que atente para essa aceleração da história. O tempo parece voar. E, como nada é mais irrecuperável que o tempo, temos que tomar um enorme cuidado para aproveitá-lo bem. Ganhar tempo é o nome do jogo! E ganhar tempo significa não perdê-lo com coisas acidentais. Significa termos claramente o que seja essencial, importante e acidental e concentrar toda a nossa energia no essencial.
Repare como perdemos tempo em coisas sem a mínima importância. Perdemos tempo e energia em coisas que não nos levam ao sucesso, que não agregam nada de valor à nossa vida pessoal ou profissional. Perdemos tempo falando mal dos outros, fazendo fofoca. Perdemos tempo deixando de aprender, lendo pouco ou lendo coisas de pouco valor cultural. Perdemos tempo quando deixamos de participar em programas e projetos que nos fariam crescer e optamos por um ócio pouco criativo que nos faz cada vez mais preguiçosos.
É preciso aprender a ganhar tempo. Tempo ganho é o tempo dedicado à família, ao crescimento profissional, aos verdadeiros amigos, ao lazer criativo que nos renova.
Tempo ganho é o tempo dedicado ao nosso aperfeiçoamento pessoal, à análise de nossos pontos fracos e fortes e ao reforço de nossos identificadores positivos. Tempo ganho é quando fazemos alguma coisa que nos faz sentir hoje melhores do que ontem. Tempo ganho é o tempo em que nos dedicamos a agradecer as pessoas que nos ajudam a vencer e a tornar o nosso fardo um pouco mais leve.
O tempo voa. De repente passam as horas, as semanas, os meses, os anos. E se não tivermos consciência para aproveitá-lo bem, com certeza, choraremos tê-lo perdido em coisas acidentais, de pouco valor. O tempo voa e ganhar tempo é entender que o que vale realmente são as coisas permanentes e não as transitórias. O que vale é fazer as coisas com sentimento de fazer, viver com sentimento de viver.
Pense nisso. Sucesso!
Luiz Marins, consultor
Nesta semana, quero pedir a você que atente para essa aceleração da história. O tempo parece voar. E, como nada é mais irrecuperável que o tempo, temos que tomar um enorme cuidado para aproveitá-lo bem. Ganhar tempo é o nome do jogo! E ganhar tempo significa não perdê-lo com coisas acidentais. Significa termos claramente o que seja essencial, importante e acidental e concentrar toda a nossa energia no essencial.
Repare como perdemos tempo em coisas sem a mínima importância. Perdemos tempo e energia em coisas que não nos levam ao sucesso, que não agregam nada de valor à nossa vida pessoal ou profissional. Perdemos tempo falando mal dos outros, fazendo fofoca. Perdemos tempo deixando de aprender, lendo pouco ou lendo coisas de pouco valor cultural. Perdemos tempo quando deixamos de participar em programas e projetos que nos fariam crescer e optamos por um ócio pouco criativo que nos faz cada vez mais preguiçosos.
É preciso aprender a ganhar tempo. Tempo ganho é o tempo dedicado à família, ao crescimento profissional, aos verdadeiros amigos, ao lazer criativo que nos renova.
Tempo ganho é o tempo dedicado ao nosso aperfeiçoamento pessoal, à análise de nossos pontos fracos e fortes e ao reforço de nossos identificadores positivos. Tempo ganho é quando fazemos alguma coisa que nos faz sentir hoje melhores do que ontem. Tempo ganho é o tempo em que nos dedicamos a agradecer as pessoas que nos ajudam a vencer e a tornar o nosso fardo um pouco mais leve.
O tempo voa. De repente passam as horas, as semanas, os meses, os anos. E se não tivermos consciência para aproveitá-lo bem, com certeza, choraremos tê-lo perdido em coisas acidentais, de pouco valor. O tempo voa e ganhar tempo é entender que o que vale realmente são as coisas permanentes e não as transitórias. O que vale é fazer as coisas com sentimento de fazer, viver com sentimento de viver.
Pense nisso. Sucesso!
Luiz Marins, consultor
Você é uma marca, sabia?
Quando as oportunidades são poucas é fundamental que as pessoas estejam preparadas, seja para manter-se em alta em seus empregos ou para encontrar as raras oportunidades no mercado de trabalho. O importante é ter consciência que somos um produto que tem marca, nosso nome.
Pensando dessa forma, vamos nos direcionando para o que chamam de marketing pessoal. Algumas vezes mal interpretado, mas essa é uma oportunidade para se esclarecer que de forma alguma marketing pessoal é inadequado. Ele é praticado por todas as pessoas de forma natural.
Quando o jovem está interessado em uma garota e procura impressioná-la com seus gostos, conhecimento, aparência, charme etc. está, na prática, vendendo seu produto e marca: ele próprio. Isto ocorre no nosso dia-a-dia, com a esposa, o filho, o subordinado e principalmente com o chefe.
Toda vez que você procura argumentar a favor de suas idéias, isto nada mais é do que estar se vendendo, no bom sentido, vendendo suas idéias, que nada mais é que o resultado do produto que você é. Esse é um marketing pessoal inconsciente, podemos dizer. Todavia ele deve ser praticado cada vez mais de forma planejada, estruturada. O que isso quer dizer? Se todo produto tem um planejamento estratégico, você também pode estabelecer o seu, o que significa responder a várias questões importantes tais como: no que eu sou bom? Quais são minhas expectativas? Aonde quero chegar daqui a 3, 5, 10 anos? Isso estabelecido, parte-se para a definição das estratégias necessárias, tais como: formação, adquirir experiência e o mais importante: estabelecimento do famoso network – rede de contatos.
Quando o marketing pessoal torna-se um dano – O marketing pessoal só é danoso quando, por falta de bom senso, o indivíduo passa a exagerar nas ferramentas de posicionamento. Isso também falha no mundo dos produtos comerciais. Ou seja, não se deve cair no ridículo, tem que se planejar muito bem a comunicação pessoal, interpessoal. Não se deve passar desapercebido dentro e fora do ambiente empresarial, mas também não ser um holofote, o que pode representar um grande risco. O importante é que cada um consiga mostrar a que veio e o que tem feito de relevante. Tudo isso com humildade e discrição. E isso é o grande segredo, esse equilíbrio de estar presente, mas sem ostentação dos grandes feitos.
O tratar bem todas as pessoas dentro da organização é um grande passo, saber se relacionar: do porteiro ao presidente. Outro fator importante é ser consistente, ter personalidade. O profissional que fica pendendo como folha de bananeira não tem credibilidade. Uma marca tem valor, princípios, um histórico com credibilidade. É preciso saber se posicionar.
Flexibilidade é diferente de ausência de personalidade – Claro que isto implica em ter uma grande dose de flexibilidade também. Mas há uma diferença muito grande em falta de personalidade (posicionamento) e ser flexível. A flexibilidade significa bom senso, adaptação às situações emergenciais do dia-a-dia. Muitas vezes aquilo que se fez durante décadas como uma prática administrativa deixa de ser eficiente e deve ser mudado. Daí a importância da visão mutável do ambiente para se acompanhar as tendências e com isso obter melhores resultados para a organização.
Os resultados do marketing pessoal – Marketing pessoal é importante e deve ser praticado com sabedoria. Resultará em benefícios para o profissional como também para a organização, uma vez que ela estará exibindo em seu portfolio de executivos uma marca, um nome de sucesso.
Ione Almeida - Professora do MBA da ESPM e Consultora em Marketing
Pensando dessa forma, vamos nos direcionando para o que chamam de marketing pessoal. Algumas vezes mal interpretado, mas essa é uma oportunidade para se esclarecer que de forma alguma marketing pessoal é inadequado. Ele é praticado por todas as pessoas de forma natural.
Quando o jovem está interessado em uma garota e procura impressioná-la com seus gostos, conhecimento, aparência, charme etc. está, na prática, vendendo seu produto e marca: ele próprio. Isto ocorre no nosso dia-a-dia, com a esposa, o filho, o subordinado e principalmente com o chefe.
Toda vez que você procura argumentar a favor de suas idéias, isto nada mais é do que estar se vendendo, no bom sentido, vendendo suas idéias, que nada mais é que o resultado do produto que você é. Esse é um marketing pessoal inconsciente, podemos dizer. Todavia ele deve ser praticado cada vez mais de forma planejada, estruturada. O que isso quer dizer? Se todo produto tem um planejamento estratégico, você também pode estabelecer o seu, o que significa responder a várias questões importantes tais como: no que eu sou bom? Quais são minhas expectativas? Aonde quero chegar daqui a 3, 5, 10 anos? Isso estabelecido, parte-se para a definição das estratégias necessárias, tais como: formação, adquirir experiência e o mais importante: estabelecimento do famoso network – rede de contatos.
Quando o marketing pessoal torna-se um dano – O marketing pessoal só é danoso quando, por falta de bom senso, o indivíduo passa a exagerar nas ferramentas de posicionamento. Isso também falha no mundo dos produtos comerciais. Ou seja, não se deve cair no ridículo, tem que se planejar muito bem a comunicação pessoal, interpessoal. Não se deve passar desapercebido dentro e fora do ambiente empresarial, mas também não ser um holofote, o que pode representar um grande risco. O importante é que cada um consiga mostrar a que veio e o que tem feito de relevante. Tudo isso com humildade e discrição. E isso é o grande segredo, esse equilíbrio de estar presente, mas sem ostentação dos grandes feitos.
O tratar bem todas as pessoas dentro da organização é um grande passo, saber se relacionar: do porteiro ao presidente. Outro fator importante é ser consistente, ter personalidade. O profissional que fica pendendo como folha de bananeira não tem credibilidade. Uma marca tem valor, princípios, um histórico com credibilidade. É preciso saber se posicionar.
