domingo, 22 de maio de 2011

Desenvolvendo a Criatividade


Desenvolvendo a Criatividade

Neste domingo, fui brindado com este texto de Rick Warren em meus e-mails. Mais uma ótima maneira de começar o ano. Um ano controverso que começou com uma guerra, terremotos e uma baixa, aqui mesmo, no Super Empreendedores. Mas a vida continua e devemos seguir em frente. Sempre em frente. Assim, vamos ao texto.

Albert Einstein, cientista e ganhador do Prêmio Nobel, disse certa vez: “Problemas importantes que enfrentamos não podem ser resolvidos com base na mesma forma de pensar que tínhamos quando eles surgiram. Você precisa aprender a pensar de uma nova maneira, precisa de uma ‘mudança de paradigma’”.

Disso tomaram consciência os líderes da antiga União Soviética ao descobrir que simplesmente empenhar-se mais para fazer que o velho sistema comunista funcionasse não faria com que fossem bem-sucedidos. Era necessário um paradigma inteiramente novo, uma forma diferente de pensar e abordar os problemas.

Na esfera pessoal tenho notado que a paralisia que acomete as pessoas geralmente é resultante de uma forma de pensar igualmente restrita. Insistem em estruturar e abordar seus problemas partindo de um conjunto de pressuposições que já não se aplicam mais ou se tornaram antiquadas. É possível que essas pessoas estejam usando as mesmas técnicas de resolução de problemas que usaram com eficácia no passado, deixando de reconhecer que, por algum motivo, tais técnicas não funcionam mais.

A vida é uma contínua seqüência de resolução de problemas. Na criatividade está a chave para se descobrir como ir do ponto A ao ponto B, quando nunca antes havíamos tentado fazê-lo. É o ato de gerar novas idéias. Sem criatividade, corremos o risco de nos tornarmos obsoletos em nosso mercado de trabalho, que muda com tanta rapidez e parece ter a intenção de se reinventar continuamente.
Ao contrário do que se acredita, não há nada de misterioso em ser criativo. Não existe uma “receita secreta”.

O princípio básico da criatividade consiste na combinação, de maneira original, de duas ou mais idéias conhecidas, a fim de criar uma idéia nova, diferente. Requer certa habilidade, mas você pode desenvolver e treinar-se para utilizá-lo sempre que necessário. É necessária uma tomada de consciência. “O homem inteligente está sempre aberto a novas idéias. Na verdade, ele procura por elas” (Provérbios 18.15).

Passos Para o Processo Criativo

Determine claramente qual é o problema.
O que está errado? Qual é o problema que estamos tentando resolver? Seja o mais específico possível. Problemas vagamente delineados são de solução mais problemática, pela dificuldade de se determinar o que exatamente precisa ser feito. Trata-se de problema de produção, merchandising, marketing ou gerenciamento?

Estabeleça uma meta específica.
O que realmente pretendemos realizar ou queremos que aconteça?

Gere tantas idéias quantas forem possíveis.
Quanto mais idéias melhor. Obrigue-se a relacionar opções. Forme um grupo de pessoas que exponham livremente suas idéias quanto à resolução do problema. Divirta-se com o processo criativo. Dê a si mesmo permissão para se exceder. Desafie as regras. Faça o inesperado. Disponha-se a esquecer frases como,”Nós nunca fizemos assim antes”. Use sua intuição. Faça muitas perguntas. Esqueça a “realidade” por um momento. Você pode mesmo tentar loucas associações de palavras, buscando estimular formas diferentes de pensar. Pode por exemplo perguntar: “Como este problema se parece com um elefante?”

Restrinja sua lista até chegar à melhor idéia.
Uma vez explorado o maior número de possibilidades e alternativas possíveis, começa o trabalho duro de eliminar uma por uma as idéias que não atingem o seu objetivo, selecionando uma única que ofereça a maior probabilidade de sucesso.

Parta para ação.
Aja agora! Faça! A maior parte das pessoas bem-sucedidas alcançaram sucesso com apenas uma única idéia notável.

por: Rick Warren, escritor e conferencista, autor do best-seller “The Purpose-Drive Life” (Uma Vida Com Propósitos).

