segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Comunicação Eficiente






Escolher as palavras certas e falar com clareza. Aprender a escutar e entender o que as outras pessoas dizem. Estar atento aos gestos, aos movimentos e às expressões que muitas vezes revelam mais sobre alguém do que as palavras. Essas atitudes formam a receita básica de uma comunicação eficiente, algo fundamental para quem pretende ter um bom desempenho no trabalho. “Quem tem mais domínio sobre todos estes aspectos consegue se comunicar melhor”, diz a fonoaudióloga Leny Kyrillos, professora doutora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), que atende executivos, jornalistas e atores. 

Como você pode acertar no discurso e dar seu recado no trabalho? 
Para começar, siga as regras básicas. Depois, veja o que funciona melhor para você e o seu interlocutor. “A comunicação depende do contexto e das características do orador e do público”, diz o professor Reinaldo Polito, autor do livro Como Falar Corretamente e Sem Inibições (Editora Saraiva), um dos maiores especialistas do Brasil em comunicação.

Vá direto ao assunto

Para vender uma ideia ao chefe não é preciso contar todo o processo que o levou a formular a proposta. Concentre-se em dizer qual benefício sua sugestão produzirá. “Vá direto às conclusões e seja conciso. Saber priorizar informações é fundamental para ter relevância”, diz Normann Pedro Kestenbaum, autor do livro Obrigado pela Informação que Você Não Me Deu! (Editora Campus/Elsevier) e sócio da consultoria Baumon, de São Paulo, especializada em comunicação

Seja mais claro, por favor
Para fazer com que o ouvinte entenda exatamente o que você diz, fale a língua dele. Adapte e traduza seu discurso à faixa etária, formação, interesses e expectativas do ouvinte. Assegure-se de que ele gravou o recado. “Não adianta ter um discurso brilhante se ele não será lembrado depois de uma hora”, diz o consultor Normann Kestenbaum. Desconfie de termos difíceis, gírias, expressões vulgares, tecnicismos e jargões. Eles podem sabotar a mensagem. “Os líderes devem limpar ao máximo os ruídos da comunicação”, diz Leny Kyrillos, fonoaudióloga da PUC-SP.

Como escutar melhor

Saber escutar é um item primordial para uma comunicação eficiente. Avalie se você está aberto às mensagens que recebe — principalmente se você se acha incompreendido. “Quem fala demais e não dá espaço ao outro pode prejudicar o processo de comunicação”, diz Reinaldo Polito. Para aguçar a audição, as dicas são:

EVITE PREJULGAR. Espere até que a mensagem seja completada antes de formar sua opinião. Isso ajuda o entendimento.

GUARDE A INFORMAÇÃO
. Para registrar a informação, só há um jeito: preste atenção. Se a sua memória não é boa, anote. Ou peça por escrito. Recordar o que foi conversado ajuda a retomar a comunicação a partir dos principais pontos. Isso é eficiência.

TENHA INTERESSE PELOS OUTROS. Admitir que os outros também têm boas ideias é um dos primeiros passos para escutar o que eles têm a dizer.
 
Maria Heloísa Morel
37 anos, diretora de marketing do grupo de serviços online e consumo da Microsoft Brasil

Logo que entrou no Grupo Pão de Açúcar, em 2004, a engenheira Maria Heloísa Morel, de 37 anos, hoje diretora de marketing de uma área da Microsoft, sentiu na pele a importância de ouvir o time. Na época, ela e a equipe estavam com uma grande carga de trabalho, o que resultava em muitas horas extras. As pessoas reclamavam do excesso, mas Maria Heloísa considerava a rotina tolerável, já que se tratava de uma situação passageira. “Achei que daria para aguentar”, diz. Percebeu que estava errada quando um integrante do time pediu demissão. “Deveria ter entendido o que estavam me dizendo”, diz a executiva. “Hoje, converso muito com a equipe sobre as demandas, para avaliar os impactos delas no dia-a-dia e poder negociar processos adequados a todos.”

ESCREVER NÃO É FALAR
Para ter sucesso na linguagem escrita, é preciso dominar vocabulário, gramática e construção das frases. O maior problema ocorre quando se tenta escrever da mesma forma que se fala. Nesse caso, o resultado pode ser um texto incompreensível. Para se expressar bem na linguagem escrita, além de praticar bastante:

• Leia e releia suas mensagens antes de enviá- las, para encontrar e corrigir os erros;
• Espere um pouco antes de enviá-las. Quanto mais tempo passar, mais fácil será ler de forma isenta e descobrir possíveis interpretações erradas;
• Peça ajuda a terceiros para checar o entendimento e a clareza do texto.

Anderon Santos Pereira
35 anos, gerente comercial da Nextel no Rio Grande do Sul

 Quando o paulistano Anderson Santos Pereira, de 35 anos, assumiu a gerência da unidade gaúcha da Nextel, em agosto de 2007, um dos seus maiores desafios foi alinhar a comunicação com o time. A equipe estava desmotivada por desconhecer as metas individuais. “As pessoas só conheciam os objetivos da unidade”, diz. Baseado nos planos da empresa, Anderson conversou individualmente com os 14 membros da equipe, ouviu o que cada um tinha a dizer, anotou sugestões, dividiu os clientes de acordo com o perfil de cada integrante do time e traçou objetivos claros para todos. “Com maior transparência, as pessoas compreenderam os rumos que a companhia queria tomar e o papel delas.”