Flexibilidade é diferente de ausência de personalidade – Claro que isto implica em ter uma grande dose de flexibilidade também. Mas há uma diferença muito grande em falta de personalidade (posicionamento) e ser flexível. A flexibilidade significa bom senso, adaptação às situações emergenciais do dia-a-dia. Muitas vezes aquilo que se fez durante décadas como uma prática administrativa deixa de ser eficiente e deve ser mudado. Daí a importância da visão mutável do ambiente para se acompanhar as tendências e com isso obter melhores resultados para a organização.
Os resultados do marketing pessoal – Marketing pessoal é importante e deve ser praticado com sabedoria. Resultará em benefícios para o profissional como também para a organização, uma vez que ela estará exibindo em seu portfolio de executivos uma marca, um nome de sucesso.
Ione Almeida - Professora do MBA da ESPM e Consultora em Marketing
Elogio e Crítica
Elogio é bom e quase todo mundo gosta, mas a crítica...
No mundo corporativo é comum observarmos situações onde as relações são baseadas na crítica e punição.
Estudos do comportamento humano atestam que desde crianças nossos pais e os adultos com quem convivemos tem papel fundamental para o sucesso de nossas carreiras e ações pessoais. A quantidade de críticas e elogios que recebemos podem ser cruciais para o nosso futuro.
Pesquisas da Psicologia revelam que pessoas que foram expostas a ambientes de muita crítica e punição tendem a desenvolver um padrão de comportamento de omissão e submissão. Aceitam tudo e sentem-se constantemente culpadas. Sua produtividade geralmente é aquém das novas exigências do mercado. Quando é cobrado por algum resultado se esquiva, dá desculpas ou chora. Outro padrão de comportamento que pode ser gerado neste mesmo ambiente é totalmente contrário. A pessoa age de forma agressiva, defensiva e desafiadora. Quando é pressionada tende a agir compulsivamente.
Já aqueles que foram demasiadamente elogiados apresentam características de arrogância e prepotência. Acreditam que o mundo estará sempre aos seus pés. Tratam os outros como súditos. Desprezam as hierarquias e querem o poder a todo custo. Apresentam dificuldades para compreender a dimensão ética das relações.
O equilíbrio entre crítica e elogio na vida pessoal e no mundo corporativo é fundamental para a geração de um bom ambiente familiar e profissional. Algumas empresas estimulam seus funcionários a sessões de feedback programado. Outras estruturam diversos tipos de avaliações, como: competência, performance, desempenho, participativa por objetivos etc. Assim, tem mais chances de apontar claramente os caminhos, cobrar resultados e criar um clima organizacional favorável para as mudanças. Em meio a tudo isso, é fundamental o treinamento e desenvolvimento das lideranças. Ao líder cabe o papel principal de estabelecer critérios e aplicar as críticas e elogios. Com isso, garantir o equilíbrio no clima organizacional e o aumento da produtividade.
A crítica, na sua essência, significa exame, apreciação que se faz de uma obra. Portanto, quando fazemos uma crítica ela deverá ser sobre o conjunto da obra, uma idéia, ações tomadas, fatos e não sobre uma pessoa. O que ocorre muitas vezes no cotidiano profissional e na vida social é exatamente o contrário. Por isso, a maioria das pessoas tem dificuldade em aceitar uma crítica, pois se sentem ameaçadas, punidas, menosprezadas e até mesmo humilhadas.
Isso me faz lembrar da história vivida pelo Pedro, ou como os mais chegados o chamavam: Pedrão. Sujeito simpático, falante, sempre com um sorriso no rosto, demonstrando sempre estar de bem com a vida. Sua característica principal era a franqueza. Sempre falava o que pensava. Certa vez Pedrão foi convocado para participar de um projeto onde não tinha muita experiência. Como seu chefe insistiu e disse que daria todo apoio, Pedrão aceitou, afinal poderia ser mais uma oportunidade de mostrar suas qualidades. O projeto começou e nosso bravo personagem começou a perceber que tudo aquilo não tinha nada a ver com sua área de atuação e, por isso, precisaria de mais tempo para estudar, aprender e poder colaborar no projeto. Certamente que este tempo não foi lhe dado, afinal o prazo para a entrega do projeto era muito curto e precisava de todo o esforço dos envolvidos. O fato é que Pedrão não se saiu muito bem. Perdeu dias debruçado em materiais, livros, apostilas e relatórios para tentar entender o projeto. Passava horas a mais na empresa para dar conta do seu serviço e se inteirar do plano. Tudo em vão. O resultado foi uma gastrite que passou a conviver com ele diariamente e a briga homérica que teve com o responsável pelo projeto. A gastrite não vem ao caso detalhar, mas sobre a discussão...
Tudo começou quando Pedrão resolveu apontar algumas falhas na condução do projeto. Na verdade, o responsável pelo projeto realmente cometeu alguns erros no planejamento e isso gerou certo atraso, mas não foi o fator principal. Houve um misto de incompetência da equipe, falta de experiência dos participantes, prazo muito curto, falta de apoio da diretoria e outros detalhes menores. No fim sobrou para o Pedrão.
Certo dia, no meio de uma das muitas reuniões de planejamento - munido de boa intenção - tascou a famosa “crítica construtiva”. Disse que o projeto continha falhas graves e que achava não ser possível completar no prazo estipulado. Apontou também a falta de habilidade do coordenador em liderar a equipe. Sua forma direta e repleta de “achismos” chocou a todos. Nesta reunião, além do coordenador do projeto, estavam mais seis pessoas de diversas áreas que completavam a equipe. O resultado foi catastrófico! O responsável sentiu-se ofendido e esbravejou: como alguém que não tem experiência no assunto pode falar algo desse jeito, ainda mais na frente de todo mundo?
Bem, a conclusão desta história é que crítica construtiva é balela. Ela só será construtiva se o outro assim entender. Se ele perceber sua utilidade. Quando uma crítica é apontada, por melhor que seja a intenção, somente o outro poderá julgar sua aplicação. Em resumo crítica é crítica, ou seja, é apreciação desfavorável, é apontar falhas, é censura. A forma como é feita pode mudar muita coisa, até sua aceitação.
Sendo assim, antes de fazer uma crítica é fundamental perceber se o momento é adequado, escolher o local apropriado e analisar os resultados que esta ação poderá gerar. Mesmo sendo a mais pura verdade, nem todos entenderão assim. Quando tiver de fazer uma crítica vá direto ao ponto e apresente fatos. Pois como diz a sabedoria popular, contra fatos não há argumentos.
Voltando ao início deste artigo: criticar é fácil, já elogiar... Lembre-se que em termos de crítica e elogio vale a seguinte regra: critique em particular, só para as pessoas envolvidas; e elogie publicamente, pois todos sentirão orgulho de pertencer a uma organização onde as pessoas são reconhecidas e valorizadas pelo seu caráter e competência.
Rogério Martins é graduado em Psicologia e possui Pós-Graduação em Recursos Humanos e Psicodrama. Professor Universitário, Consultor Organizacional e Palestrante sobre os seguintes temas: comportamento profissional, liderança e gestão de pessoas, motivação e atitudes, marketing pessoal, administração do tempo, qualidade de vida, mundo corporativo, mudanças, atendimento a clientes, recursos humanos e etiqueta empresarial
No mundo corporativo é comum observarmos situações onde as relações são baseadas na crítica e punição.
Estudos do comportamento humano atestam que desde crianças nossos pais e os adultos com quem convivemos tem papel fundamental para o sucesso de nossas carreiras e ações pessoais. A quantidade de críticas e elogios que recebemos podem ser cruciais para o nosso futuro.
Pesquisas da Psicologia revelam que pessoas que foram expostas a ambientes de muita crítica e punição tendem a desenvolver um padrão de comportamento de omissão e submissão. Aceitam tudo e sentem-se constantemente culpadas. Sua produtividade geralmente é aquém das novas exigências do mercado. Quando é cobrado por algum resultado se esquiva, dá desculpas ou chora. Outro padrão de comportamento que pode ser gerado neste mesmo ambiente é totalmente contrário. A pessoa age de forma agressiva, defensiva e desafiadora. Quando é pressionada tende a agir compulsivamente.
Já aqueles que foram demasiadamente elogiados apresentam características de arrogância e prepotência. Acreditam que o mundo estará sempre aos seus pés. Tratam os outros como súditos. Desprezam as hierarquias e querem o poder a todo custo. Apresentam dificuldades para compreender a dimensão ética das relações.
O equilíbrio entre crítica e elogio na vida pessoal e no mundo corporativo é fundamental para a geração de um bom ambiente familiar e profissional. Algumas empresas estimulam seus funcionários a sessões de feedback programado. Outras estruturam diversos tipos de avaliações, como: competência, performance, desempenho, participativa por objetivos etc. Assim, tem mais chances de apontar claramente os caminhos, cobrar resultados e criar um clima organizacional favorável para as mudanças. Em meio a tudo isso, é fundamental o treinamento e desenvolvimento das lideranças. Ao líder cabe o papel principal de estabelecer critérios e aplicar as críticas e elogios. Com isso, garantir o equilíbrio no clima organizacional e o aumento da produtividade.
A crítica, na sua essência, significa exame, apreciação que se faz de uma obra. Portanto, quando fazemos uma crítica ela deverá ser sobre o conjunto da obra, uma idéia, ações tomadas, fatos e não sobre uma pessoa. O que ocorre muitas vezes no cotidiano profissional e na vida social é exatamente o contrário. Por isso, a maioria das pessoas tem dificuldade em aceitar uma crítica, pois se sentem ameaçadas, punidas, menosprezadas e até mesmo humilhadas.