Você conhece mais Líderes ou mais Ditadores?

  

Não imagino a reação de vocês ao lerem o título deste post, mas, faz sentido a minha pergunta?
Observo, leio e estudo bastante sobre o que se refere à liderança, todo aquele pacote pronto de informações de “Como ser o melhor líder”, “Como administrar conflitos”, “Qualquer um pode ser um líder de Sucesso”, etc, e me recordo das pessoas com quem já trabalhei. Passei por algumas “poucas e boas”, e hoje acho aquelas cenas “bizarras” por um lado até engraçadas.

Lembro-me que ao sair da faculdade de Hotelaria, fui trabalhar em um hotel familiar em minha cidade. Lá fui recepcionista por dois anos. O dono ainda é o mesmo senhor, que me acolheu como filha – com direito aos amores e às guerras de uma relação como esta. A chefe da Recepção (cruzes!) era uma megera no trabalho – e só me dei conta da pessoa maravilhosa que é quando saí de lá.

Enfim, eram (e são) duas pessoas fantásticas, mas que devido à cultura empresarial ou falta de tato, pecavam em Liderança. Aquele lugar mais parecia um campo minado: patrão contra empregado e empregado contra patrão! Completamente surreal para os dias de hoje, e ao mesmo tempo, ainda muito presente nos empreendimentos familiares brasileiros. Por que estou falando deles? Porque foi de lá que tirei todo o meu
interesse sobre Gestão de Pessoas, em seu sentido literal.

E o que isso tem a ver com ditadura? Já diziam Platão e Aristóteles:
[...]os tiranos são ditadores que ganham o controle social e político despótico pelo uso da força e da fraude. A intimidação, o terror e o desrespeito às liberdades civis estão entre os métodos usados para conquistar e manter o poder. A sucessão nesse estado de ilegalidade é sempre difícil.
Maquiavel também chegou à mesma conclusão sobre as tiranias e seu colapso:
[...]este (a tirania) é o regime que tem menor duração, e de todos, é o que tem o pior final.[...]
Ora! O que tem a ver é o turn-over, a insatisfação, a desmotivação e as atitudes resultantes destas práticas de imposição do poder “no grito”. É natural que desejemos através do trabalho, uma condição de auto-realização e satisfação de nossas necessidades. Almejamos por um ambiente de trabalho que dignifique e dê sentido racional à nossa existência.

Quando nos deparamos com esta “ditadura”, onde nossos valores são ignorados e esmagados por outrém mais poderoso(s), inevitavelmente o egoísmo e a resistência intrínsecos ao ser humano vêm à tona. Isto se torna uma “bola de neve”, e é aí que patrões e empregados já não têm mais condições de serem parceiros, e se tornam “inimigos”. Inimigos convivendo em um único meio (hostil!), e onde geralmente vivem mais horas diárias do que em seus próprios lares. Realmente desta maneira fica difícil haver cooperação por parte da equipe. Já dizia Gandhi: “Olho por olho e o mundo acabará cego.”. Acredito que é bem por aí.

Conflitos existem em grupos desde sempre, viver em sociedade é complicado e requer sacrifícios, equilibrar as necessidades empresariais (lucro) com os valores e atitudes dos subordinados perante aos estímulos pessoais (egoísmo, inveja, “corpo-mole”, fofocas…) será para todo o sempre o nosso maior desafio enquanto gestores.

É na capacidade de lidar com nossos semelhantes, individualmente, e seus sentimentos que podemos evitar esta “guerra” não declarada no interior das organizações. Não é questão de bondade ou caridade, é questão de inserção – todos precisam se sentir inseridos no contexto, seja no trabalho, na família ou na sociedade.
Quebrar o gelo e aceitar a diversidade faz bem!

Liderar é cultivar e se responsabilizar pelo relacionamento saudável entre líderes e liderados. Outro dia li um artigo que falava sobre o Manual do Chefe da U.E.B. (União dos Escoteiros do Brasil). Neste manual, o bom líder deve possuir e/ou desenvolver necessariamente as seguintes qualidades: honestidade, habilidade, simpatia, paciência e tato. O trabalho de conhecimento sobre as capacidades e habilidades de liderança dos

Escoteiros se inicia com a definição de seus próprios valores pessoais, pois muitas vezes estas capacidades e habilidades parecem não existir ou se encontram pouco desenvolvidas e percebidas inicialmente. Ou seja, o líder também precisa se conhecer, descobrindo e potencializando sua liderança através de habilidades e competências desenvolvidas durante suas experiências de vida.
Liderar é ter respeito pelo indivíduo que faz parte de sua equipe. É trabalhar e cobrar pelo melhor resultado, porém com sinergia. Dentro do todo, existem pessoas diferentes e suas respectivas habilidades, responsabilidades e funções. Ser líder é ser capaz de tornar a sua equipe homogênea.

Enfim, pensar que ainda existem “ditadores” em vez de “líderes” nas empresas, é questionar sobre como eles ainda conseguem sobreviver. Que sejam condenados e depostos de seus cargos, e logo!

por: www.superempreendedores.com

As 3 coisas que realmente motivam as pessoas

Motivação é fundamental para o dia-a-dia do empreendedor
Motivação é fundamental para o dia-a-dia do empreendedor

Dinheiro é um fator motivante, mas nem sempre
Existem basicamente 2 tipos de atividade, as que envolvem a lógica e as que envolvem a criatividade. Nas que envolvem a lógica e coisas mais palpáveis o dinheiro realmente é um fator motivante. Em atividades criativas o dinheiro prejudica o desempenho.

Se não é dinheiro, o que realmente motiva as pessoas?
Se você quer estimular a motivação em uma área que envolva criatividade e inovação, ou seja, empreendedorismo, entenda os 3 fatores essenciais para que a motivação coma solta.

Autonomia
Pessoas criativas gostam de ser donas do próprio nariz. Apesar de autonomia não significa fazer o que quiser, o sentimento de ter espaço para gerar novas ideias é fundamental. Ninguém consegue produzir algo realmente inovador cheio de barreiras ao redor.

Maestria
Quem quer fazer um trabalho grandioso adora olhar para ele e falar “Caramba, eu sou sinistro hein?”. Lembrando que para alcançar a maestria são necessárias MUITAS horas de prática. Veja mais em Para fazer coisas extraordinárias, é preciso treinar extraordinariamente.

Propósito
Quantas vezes você já parou no meio de uma atividade e pensou “Por que %@$ eu estou fazendo isso?”.
Motivação vem de ter um motivo para fazer algo. Tendo um propósito grandioso a jornada rumo ao sucesso fica muito mais fácil.

Bacana! Quero saber mais sobre isso
Para aprofundar seu conhecimento sobre os 3 fatores e se tornar o mestre da motivação, não deixe de assistir esse vídeo sensacional. Para ver as legendas em português clique em Subtitles e escolha essa opção.



Conclusão
Apesar desses fatores motivarem todas as pessoas, algumas simplesmente não estão dispostas a fugir da estabilidade financeira para correr atrás disso. Se você quer criar uma empresa inovadora que vai longe, esse não é o tipo de pessoa que você quer na sua empresa.

Um ótimo exemplo de empresa guiada por um propósito é a Zappos, que foi de 0 a 1 bilhão de dolares de faturamento em 10 anos. Confira nossa entrevista com o CEO da Zappos.
E você, que acha desses 3 fatores? Consegue enxergar como cada um deles influencia o dia-a-dia do empreendedor?

por: Millor Machado

As 3 vantagens do pinguim sobre o pato


Exceto o pato Donald, é muito raro vermos patos sendo aclamados pela sociedade. Inclusive, citamos o pato como exemplo de quem mandou mal “Fulano foi pato naquela negociação”. Em compensação, o pingüim é praticamente um herói mundial (Madagascar, Happy Feet, Tá dando onda, etc.). Até quando é vilão do Batman o pingüim é um bicho maneiro.