Isso me faz lembrar da história vivida pelo Pedro, ou como os mais chegados o chamavam: Pedrão. Sujeito simpático, falante, sempre com um sorriso no rosto, demonstrando sempre estar de bem com a vida. Sua característica principal era a franqueza. Sempre falava o que pensava. Certa vez Pedrão foi convocado para participar de um projeto onde não tinha muita experiência. Como seu chefe insistiu e disse que daria todo apoio, Pedrão aceitou, afinal poderia ser mais uma oportunidade de mostrar suas qualidades. O projeto começou e nosso bravo personagem começou a perceber que tudo aquilo não tinha nada a ver com sua área de atuação e, por isso, precisaria de mais tempo para estudar, aprender e poder colaborar no projeto. Certamente que este tempo não foi lhe dado, afinal o prazo para a entrega do projeto era muito curto e precisava de todo o esforço dos envolvidos. O fato é que Pedrão não se saiu muito bem. Perdeu dias debruçado em materiais, livros, apostilas e relatórios para tentar entender o projeto. Passava horas a mais na empresa para dar conta do seu serviço e se inteirar do plano. Tudo em vão. O resultado foi uma gastrite que passou a conviver com ele diariamente e a briga homérica que teve com o responsável pelo projeto. A gastrite não vem ao caso detalhar, mas sobre a discussão...
Tudo começou quando Pedrão resolveu apontar algumas falhas na condução do projeto. Na verdade, o responsável pelo projeto realmente cometeu alguns erros no planejamento e isso gerou certo atraso, mas não foi o fator principal. Houve um misto de incompetência da equipe, falta de experiência dos participantes, prazo muito curto, falta de apoio da diretoria e outros detalhes menores. No fim sobrou para o Pedrão.
Certo dia, no meio de uma das muitas reuniões de planejamento - munido de boa intenção - tascou a famosa “crítica construtiva”. Disse que o projeto continha falhas graves e que achava não ser possível completar no prazo estipulado. Apontou também a falta de habilidade do coordenador em liderar a equipe. Sua forma direta e repleta de “achismos” chocou a todos. Nesta reunião, além do coordenador do projeto, estavam mais seis pessoas de diversas áreas que completavam a equipe. O resultado foi catastrófico! O responsável sentiu-se ofendido e esbravejou: como alguém que não tem experiência no assunto pode falar algo desse jeito, ainda mais na frente de todo mundo?
Bem, a conclusão desta história é que crítica construtiva é balela. Ela só será construtiva se o outro assim entender. Se ele perceber sua utilidade. Quando uma crítica é apontada, por melhor que seja a intenção, somente o outro poderá julgar sua aplicação. Em resumo crítica é crítica, ou seja, é apreciação desfavorável, é apontar falhas, é censura. A forma como é feita pode mudar muita coisa, até sua aceitação.
Sendo assim, antes de fazer uma crítica é fundamental perceber se o momento é adequado, escolher o local apropriado e analisar os resultados que esta ação poderá gerar. Mesmo sendo a mais pura verdade, nem todos entenderão assim. Quando tiver de fazer uma crítica vá direto ao ponto e apresente fatos. Pois como diz a sabedoria popular, contra fatos não há argumentos.
Voltando ao início deste artigo: criticar é fácil, já elogiar... Lembre-se que em termos de crítica e elogio vale a seguinte regra: critique em particular, só para as pessoas envolvidas; e elogie publicamente, pois todos sentirão orgulho de pertencer a uma organização onde as pessoas são reconhecidas e valorizadas pelo seu caráter e competência.
Rogério Martins é graduado em Psicologia e possui Pós-Graduação em Recursos Humanos e Psicodrama. Professor Universitário, Consultor Organizacional e Palestrante sobre os seguintes temas: comportamento profissional, liderança e gestão de pessoas, motivação e atitudes, marketing pessoal, administração do tempo, qualidade de vida, mundo corporativo, mudanças, atendimento a clientes, recursos humanos e etiqueta empresarial
Estresse: fique de olho se a sua rotina já engoliu seu fim de semana.
Imagine a cena: você acorda com um ânimo diferente; afinal, é sexta-feira. Mal consegue esconder a expectativa quanto à proximidade do fim de semana. Já se vê livre da pressão, da correria e do trânsito.
Mas, no sábado, quando pensa em descansar e acordar mais tarde, se dá conta de que está começando uma outra jornada: é hora de fazer compras para a casa, de cuidar do carro, de resolver todas os problemas domésticos que sequer teve tempo de perceber durante a semana. Pois é, sábado e domingo viraram dias úteis!
Não há estresse que resista!
Diante desta realidade, não há quem agüente. Pode até parecer gostoso no início, para quem acabou de optar por morar sozinho, ou se casou. Mas, com o passar do tempo, todo este ritmo frenético, sem um minuto para relaxar, afeta o equilíbrio de qualquer um.
Fazer compras aos fins de semana parece até "poético" para quem nunca o fez. Não deixa de ser um programa diferente, até uma opção de passeio, se você não está acostumado.
Agora, para quem encara o desafio com freqüência, haja energia! São filas para todos os lados, ar condicionado quebrado, atendimento deixando a desejar. Isso sem falar no estacionamento lotado, nas crianças correndo para todo lado...Uma aventura e tanto.
Quando se livra das tarefas que se propôs a executar, descobre que é aniversário daquele seu querido tio, e que ninguém em sua casa comprou o presente...E aí você corre para o shopping, também a todo vapor, para escolher a tal "lembrancinha". Conclusão: mais estresse e reflexo no seu bolso, pois nesta agitação toda você nem lembra de pesquisar preços e de economizar!
Entre uma rotina e outra
Pode parecer exagero, mas se você prestar atenção, perceberá que este tem sido o seu ritmo há muito tempo. Talvez até goste, veja nisto uma descontração. Mas geralmente situações como estas só contribuem para aumentar seu cansaço, e este não é o objetivo do seu fim de semana, certo?
Evite que ele se torne uma rotina, o que fará com que você se divida entre cinco dias de desgaste na empresa e mais dois em casa. Procure ajustar melhor sua agenda, delegar algumas tarefas, contar mais com pessoas ao seu redor que poderão ajudá-lo.
É claro que todo mundo vive na correria, não há como negar. Mas é sempre bom diminuir um pouco o ritmo, e pensar também em si mesmo, em estocar energia e aliviar tensões, para iniciar uma nova semana com o pé direito.
O peso da segunda-feira
Se não pensar mais em você, pisará no escritório na segunda-feira pensando que já está na sexta-feira de novo, de tão cansado.
Caso o seu problema seja a falta de tempo, não se conforme simplesmente com o fato. Reveja seus compromissos, avalie melhor sua agenda e julgue como tem priorizado suas tarefas. Realmente tudo o que tem exigido tanto desgaste da sua parte é mesmo necessário? Todos os seus compromissos merecem todo esta dedicação?
Durante a semana, avalie isso tudo de perto. Estude possibilidades: negocie um horário mais flexível no trabalho, investigue um novo caminho para fugir do trânsito, reveja suas atividades fora do escritório. Programe-se!
Viva bem de segunda a domingo: dedique um tempo para você, para atividades que lhe dêem prazer e mais disposição. Corra, ande, nade, jogue futebol, encontre os amigos. Faça o que gosta e ouça um pouco mais suas vontades. Afinal, ninguém é de ferro!
Mas, no sábado, quando pensa em descansar e acordar mais tarde, se dá conta de que está começando uma outra jornada: é hora de fazer compras para a casa, de cuidar do carro, de resolver todas os problemas domésticos que sequer teve tempo de perceber durante a semana. Pois é, sábado e domingo viraram dias úteis!
Não há estresse que resista!
Diante desta realidade, não há quem agüente. Pode até parecer gostoso no início, para quem acabou de optar por morar sozinho, ou se casou. Mas, com o passar do tempo, todo este ritmo frenético, sem um minuto para relaxar, afeta o equilíbrio de qualquer um.
Fazer compras aos fins de semana parece até "poético" para quem nunca o fez. Não deixa de ser um programa diferente, até uma opção de passeio, se você não está acostumado.
Agora, para quem encara o desafio com freqüência, haja energia! São filas para todos os lados, ar condicionado quebrado, atendimento deixando a desejar. Isso sem falar no estacionamento lotado, nas crianças correndo para todo lado...Uma aventura e tanto.
Quando se livra das tarefas que se propôs a executar, descobre que é aniversário daquele seu querido tio, e que ninguém em sua casa comprou o presente...E aí você corre para o shopping, também a todo vapor, para escolher a tal "lembrancinha". Conclusão: mais estresse e reflexo no seu bolso, pois nesta agitação toda você nem lembra de pesquisar preços e de economizar!
Entre uma rotina e outra
Pode parecer exagero, mas se você prestar atenção, perceberá que este tem sido o seu ritmo há muito tempo. Talvez até goste, veja nisto uma descontração. Mas geralmente situações como estas só contribuem para aumentar seu cansaço, e este não é o objetivo do seu fim de semana, certo?
Evite que ele se torne uma rotina, o que fará com que você se divida entre cinco dias de desgaste na empresa e mais dois em casa. Procure ajustar melhor sua agenda, delegar algumas tarefas, contar mais com pessoas ao seu redor que poderão ajudá-lo.
É claro que todo mundo vive na correria, não há como negar. Mas é sempre bom diminuir um pouco o ritmo, e pensar também em si mesmo, em estocar energia e aliviar tensões, para iniciar uma nova semana com o pé direito.
O peso da segunda-feira
Se não pensar mais em você, pisará no escritório na segunda-feira pensando que já está na sexta-feira de novo, de tão cansado.
Caso o seu problema seja a falta de tempo, não se conforme simplesmente com o fato. Reveja seus compromissos, avalie melhor sua agenda e julgue como tem priorizado suas tarefas. Realmente tudo o que tem exigido tanto desgaste da sua parte é mesmo necessário? Todos os seus compromissos merecem todo esta dedicação?
Durante a semana, avalie isso tudo de perto. Estude possibilidades: negocie um horário mais flexível no trabalho, investigue um novo caminho para fugir do trânsito, reveja suas atividades fora do escritório. Programe-se!
Viva bem de segunda a domingo: dedique um tempo para você, para atividades que lhe dêem prazer e mais disposição. Corra, ande, nade, jogue futebol, encontre os amigos. Faça o que gosta e ouça um pouco mais suas vontades. Afinal, ninguém é de ferro!
Entender de Gente ...
Max Gehringer - palestrante e colunista de EXAME
Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.
Figuras como o Raul. Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim.
Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase. Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas. No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino'. E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena?
O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava. Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito. Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais 'burrinho' já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer. Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável: ... ele entendia de gente. Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: 'Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo'. Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.
Dicas para uma vida melhor
Você é feliz?
Se a sua resposta for sim, parabéns; que você seja cada vez mais feliz e que possa ajudar mais e mais pessoas a serem felizes.
Mas, se a sua resposta for não ou se você estiver meio em dúvida, aí vão algumas dicas para você pensar e, principalmente, agir.
Em primeiro lugar, desista de querer mudar os outros. Ninguém muda ninguém. Uma pessoa só muda de comportamento quando ela, e só ela, sente vontade ou necessidade de fazê-lo. Se você continuar falando para a pessoa o que ela tem que fazer ou parar de fazer, mesmo que você esteja certo, além de ela achá-lo um chato ou uma chata, ainda vai continuar agindo da mesma forma. Então lembre-se: a vontade tem que ser dela e não sua.
Outro ponto importante: desista de querer agradar a todo mundo o tempo todo. Ninguém, mas ninguém mesmo, jamais conseguiu. Faça o que você tiver que fazer bem feito, pois sempre haverá pessoas que irão reconhecê-lo e outras que irão criticá-lo. Mas não se preocupe. Continue fazendo cada vez melhor o seu trabalho.
Em terceiro lugar: simplifique sua vida. Pare de frescura. A vida tem mostrado que quanto mais simples somos, mais simples são os nossos problemas.
Também pare de se comparar com outras pessoas e de criticar você mesmo. Você tem que ser seu melhor amigo e não o seu pior inimigo, apontando falhas, erros e fracassos. Perdoe-se por seus enganos. Não tente ser perfeito. Ninguém é perfeito, sabia?
Outra dica valiosa: preste atenção à sua conversa interna. O que você sente, pensa e fala de você mesmo e dos outros são coisas boas? São sentimentos, pensamentos e atitudes do bem? Encorajadoras, positivas e de alto-astral?
Por último: Seja uma pessoa entusiasmada. Entusiasmo é ter brilho nos olhos. É fazer acontecer. É acreditar em você e nos outros, na sua capacidade de vencer e de dar certo. Tudo que fazemos com entusiasmo fica melhor e mais bonito.
Acredite: A vida é cheia de possibilidades. Mudar depende das nossas atitudes.
E então, o que você está esperando? Não deixe que seu medo seja maior que a sua vontade.
Só saber o que fazer não basta. O importante é agir.
Desse modo, comece agora e seja muito feliz.
Se a sua resposta for sim, parabéns; que você seja cada vez mais feliz e que possa ajudar mais e mais pessoas a serem felizes.
Mas, se a sua resposta for não ou se você estiver meio em dúvida, aí vão algumas dicas para você pensar e, principalmente, agir.
Em primeiro lugar, desista de querer mudar os outros. Ninguém muda ninguém. Uma pessoa só muda de comportamento quando ela, e só ela, sente vontade ou necessidade de fazê-lo. Se você continuar falando para a pessoa o que ela tem que fazer ou parar de fazer, mesmo que você esteja certo, além de ela achá-lo um chato ou uma chata, ainda vai continuar agindo da mesma forma. Então lembre-se: a vontade tem que ser dela e não sua.
Outro ponto importante: desista de querer agradar a todo mundo o tempo todo. Ninguém, mas ninguém mesmo, jamais conseguiu. Faça o que você tiver que fazer bem feito, pois sempre haverá pessoas que irão reconhecê-lo e outras que irão criticá-lo. Mas não se preocupe. Continue fazendo cada vez melhor o seu trabalho.
Em terceiro lugar: simplifique sua vida. Pare de frescura. A vida tem mostrado que quanto mais simples somos, mais simples são os nossos problemas.
Também pare de se comparar com outras pessoas e de criticar você mesmo. Você tem que ser seu melhor amigo e não o seu pior inimigo, apontando falhas, erros e fracassos. Perdoe-se por seus enganos. Não tente ser perfeito. Ninguém é perfeito, sabia?
Outra dica valiosa: preste atenção à sua conversa interna. O que você sente, pensa e fala de você mesmo e dos outros são coisas boas? São sentimentos, pensamentos e atitudes do bem? Encorajadoras, positivas e de alto-astral?
Por último: Seja uma pessoa entusiasmada. Entusiasmo é ter brilho nos olhos. É fazer acontecer. É acreditar em você e nos outros, na sua capacidade de vencer e de dar certo. Tudo que fazemos com entusiasmo fica melhor e mais bonito.
Acredite: A vida é cheia de possibilidades. Mudar depende das nossas atitudes.
E então, o que você está esperando? Não deixe que seu medo seja maior que a sua vontade.
Só saber o que fazer não basta. O importante é agir.
Desse modo, comece agora e seja muito feliz.
Lidando com pessoas difíceis
No ambiente de trabalho é muito comum termos dificuldades de relacionamento com algumas pessoas. Pode ser um chefe arrogante e autoritário, que trata a todos como se fosse o dono da verdade. Um cliente grosseiro, que fala conosco como se estivesse fazendo um grande favor. Pode ser um colega com quem divergimos o tempo todo e nem precisa abrir a boca para nos tirar do sério. Ou o gerente de outro departamento, que não está nem aí para a urgência de nossos projetos e demora séculos para assinar uma folhinha de papel. Se pelo menos fosse possível evitar o contato com "aquela" pessoa... O problema é que temos de nos relacionar com ela, trabalhar com ela, vender para ela. Como fazer, então?
Não é fácil lidar com pessoas que colidem conosco, são mal-educadas, negativas, cabeças-duras ou antipáticas. Mas é possível, e a primeira coisa a fazer é não entrar na sintonia delas. Procure pensar assim: se a pessoa é arrogante, pessimista, provocadora ou seja lá o que for, o problema é dela. Você não tem nada a ver com isso! Cada um é como é, fazer o quê! Assim, durante a conversa, mantenha a consciência de quem você é, o que quer e o que não quer.
Sinta seus pés no chão, mantenha atenção à respiração e converse com calma. Pense antes de falar, evitando disparar reações automáticas, mantenha o controle emocional e o discernimento. Tente e não se deixar "contaminar" pelo astral do outro e a conversa pode fluir muito melhor!
Caso você não consiga manter o equilíbrio e acabe ficando alterado, com vontade de esganar o sujeito, relaxe com a terapia da risada: ela é ótima para amenizar situações de tensão e raiva. Quando você estiver sozinho, faça o exercício de rir de boca fechada, deixando o som da risada ecoar por todo o corpo. Rir por dentro pode parecer coisa de maluco, mas tem lá sua lógica, pois as vibrações do riso têm a propriedade de combater as tensões. A propósito, o riso de boca aberta tem o mesmo efeito.
Pode ser que, nos encontros seguintes, você tente não entrar na sintonia da pessoa difícil, mas não consiga evitar bater de frente com ela e fique nervoso de novo. Tente relaxar mais uma vez. Poder ser que a situação se repita várias vezes, mas uma coisa é certa: no decorrer do tempo, algo pode mudar. Se você verdadeiramente persistir na idéia de manter o equilíbrio, sem perder de vista o que realmente quer e o que não quer, perceberá que a outra pessoa o afeta cada vez menos.
Na verdade, o relacionamento com pessoas que parecem atrapalhar nossa vida nos traz uma grande oportunidade de auto-aperfeiçoamento, pois o que nos incomoda nos outros é justamente o que não apreciamos em nós. Dizendo a mesma coisa de outro jeito: os defeitos que vemos no outro são os mesmos que nós temos. Compreende?
Suponhamos que você tenha dificuldades para se relacionar com uma pessoa extremamente competitiva, que deseja mostrar que é a melhor em tudo o que faz. No fundo, no fundo, você fica incomodado porque também é competitivo e não quer se sentir inferior a ninguém. Faz sentido, não faz? Se não fosse competitivo, não daria a menor bola para a mania de "aparecer" dos outros. Simplesmente trataria com eles da melhor forma possível e depois diria a si mesmo: "Eu, hein?!"
A dura verdade é que os outros nada mais fazem do que refletir o nosso próprio interior, apontando os aspectos da personalidade que precisamos trabalhar. Quer saber de uma coisa? Deveríamos mesmo é agradecer às "pessoas difíceis" de nossa vida, pois, mesmo sem querer, elas estão nos ajudando a crescer.
* Leila Navarro é autora de cinco livros, todos pela Editora Gente. Venceu o "8º Prêmio Top Of Mind Fornecedores de RH" na categoria "Palestrante do Ano", em 2005.
Não é fácil lidar com pessoas que colidem conosco, são mal-educadas, negativas, cabeças-duras ou antipáticas. Mas é possível, e a primeira coisa a fazer é não entrar na sintonia delas. Procure pensar assim: se a pessoa é arrogante, pessimista, provocadora ou seja lá o que for, o problema é dela. Você não tem nada a ver com isso! Cada um é como é, fazer o quê! Assim, durante a conversa, mantenha a consciência de quem você é, o que quer e o que não quer.