E o que isso tem a ver com empreendedorismo?

O pato tenta nadar, voar e andar, mas não faz nada direito. O pingüim por outro lado, não voa e é todo desengonçado andando, mas tem um foco muito claro: ser um especialista na água. Essa especialização o torna muito mais eficiente na hora de buscar seu alimento.
Vantagens do pinguim sobre o pato
Não adianta disfarçar

1. Ser especialista torna mais fácil “vender o seu peixe”
Façamos um rápido exercício. Pense em 5 coisas do mundo, qualquer coisa.
Agora, pense em 5 coisas que estão na sua geladeira.

Aposto que foi muito mais fácil pensar em coisas na geladeira do que em qualquer coisa no mundo. Isso também acontece na hora que alguém pensa em te contratar.

É difícil enxergar a aplicação de um serviço que “faz tudo”. Porém, se você resolve muito bem algo específico, é de você que as pessoas vão lembrar quando tiverem essa demanda.

2. Especialização significa ter um diferencial
Se você resolve “mais ou menos” qualquer problema que eu tiver, por que eu pagaria caro por esse serviço? Pra resolver “mais ou menos” eu consigo facilmente contratar outra pessoa ou então eu mesmo resolvo.

O especialista é aquele que é chamado quando “o bicho pega” e ninguém mais conseguiu resolver esse pepino. Ou seja, sua hora de trabalho vale muito mais.

3. Uma equipe de especialistas vale mais do que uma equipe de generalistas
Imagine um time de futebol em que todos os jogadores defendem, chutam e tocam a bola de forma mais ou menos. Agora coloque esse time contra o glorioso Bahia, que tem um paredão na defesa, um meio de campo expert em fazer a conexão e um ataque matador.

Numa empresa ideal a estrutura é parecida com a do Bahia em que cada um tem a sua função e a executa perfeitamente, em prol de um objetivo comum. A Apple por exemplo, tem várias linhas de produto, mas sempre dentro do seu foco: bens de consumo eletrônicos.

Alguém consegue imaginar a Apple fazendo bolas de futebol ou sorvetes?

Porém, não confunda especialização com ignorância
Mais do que ser especialista ou generalista, o que importa é resolver o problema até o fim. Isso quer dizer que é necessário o mínimo de habilidades em outras áreas. Se o pingüim não andasse, como ele chegaria até a água?

Não adianta você se especializar em vendas, via internet, de sabonetes de morango, para descendentes de irlandeses, que moram em Niterói, sem entender os conceitos gerais de estratégia e marketing.

Conhecer os fundamentos básicos é essencial em qualquer profissão. Lembre-se sempre de Daniel San aprendendo karatê.

por: Millor Machado

Se você nunca falhou, você nunca viveu

Características do empreendedor: Aceitar o risco
Às vezes não é uma boa olhar pra trás

Mais do que perder dinheiro ou se machucar, o ser humano tem um medo gigantesco de ser rejeitado. Não é à toa que estatísticas mostram que as pessoas tem mais medo de falar em público (glossofobia) do que o medo da morte (necrofobia), do medo de aranhas (aracnofobia) e do medo de nunca ser campeão da Libertadores (corinthiansfobia).
Tá bom, eu inventei a última. Mas a grande questão é que o medo da rejeição é de longe o maior fator que impede as pessoas de fazerem coisas grandiosas. Para justificar seu medo, as pessoas inventam diversas desculpinhas como as mostradas na tirinha Os motivos para não empreender.

Porém, se você quer o sucesso, não tem pra onde fugir. Uma hora você irá falhar. O que diferencia as pessoas de sucesso das medianas é a capacidade de falhar e não desistir. Um ótimo exemplo é o vídeo a seguir, que representa muito bem uma frase de Henry Ford:

 “Não conheço pessoas que falharam. Só conheço pessoas que desistiram

Como dito no post de Miguel Cavalcanti (onde achei o vídeo), esse é daqueles vídeos que você assiste e fica quieto, pensando.

Fica então a pergunta: e você, o que tem feito para superar o medo e ir em direção ao sucesso?

por: Millor Machado