Sinta seus pés no chão, mantenha atenção à respiração e converse com calma. Pense antes de falar, evitando disparar reações automáticas, mantenha o controle emocional e o discernimento. Tente e não se deixar "contaminar" pelo astral do outro e a conversa pode fluir muito melhor!
Caso você não consiga manter o equilíbrio e acabe ficando alterado, com vontade de esganar o sujeito, relaxe com a terapia da risada: ela é ótima para amenizar situações de tensão e raiva. Quando você estiver sozinho, faça o exercício de rir de boca fechada, deixando o som da risada ecoar por todo o corpo. Rir por dentro pode parecer coisa de maluco, mas tem lá sua lógica, pois as vibrações do riso têm a propriedade de combater as tensões. A propósito, o riso de boca aberta tem o mesmo efeito.
Pode ser que, nos encontros seguintes, você tente não entrar na sintonia da pessoa difícil, mas não consiga evitar bater de frente com ela e fique nervoso de novo. Tente relaxar mais uma vez. Poder ser que a situação se repita várias vezes, mas uma coisa é certa: no decorrer do tempo, algo pode mudar. Se você verdadeiramente persistir na idéia de manter o equilíbrio, sem perder de vista o que realmente quer e o que não quer, perceberá que a outra pessoa o afeta cada vez menos.
Na verdade, o relacionamento com pessoas que parecem atrapalhar nossa vida nos traz uma grande oportunidade de auto-aperfeiçoamento, pois o que nos incomoda nos outros é justamente o que não apreciamos em nós. Dizendo a mesma coisa de outro jeito: os defeitos que vemos no outro são os mesmos que nós temos. Compreende?
Suponhamos que você tenha dificuldades para se relacionar com uma pessoa extremamente competitiva, que deseja mostrar que é a melhor em tudo o que faz. No fundo, no fundo, você fica incomodado porque também é competitivo e não quer se sentir inferior a ninguém. Faz sentido, não faz? Se não fosse competitivo, não daria a menor bola para a mania de "aparecer" dos outros. Simplesmente trataria com eles da melhor forma possível e depois diria a si mesmo: "Eu, hein?!"
A dura verdade é que os outros nada mais fazem do que refletir o nosso próprio interior, apontando os aspectos da personalidade que precisamos trabalhar. Quer saber de uma coisa? Deveríamos mesmo é agradecer às "pessoas difíceis" de nossa vida, pois, mesmo sem querer, elas estão nos ajudando a crescer.
* Leila Navarro é autora de cinco livros, todos pela Editora Gente. Venceu o "8º Prêmio Top Of Mind Fornecedores de RH" na categoria "Palestrante do Ano", em 2005.
As gafes mais comuns...
As gafes mais comuns no ambiente profissional e o que fazer a respeito
Por Karin Sato - InfoMoney
Os profissionais sabem o que não devem fazer no trabalho. Eles não podem usar incorretamente o telefone celular, interromper uma reunião ou se mostrar íntimo do diretor da empresa. A dúvida é: o que se pode fazer?
A pedido do portal InfoMoney, a consultora de etiqueta Ligia Marques indicou a solução para alguns dos principais erros de etiqueta profissional cometidos nas empresas.
O que pega mal
Imagine a seguinte situação: você comparece a um evento, para representar sua empresa, e encontra o diretor de uma organização parceira. Logo pensa: "esta é minha chance de fazer um networking e, futuramente, fechar um grande negócio para a companhia!". Sem refletir muito, oferece seu cartão de visitas ao tal diretor.
Segundo Ligia Marques, esta é uma das gafes mais comuns cometidas pelos profissionais. "Pega mal. Fica parecendo que está se oferecendo à outra empresa", garante. O que fazer? Espere o diretor da empresa entregar seu cartão, para, somente depois, você entregar o seu.
Outros erros corriqueiros:
· Atender ao telefone em voz alta, seu ou o da empresa. Isso pode incomodar os colegas de trabalho, além de ser um inconveniente! O que fazer: tente ser o mais discreto possível.
· Entrar em uma sala sem bater antes. O que fazer: somente interrompa uma reunião ou as atividades de um colega se for estritamente necessário e bata na porta, antes de entrar na sala;
· Cumprimentar as pessoas com beijinhos. Num ambiente profissional, isso pega mal. O que fazer: mais uma vez, prefira a discrição.
Como manda o figurino
Outra dica importante tem a ver com as roupas usadas no ambiente de trabalho. O melhor é manter a sobriedade, de maneira que é importante evitar tops, minissaias, sandálias de dedo e bermudas.
Segundo Ligia, um dos problemas no ambiente de trabalho é o hábito dos profissionais de usar meias brancas com terno e gravata. "A questão é que algumas pessoas fazem combinações infelizes de cores de peças de roupas", alerta.
Etiqueta internacional
A consultora explica que a etiqueta internacional manda que os brasileiros sigam alguns costumes estrangeiros. "Por exemplo, os norte-americanos gostam de objetividade; os ingleses, de pontualidade. E é bom respeitar estas características, se quiser mais sucesso na negociação. Cada cultura tem as suas particularidades".
Ligia conta uma gafe curiosa: "o representante de uma empresa brasileira acompanhou o cliente, que era de um país árabe, num jantar de despedida. Infelizmente, levou sua mulher, que foi ignorada a noite toda. No final do compromisso, o árabe achou que a moça era um presente para ele. Deu a maior confusão. Em reuniões de negócios, as pessoas têm de ser agradáveis, escolher bem os assuntos que abordarão, o tom de voz, as roupas. Nada pode ser forçado, para que o clima seja informal".
Na mesa do restaurante
O que faz o sucesso - ou o fracasso - de um almoço de negócios? "Saber se comportar na mesa, desligando celular, segurando corretamente nos talheres, sabendo o que pedir num cardápio", explica a consultora. "Por exemplo, a faca deve sempre estar na mão direita, mesmo para cortar os alimentos", acrescenta.
Por Karin Sato - InfoMoney
Os profissionais sabem o que não devem fazer no trabalho. Eles não podem usar incorretamente o telefone celular, interromper uma reunião ou se mostrar íntimo do diretor da empresa. A dúvida é: o que se pode fazer?
A pedido do portal InfoMoney, a consultora de etiqueta Ligia Marques indicou a solução para alguns dos principais erros de etiqueta profissional cometidos nas empresas.
O que pega mal
Imagine a seguinte situação: você comparece a um evento, para representar sua empresa, e encontra o diretor de uma organização parceira. Logo pensa: "esta é minha chance de fazer um networking e, futuramente, fechar um grande negócio para a companhia!". Sem refletir muito, oferece seu cartão de visitas ao tal diretor.
Segundo Ligia Marques, esta é uma das gafes mais comuns cometidas pelos profissionais. "Pega mal. Fica parecendo que está se oferecendo à outra empresa", garante. O que fazer? Espere o diretor da empresa entregar seu cartão, para, somente depois, você entregar o seu.
Outros erros corriqueiros:
· Atender ao telefone em voz alta, seu ou o da empresa. Isso pode incomodar os colegas de trabalho, além de ser um inconveniente! O que fazer: tente ser o mais discreto possível.
· Entrar em uma sala sem bater antes. O que fazer: somente interrompa uma reunião ou as atividades de um colega se for estritamente necessário e bata na porta, antes de entrar na sala;
· Cumprimentar as pessoas com beijinhos. Num ambiente profissional, isso pega mal. O que fazer: mais uma vez, prefira a discrição.
Como manda o figurino
Outra dica importante tem a ver com as roupas usadas no ambiente de trabalho. O melhor é manter a sobriedade, de maneira que é importante evitar tops, minissaias, sandálias de dedo e bermudas.
Segundo Ligia, um dos problemas no ambiente de trabalho é o hábito dos profissionais de usar meias brancas com terno e gravata. "A questão é que algumas pessoas fazem combinações infelizes de cores de peças de roupas", alerta.
Etiqueta internacional
A consultora explica que a etiqueta internacional manda que os brasileiros sigam alguns costumes estrangeiros. "Por exemplo, os norte-americanos gostam de objetividade; os ingleses, de pontualidade. E é bom respeitar estas características, se quiser mais sucesso na negociação. Cada cultura tem as suas particularidades".
Ligia conta uma gafe curiosa: "o representante de uma empresa brasileira acompanhou o cliente, que era de um país árabe, num jantar de despedida. Infelizmente, levou sua mulher, que foi ignorada a noite toda. No final do compromisso, o árabe achou que a moça era um presente para ele. Deu a maior confusão. Em reuniões de negócios, as pessoas têm de ser agradáveis, escolher bem os assuntos que abordarão, o tom de voz, as roupas. Nada pode ser forçado, para que o clima seja informal".
Na mesa do restaurante
O que faz o sucesso - ou o fracasso - de um almoço de negócios? "Saber se comportar na mesa, desligando celular, segurando corretamente nos talheres, sabendo o que pedir num cardápio", explica a consultora. "Por exemplo, a faca deve sempre estar na mão direita, mesmo para cortar os alimentos", acrescenta.
BOLA FORA" NUNCA MAIS!
Nas várias circunstâncias de nossas vidas, tanto social quanto profissional, estamos sempre nos relacionando com outras pessoas. Nestes relacionamentos, somos sempre alvos de simpatia ou antipatia.
As portas se abrem para nós se somos alvos da simpatia das outras pessoas. Conseguimos o que queremos e nossas pretensões são ouvidas e, na maioria das vezes, atendidas.
Ao contrário, se somos alvos da antipatia alheia, todas as portas se fecham para nós. As oportunidades escapam como areia entre os nossos dedos, e sempre saímos frustrados e decepcionados destas experiências.
Mas como exercitar atitudes assertivas para captar a simpatia das pessoas?
Para atingirmos este objetivo, vêm em nosso auxílio alguns pressupostos importantes de etiqueta, cortesia ou boas maneiras. Conhecendo-os e praticando-os em nosso dia-a-dia, estaremos, certamente, mais aptos a tomar posse de todas as oportunidades de sucesso que se nos apresentam.
Muitos pensam erroneamente que aprender etiqueta se resume a manusear corretamente os talheres e se comportar bem em eventos palacianos. Mas se esquecem das inúmeras "bolas fora" atiradas diariamente por pessoas desavisadas que certamente deveriam ter aprendido o comportamento adequado para não desafinar nas circunstâncias da vida.
Dentre as mais comuns "bolas fora", e as mais perigosas pois já estão incorporadas ao modo de agir de muitas pessoas, podemos destacar:
- revelar segredos
- fazer perguntas sobre assuntos pessoais
- fazer visitas sem avisar
- furar filas
- entrar nos aposentos sem bater na porta
- conversar tocando nas pessoas
- falar sem olhar no rosto do interlocutor ou usando óculos escuros
- usar palito
- mascar chicletes
- bocejar, tossir e espirrar sem colocar a mão na frente
- tocar o doente que está acamado
- falar mal da vida alheia
- abusar de perfume
- fumar no elevador
- interromper os outros para contradizer e dar conselhos que não foram pedidos
- irritar-se ao ouvir opiniões contrárias
- ser o dono da verdade
- excesso de curiosidade e ou de intimidade
- o uso da franqueza sem o devido tato
- falar cuspindo
- jogar lixo fora do local adequado
- atingir os outros com guarda-chuvas
- prender o elevador
- despedir-se dos outros obstruindo portas
- conversar obstruindo as calçadas
- molhar os pedestres passando em poças d’água em dias de chuva
- deixar correspondência sem resposta
- discutir com o cônjuge em público
- roubar a vaga de estacionamento de quem já estava esperando
- falar palavrões
- não usar expressões como "Bom dia", "Boa tarde", "Boa noite", "Com licença", "Obrigado(a)" e "Desculpe-me"
Se algumas vezes você tem dado chance a estas "bolas fora", elimine-as de vez da sua vida.
Substitua-as pelas dicas abaixo:
Aprenda - humildemente.
Ensine - praticando.
Administre - sendo educando.
Obedeça - sendo prestativo.
Ame - edificando.
Tema - a você mesmo(a).
Sofra - aproveitando.
Fale - construindo.
Ouça - sem malícia.
Ajude - elevando.
Ampare - se levantando.
Passe - servindo.
Peça - com juízo.
Espere - trabalhando.
Creia - agindo.
Confie - vigiando.
Receba - distribuindo.
Atenda - com gentileza.
Coopere - sem apego.
Socorra - melhorando.
Esclareça - com respeito.
Semeie - sem aflição.
Estude - aperfeiçoando.
Caminhe - com todos.
Avance - auxiliando.
Aja - no bem-estar geral.
Corrija - com bondade.
Perdoe - sempre.
As portas se abrem para nós se somos alvos da simpatia das outras pessoas. Conseguimos o que queremos e nossas pretensões são ouvidas e, na maioria das vezes, atendidas.
Ao contrário, se somos alvos da antipatia alheia, todas as portas se fecham para nós. As oportunidades escapam como areia entre os nossos dedos, e sempre saímos frustrados e decepcionados destas experiências.
Mas como exercitar atitudes assertivas para captar a simpatia das pessoas?
Para atingirmos este objetivo, vêm em nosso auxílio alguns pressupostos importantes de etiqueta, cortesia ou boas maneiras. Conhecendo-os e praticando-os em nosso dia-a-dia, estaremos, certamente, mais aptos a tomar posse de todas as oportunidades de sucesso que se nos apresentam.
Muitos pensam erroneamente que aprender etiqueta se resume a manusear corretamente os talheres e se comportar bem em eventos palacianos. Mas se esquecem das inúmeras "bolas fora" atiradas diariamente por pessoas desavisadas que certamente deveriam ter aprendido o comportamento adequado para não desafinar nas circunstâncias da vida.
Dentre as mais comuns "bolas fora", e as mais perigosas pois já estão incorporadas ao modo de agir de muitas pessoas, podemos destacar:
- revelar segredos
- fazer perguntas sobre assuntos pessoais
- fazer visitas sem avisar
- furar filas
- entrar nos aposentos sem bater na porta
- conversar tocando nas pessoas
- falar sem olhar no rosto do interlocutor ou usando óculos escuros
- usar palito
- mascar chicletes
- bocejar, tossir e espirrar sem colocar a mão na frente
- tocar o doente que está acamado
- falar mal da vida alheia
- abusar de perfume
- fumar no elevador
- interromper os outros para contradizer e dar conselhos que não foram pedidos
- irritar-se ao ouvir opiniões contrárias
- ser o dono da verdade
- excesso de curiosidade e ou de intimidade
- o uso da franqueza sem o devido tato
- falar cuspindo
- jogar lixo fora do local adequado
- atingir os outros com guarda-chuvas
- prender o elevador
- despedir-se dos outros obstruindo portas
- conversar obstruindo as calçadas
- molhar os pedestres passando em poças d’água em dias de chuva
- deixar correspondência sem resposta
- discutir com o cônjuge em público
- roubar a vaga de estacionamento de quem já estava esperando
- falar palavrões
- não usar expressões como "Bom dia", "Boa tarde", "Boa noite", "Com licença", "Obrigado(a)" e "Desculpe-me"
Se algumas vezes você tem dado chance a estas "bolas fora", elimine-as de vez da sua vida.
Substitua-as pelas dicas abaixo:
Aprenda - humildemente.
Ensine - praticando.
Administre - sendo educando.
Obedeça - sendo prestativo.
Ame - edificando.
Tema - a você mesmo(a).
Sofra - aproveitando.
Fale - construindo.
Ouça - sem malícia.
Ajude - elevando.
Ampare - se levantando.
Passe - servindo.
Peça - com juízo.
Espere - trabalhando.
Creia - agindo.
Confie - vigiando.
Receba - distribuindo.
Atenda - com gentileza.
Coopere - sem apego.
Socorra - melhorando.
Esclareça - com respeito.
Semeie - sem aflição.
Estude - aperfeiçoando.
Caminhe - com todos.
Avance - auxiliando.
Aja - no bem-estar geral.
Corrija - com bondade.
Perdoe - sempre.
Quem conta um conto, aumenta um ponto.
Quem conta um conto, aumenta um ponto. A fofoca no ambiente empresarial..
Por Marília Cardoso - InformaMídia Comunicação
É uma suspeita de que a secretária está saindo com o chefe, que fulano será demitido, que há desvio de verba na empresa e tantas outras histórias malignas muitas vezes sem fundamento algum.
Casos como esses provocam situações constrangedoras, humilhações e preconceitos. E engana-se quem pensa que fofoca é coisa apenas de mulher. Os homens estão cada vez mais interessados em comentar sobre a vida alheia. É um verdadeiro telefone sem fio onde cada um se sente no direito de incluir suas impressões pessoais sobre o fato em questão.
Não se sabe exatamente como, quando e muito menos quem começa uma fofoca, a única coisa que sabemos é que ela se prolifera a uma velocidade inimaginável e que está sujeita a uma série de acréscimos de informações não checadas. E em poucos minutos ela pode provocar estragos gigantescos.
Além de diminuir a produtividade dos funcionários, os boatos comprometem significativamente a qualidade da convivência e o ambiente de trabalho. Cada um passa a ver o outro com certa desconfiança e o clima de incertezas fica instaurado, fazendo com que todos temam ser a próxima vítima das rodas de bate-papo.
Infelizmente a situação é bastante comum, porém não deve ser tratada com naturalidade, como se fosse algo corriqueiro e inevitável. A fofoca no ambiente empresarial precisa ser combatida e não simplesmente aceita como algo inerente ao convívio social.
Vale ressaltar que os boatos estão mais presentes nas companhias que dão pouca importância à comunicação. Todo ser humano tem necessidade de se comunicar e conviver em equipe, mas quando isso acontece de forma desordenada surge espaço para as fofocas.
Inúmeras empresas de renome já passaram por situações complicadíssimas devido a esse fenômeno que os comunicadores denominam de rádio peão. Entretanto, este ruído na comunicação não é um problema dos funcionários e sim da empresa. É a prova real de que algo não vai bem. É uma conseqüência da ausência ou do mau funcionamento de um sistema integrado de comunicação.
Para evitar esses problemas só há um jeito: prevenir. Para isso, nada melhor que a criação de um ambiente saudável de trabalho, onde a comunicação, a ética e a transparência sejam elementos do cotidiano da empresa.
A instituição precisa criar canais efetivos e adequados à realidade de seus funcionários, mostrando que ali há espaço para a exposição de opiniões, ideias, sugestões e até mesmo reclamações. A criação de uma cultura de comunicação organizacional pode levar um certo tempo, mas os resultados são muito compensadores.
A medida pode não erradicar completamente o problema, mas certamente irá diminuir o impacto dos boatos. Se uma fofoca surgir num local onde haja abertura e liberdade para que a informação seja checada, dificilmente ela terá prosseguimento sem uma versão oficial. No final, todos saem ganhando.
Marília Cardoso é jornalista, pós-graduanda em comunicação empresarial e fundadora da InformaMídia Comunicação.
Por Marília Cardoso - InformaMídia Comunicação
É uma suspeita de que a secretária está saindo com o chefe, que fulano será demitido, que há desvio de verba na empresa e tantas outras histórias malignas muitas vezes sem fundamento algum.
Casos como esses provocam situações constrangedoras, humilhações e preconceitos. E engana-se quem pensa que fofoca é coisa apenas de mulher. Os homens estão cada vez mais interessados em comentar sobre a vida alheia. É um verdadeiro telefone sem fio onde cada um se sente no direito de incluir suas impressões pessoais sobre o fato em questão.
Não se sabe exatamente como, quando e muito menos quem começa uma fofoca, a única coisa que sabemos é que ela se prolifera a uma velocidade inimaginável e que está sujeita a uma série de acréscimos de informações não checadas. E em poucos minutos ela pode provocar estragos gigantescos.
Além de diminuir a produtividade dos funcionários, os boatos comprometem significativamente a qualidade da convivência e o ambiente de trabalho. Cada um passa a ver o outro com certa desconfiança e o clima de incertezas fica instaurado, fazendo com que todos temam ser a próxima vítima das rodas de bate-papo.
Infelizmente a situação é bastante comum, porém não deve ser tratada com naturalidade, como se fosse algo corriqueiro e inevitável. A fofoca no ambiente empresarial precisa ser combatida e não simplesmente aceita como algo inerente ao convívio social.
Vale ressaltar que os boatos estão mais presentes nas companhias que dão pouca importância à comunicação. Todo ser humano tem necessidade de se comunicar e conviver em equipe, mas quando isso acontece de forma desordenada surge espaço para as fofocas.
Inúmeras empresas de renome já passaram por situações complicadíssimas devido a esse fenômeno que os comunicadores denominam de rádio peão. Entretanto, este ruído na comunicação não é um problema dos funcionários e sim da empresa. É a prova real de que algo não vai bem. É uma conseqüência da ausência ou do mau funcionamento de um sistema integrado de comunicação.
Para evitar esses problemas só há um jeito: prevenir. Para isso, nada melhor que a criação de um ambiente saudável de trabalho, onde a comunicação, a ética e a transparência sejam elementos do cotidiano da empresa.
A instituição precisa criar canais efetivos e adequados à realidade de seus funcionários, mostrando que ali há espaço para a exposição de opiniões, ideias, sugestões e até mesmo reclamações. A criação de uma cultura de comunicação organizacional pode levar um certo tempo, mas os resultados são muito compensadores.
A medida pode não erradicar completamente o problema, mas certamente irá diminuir o impacto dos boatos. Se uma fofoca surgir num local onde haja abertura e liberdade para que a informação seja checada, dificilmente ela terá prosseguimento sem uma versão oficial. No final, todos saem ganhando.
Marília Cardoso é jornalista, pós-graduanda em comunicação empresarial e fundadora da InformaMídia Comunicação.
Panelinhas
Panelinhas: quais são as vantagens e os riscos de ter um grupo no trabalho?
Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney
Ter pensamentos parecidos e a famosa afinidade são dois dos fatores em potencial para a formação das famosas "panelinhas" corporativas. Porém, antes de ser membro de um grupo é preciso tomar cuidado.
Na opinião da consultora da DBM, Irene Azevedo, o profissional tem que avaliar a dinâmica do grupo antes de iniciar um ciclo de amizade. "Antes de entrar em um grupo faça as seguintes perguntas: quando este grupo está reunido, sobre quais assuntos eles conversam? O que fazem? Quem é o líder deles? Quais são seus pensamentos? A partir destas respostas, você irá conseguir discernir se este grupo é ou não bem visto na organização".
Vantagens e Desvantagens
Segundo a consultora, como tudo na vida, no momento em que o profissional cria vínculos com outros colaboradores isto pode ser favorável ou desfavorável.
"Quando se tem um grupo, a tendência é que aquelas pessoas tenham uma cooperação mútua, ou seja, um ajuda o outro com mais facilidade e afinco, e assim a produtividade aumenta. Por outro lado, o perigo de fazer parte das panelas são as fofocas que podem surgir, a famosa rádio peão e o risco de favorecimento entre os integrantes".
Além disso, Irene alerta um dos maiores riscos que uma pessoa corre ao pertencer a um determinado grupo no trabalho é não ser aceito por outros membros da equipe que não fazem parte da "panela". "Se pessoas do seu grupo saem, as chances do grupo deixar de existir são maiores. E neste caso o que você faz?"
O que evitar?
Para Irene, ao ter um forte vínculo de amizade na empresa o profissional precisa ter em mente duas coisas:
Por mais que haja amizade, este é um grupo de trabalho, logo a competição é natural e comum;
Não fale mal de colegas de trabalho, assim você evita possíveis fofocas e conflitos;
"O ideal seria participar de todos os grupos da empresa. Afinal, o networking interno é fundamental para a carreira profissional", ressalta a consultora.
E o líder onde fica?
O líder, por sua vez, precisa desempenhar o seu papel para evitar a formação de grupos que podem prejudicar a performance da empresa. "Dependendo da cultura de cada organização, a incidência de grupos que irão promover a rádio peão é maior. Se a empresa não for transparente e o líder for autoritário, as chances destes tipos de grupos se formarem é bem maior".
Entretanto, Irene destaca que o líder, como qualquer outra pessoa, terá mais afinidade com um funcionário do que com outro. Mas, neste caso, o segredo é ser o mais justo e isento possível.
"Todos da equipe precisam confiar no seu gestor, então este líder precisa mostrar que está disposto a compreender as necessidades de cada um, sendo o mais transparente possível. Além disso, uma boa saída é procurar estar sempre com o grupo inteiro ou variar, em uma semana almoçar com um grupo e, dias depois, com outros".
Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney
Ter pensamentos parecidos e a famosa afinidade são dois dos fatores em potencial para a formação das famosas "panelinhas" corporativas. Porém, antes de ser membro de um grupo é preciso tomar cuidado.
Na opinião da consultora da DBM, Irene Azevedo, o profissional tem que avaliar a dinâmica do grupo antes de iniciar um ciclo de amizade. "Antes de entrar em um grupo faça as seguintes perguntas: quando este grupo está reunido, sobre quais assuntos eles conversam? O que fazem? Quem é o líder deles? Quais são seus pensamentos? A partir destas respostas, você irá conseguir discernir se este grupo é ou não bem visto na organização".
Vantagens e Desvantagens
Segundo a consultora, como tudo na vida, no momento em que o profissional cria vínculos com outros colaboradores isto pode ser favorável ou desfavorável.
"Quando se tem um grupo, a tendência é que aquelas pessoas tenham uma cooperação mútua, ou seja, um ajuda o outro com mais facilidade e afinco, e assim a produtividade aumenta. Por outro lado, o perigo de fazer parte das panelas são as fofocas que podem surgir, a famosa rádio peão e o risco de favorecimento entre os integrantes".
Além disso, Irene alerta um dos maiores riscos que uma pessoa corre ao pertencer a um determinado grupo no trabalho é não ser aceito por outros membros da equipe que não fazem parte da "panela". "Se pessoas do seu grupo saem, as chances do grupo deixar de existir são maiores. E neste caso o que você faz?"
O que evitar?
Para Irene, ao ter um forte vínculo de amizade na empresa o profissional precisa ter em mente duas coisas:
Por mais que haja amizade, este é um grupo de trabalho, logo a competição é natural e comum;
Não fale mal de colegas de trabalho, assim você evita possíveis fofocas e conflitos;
"O ideal seria participar de todos os grupos da empresa. Afinal, o networking interno é fundamental para a carreira profissional", ressalta a consultora.
E o líder onde fica?
O líder, por sua vez, precisa desempenhar o seu papel para evitar a formação de grupos que podem prejudicar a performance da empresa. "Dependendo da cultura de cada organização, a incidência de grupos que irão promover a rádio peão é maior. Se a empresa não for transparente e o líder for autoritário, as chances destes tipos de grupos se formarem é bem maior".
Entretanto, Irene destaca que o líder, como qualquer outra pessoa, terá mais afinidade com um funcionário do que com outro. Mas, neste caso, o segredo é ser o mais justo e isento possível.
"Todos da equipe precisam confiar no seu gestor, então este líder precisa mostrar que está disposto a compreender as necessidades de cada um, sendo o mais transparente possível. Além disso, uma boa saída é procurar estar sempre com o grupo inteiro ou variar, em uma semana almoçar com um grupo e, dias depois, com outros".
Você Comemora suas Conquistas?
Autor: Evaldo Costa
Você ainda se lembra da primeira realização importante de sua vida? Recorda-se da sensação que sentiu logo após ela ter ocorrido? Você sorriu e vibrou muito, e na primeira oportunidade pegou o telefone e contou para a pessoa mais especial que conhecia, não foi mesmo?
Eu ainda não esqueci como foi gratificante a minha primeira realização importante: a minha primeira venda. Fiquei tão entusiasmado que parecia até que havia ganhado uma fortuna na loteria. Mas, foi mesmo algo formidável, pois eu tinha em torno de dez anos de idade e trabalhava lavando carros e garagens das casas para ter algum trocado para ir ao cinema e comprar balas e doces na cantina do colégio.
Todos os anos havia festas juninas na praça que ficava bem em frente à casa da minha avó, com quem eu morava. Daí, ao final da tarde, as pessoas montavam as barracas para que tudo estivesse pronto depois da missa das dezenove horas, quando a festa “esquentava”. Neste dia, eu trabalhei ajudando na montagem de uma barraca. À noite, as pessoas foram chegando e a festa ficou bem animada. Havia duas pessoas vendendo doces, bebidas e vários outros apetrechos no local que eu ajudei a montar. Fiquei, a certa distância, o tempo todo com olhar fixo, esperando ser convidado para ajudar.
No dia seguinte, repeti a rotina, só que desta vez não havia mais tantas pessoas e as vendas escassearam. Daí, eu me aproximei e disse ao dono da barraca: “Sr. Antônio, eu posso vender muitas coisas se me permitir oferecer as mercadorias pela festa”. Ele, que já devia saber do meu interesse, olhou-me com admiração e revelou: “Evaldo, admiro o seu interesse, mas a festa está com pouca gente. Além disso, se alguém se interessar, poderá vir até aqui e comprar”. Olhei para ele com enorme entusiasmo e insisti: “tudo bem, mas eu garanto que venderei bastante. É só confiar em mim”.
Diante de minha insistência, ele virou-se, apanhou alguns objetos “encalhados”, entregou-me e disse: ”Então vamos ver. Pode vender cada um por um cruzeiro. Se o cliente pedir desconto pode dar até quinze centavos de desconto”. Na verdade, não foi tão fácil quanto eu imaginava. Eu achei que teria sucesso, pois observava outros garotos maiores fazendo vendas seguidas. Só que eu não tinha experiência em vendas, era um pouco tímido, não sabia argumentar e, para piorar ainda mais, tinha receio de abordar as pessoas para oferecer os produtos.
O tempo parecia passar muito mais rápido que o normal. Eu já havia rodado a praça uma dúzia de vezes sem conseguir uma única venda sequer. No fundo, eu esperava que alguém viesse a mim e comprasse minhas mercadorias. Eu estava tão desapontado, que durante as caminhadas ao me aproximar da barraca onde me ofereci para ajudar, desviava o caminho. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo. A festa chegava ao final, às pessoas começavam a recolher-se e eu tendo que retornar sem as vendas que havia afirmado conseguir.
A decepção era enorme. Quando tudo parecia perdido, me abasteci com coragem que não sei de onde veio e caminhei em direção a uma família que começava a deixar o local. Percebendo a minha intenção de abordá-los, desviaram-se discretamente e seguiram. Eu tive a sensação de mais um fracasso. A cabeça curvou-se para baixo e os ombros despencaram-se como se houvesse uma tonelada sobre eles.
Para minha felicidade, ao final do grupo caminhava lentamente uma amável senhorinha. Eu mal podia acreditar quando ela parou bem de frente para mim e com sorriso apaziguador, disse: “deixe-me ver isso. Quanto custa?” Eu estava muito nervoso e disse apressadamente o valor. Ela então com voz dócil disse-me: “Me dê um para cada”. Eram sete pessoas e eu tinha dez peças. Enquanto ela pegava o dinheiro eu perguntei. “A senhora quer aproveitar e levar essas outras três que sobraram para presentear mais alguém? A senhora paga mais duas e eu lhe dou a terceira de brinde.”
Ela olhou-me com amável sorriso e concluiu: “garoto esperto, hein! Gostei de você e vou aceitar a sua oferta”. Deu-me dez cruzeiros e eu tinha que lhe dar um Cruzeiro de troco. Daí, eu coloquei a mão no bolso para apanhar algumas poucas moedas. Ela voltou a sorrir com ar bondoso e finalizou: “fica com o troco para tomar um sorvete”. Eu agradeci muito e saí em disparada para a barraca, a fim de entregar o dinheiro e, claro, mostrar que eu consegui realizar a minha missão.
Agora eu volto a lhe perguntar: quando obtém uma realização você ainda se emociona na mesma intensidade da primeira conquista? Será que você já não tem mais motivos para alegrar-se tanto? Se não comemora mais, algo está errado. Devemos considerar que nenhuma conquista é igual as demais, daí uma razão para agirmos como se fosse a primeira. Ralph Waldo Emerson costumava dizer: "Escreva em seu coração que cada dia é o melhor dia do ano."
O que aprendi de lá para cá? Que devemos estudar, praticar, preparar para então, partir para nossa missão. Se não agirmos assim, acabamos caindo na falsa ilusão de que já sabemos tudo e daí não haverá motivos para comemoração. Então eu volto a lhe perguntar: qual é o maior jogador de futebol da atualidade? Quantos gols ele já fez? Ele continua comemorando os seus triunfos? Então porque não comemorar os nossos? Afinal de contas, nos ensina o mestre Zig Ziglar: “Outras pessoas ou coisas podem parar você temporariamente, porém você é o único que pode fazer isso permanentemente”.
Você ainda se lembra da primeira realização importante de sua vida? Recorda-se da sensação que sentiu logo após ela ter ocorrido? Você sorriu e vibrou muito, e na primeira oportunidade pegou o telefone e contou para a pessoa mais especial que conhecia, não foi mesmo?
Eu ainda não esqueci como foi gratificante a minha primeira realização importante: a minha primeira venda. Fiquei tão entusiasmado que parecia até que havia ganhado uma fortuna na loteria. Mas, foi mesmo algo formidável, pois eu tinha em torno de dez anos de idade e trabalhava lavando carros e garagens das casas para ter algum trocado para ir ao cinema e comprar balas e doces na cantina do colégio.
Todos os anos havia festas juninas na praça que ficava bem em frente à casa da minha avó, com quem eu morava. Daí, ao final da tarde, as pessoas montavam as barracas para que tudo estivesse pronto depois da missa das dezenove horas, quando a festa “esquentava”. Neste dia, eu trabalhei ajudando na montagem de uma barraca. À noite, as pessoas foram chegando e a festa ficou bem animada. Havia duas pessoas vendendo doces, bebidas e vários outros apetrechos no local que eu ajudei a montar. Fiquei, a certa distância, o tempo todo com olhar fixo, esperando ser convidado para ajudar.
No dia seguinte, repeti a rotina, só que desta vez não havia mais tantas pessoas e as vendas escassearam. Daí, eu me aproximei e disse ao dono da barraca: “Sr. Antônio, eu posso vender muitas coisas se me permitir oferecer as mercadorias pela festa”. Ele, que já devia saber do meu interesse, olhou-me com admiração e revelou: “Evaldo, admiro o seu interesse, mas a festa está com pouca gente. Além disso, se alguém se interessar, poderá vir até aqui e comprar”. Olhei para ele com enorme entusiasmo e insisti: “tudo bem, mas eu garanto que venderei bastante. É só confiar em mim”.
Diante de minha insistência, ele virou-se, apanhou alguns objetos “encalhados”, entregou-me e disse: ”Então vamos ver. Pode vender cada um por um cruzeiro. Se o cliente pedir desconto pode dar até quinze centavos de desconto”. Na verdade, não foi tão fácil quanto eu imaginava. Eu achei que teria sucesso, pois observava outros garotos maiores fazendo vendas seguidas. Só que eu não tinha experiência em vendas, era um pouco tímido, não sabia argumentar e, para piorar ainda mais, tinha receio de abordar as pessoas para oferecer os produtos.
O tempo parecia passar muito mais rápido que o normal. Eu já havia rodado a praça uma dúzia de vezes sem conseguir uma única venda sequer. No fundo, eu esperava que alguém viesse a mim e comprasse minhas mercadorias. Eu estava tão desapontado, que durante as caminhadas ao me aproximar da barraca onde me ofereci para ajudar, desviava o caminho. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo. A festa chegava ao final, às pessoas começavam a recolher-se e eu tendo que retornar sem as vendas que havia afirmado conseguir.
A decepção era enorme. Quando tudo parecia perdido, me abasteci com coragem que não sei de onde veio e caminhei em direção a uma família que começava a deixar o local. Percebendo a minha intenção de abordá-los, desviaram-se discretamente e seguiram. Eu tive a sensação de mais um fracasso. A cabeça curvou-se para baixo e os ombros despencaram-se como se houvesse uma tonelada sobre eles.
Para minha felicidade, ao final do grupo caminhava lentamente uma amável senhorinha. Eu mal podia acreditar quando ela parou bem de frente para mim e com sorriso apaziguador, disse: “deixe-me ver isso. Quanto custa?” Eu estava muito nervoso e disse apressadamente o valor. Ela então com voz dócil disse-me: “Me dê um para cada”. Eram sete pessoas e eu tinha dez peças. Enquanto ela pegava o dinheiro eu perguntei. “A senhora quer aproveitar e levar essas outras três que sobraram para presentear mais alguém? A senhora paga mais duas e eu lhe dou a terceira de brinde.”
Ela olhou-me com amável sorriso e concluiu: “garoto esperto, hein! Gostei de você e vou aceitar a sua oferta”. Deu-me dez cruzeiros e eu tinha que lhe dar um Cruzeiro de troco. Daí, eu coloquei a mão no bolso para apanhar algumas poucas moedas. Ela voltou a sorrir com ar bondoso e finalizou: “fica com o troco para tomar um sorvete”. Eu agradeci muito e saí em disparada para a barraca, a fim de entregar o dinheiro e, claro, mostrar que eu consegui realizar a minha missão.
Agora eu volto a lhe perguntar: quando obtém uma realização você ainda se emociona na mesma intensidade da primeira conquista? Será que você já não tem mais motivos para alegrar-se tanto? Se não comemora mais, algo está errado. Devemos considerar que nenhuma conquista é igual as demais, daí uma razão para agirmos como se fosse a primeira. Ralph Waldo Emerson costumava dizer: "Escreva em seu coração que cada dia é o melhor dia do ano."
O que aprendi de lá para cá? Que devemos estudar, praticar, preparar para então, partir para nossa missão. Se não agirmos assim, acabamos caindo na falsa ilusão de que já sabemos tudo e daí não haverá motivos para comemoração. Então eu volto a lhe perguntar: qual é o maior jogador de futebol da atualidade? Quantos gols ele já fez? Ele continua comemorando os seus triunfos? Então porque não comemorar os nossos? Afinal de contas, nos ensina o mestre Zig Ziglar: “Outras pessoas ou coisas podem parar você temporariamente, porém você é o único que pode fazer isso permanentemente”.
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