Mais que mil palavras
As informações que você emite com o rosto, os braços e o tom de voz causam mais impacto do que o conteúdo que está sendo passado. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, concluiu que 93% da eficácia da comunicação deve-se ao tom e à intensidade da voz, aos gestos e às expressões corporais. “A mensagem que prevalece é aquela transmitida pela comunicação não-verbal”, diz Leny, fonoaudióloga da PUC-SP. Preste atenção:


• Ao corpo. A forma como alguém gesticula sinaliza o que ele sente. Uma posição ereta, olhando as pessoas de frente e braços voltados para quem está falando dá a ideia
de acessibilidade e entusiasmo. Cruzar os braços ou manter os ombros caídos podem causar o efeito contrário. O rosto e a boca também são agentes importantes de uma comunicação eficiente. Evite uma postura desleixada e os bocejos.

• À Voz. Este é um dos elementos mais importantes para passar a interpretação desejada. Contam o tom, o volume e a entonação. Não adianta, por exemplo, manter o tom grave – que gera a sensação de seriedade e firmeza — para motivar e entusiasmar o time. Prefira um tom mais leve e alegre. “O segredo é saber variar e combinar todos estes elementos para serem usados de acordo com a informação e a sensação que queira produzir nos outros”, diz Leny Kyrillos.

por: Renata Avediani

Postura Diante dos Desafios

Etapas de uma carreira.



1 – O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

2- No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha..
Por exemplo, “José de contas a pagar.”

3- No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. “José da usina tal.”

4- No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: “José, Gerente da usina tal.”

5- Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o José passam a se referir a ele como ‘o meu amigo José, Gerente da usina tal’.

Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, ‘um amigo profissional’.

Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional:

  • Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.
  • Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.
  • Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores. 
  • Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que hoje chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional.

Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.
Amigos profissionais são necessários. Amigos de verdade, indispensáveis.
Imagine você um dia descobrir que tinha bem mais amigos do seu cargo do que da sua pessoa!

Algum dia (e esse dia chega rápido) os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores e não de profissionais.

Por isso preservem as amizades verdadeiras porque os amigos da tua posição desaparecerão, os amigos da sua pessoa permanecerão do teu lado.”

por: Max Gehringer

Você é levado pela inovação?

“Tente. Pergunte-se…?´. Observe. Combine.”
Apesar de ser em inglês, dá para pescar ótimos exemplos, como a cola que não cola e vira post it e do pó (bicarbonato) que absorve odores e vai para dentro das geladeiras. Fantástico!

6 lições de trabalho em equipe aprendidas com os mineiros do Chile.

Presos por mais de dois meses, os 33 mineiros no Chile, resgatados a partir de hoje, deram uma forte demonstração de humanidade. Além do forte instinto de sobrevivência e da evidente persistência, algumas outras lições podem ser tiradas da situação. Será que você consegue aplicar na sua empresa?

1- Eleja um líder para contornar crises

Todo processo precisa de gestão. Uma crise, então, necessita com mais urgência ainda. Tome por base os acidentes aéreos. As companhias sempre encontram um porta-voz, certo? Lembre-se que, em uma crise na empresa, todos são afetados e alguém com mais experiência pode, além de acalmar os mais jovens, pensar em soluções práticas de forma mais rápida.

2- Energia positiva gera energia positiva
Mesmo confinados, os trabalhadores geravam ótimas imagens. Sempre brincando, rindo, conversando. Ficar nervoso não agrega em nada, e cooperatividade é importante para resolver problemas.

3- Esqueça o complexo de Big Brother

Quando pessoas se unem, o conflito não precisa ser “a primeira coisa a ser criada”. Se fosse criado um conchavo dentro da mina, tendo em vista o limite psicológico ao qual todos estavam submetidos, certamente o resgate de todos não seria possível. Sua empresa pode ser um lugar produtivo se sua liderança conseguir unir a equipe em torno de um objetivo.

4- Planeje, afinal, a situação sempre pode piorar
A 600m de profundidade, era necessário cuidar da higiene e racionar o consumo dos mantimentos. Felizmente, com a abertura do túnel, os 33 trabalhadores conseguiram receber mais comida. Dessa forma, prepare-se para o pior. Qualquer coisa “menos ruim” do que isso será muito mais fácil de lidar se o planejamento for adequado.

5- Comunicação é a chave



Manter todos informados a todo momento é uma das principais formas de se manter a liderança e o foco do grupo. É muito mais fácil olhar o problema e enxergar a solução quando estão todos olhando para o mesmo ponto.

  

6- Resiliência, sempre

A capacidade de contornar desafios ou superar obstáculos precisa ser exercitada a todo momento em situações difíceis. Quando desistir não é uma opção, o único caminho a seguir é para cima!

Vale a pena ressaltar que para um bom trabalho de equipe, um bom líder é peça chave no processo.

por: Rafael Gonçalves

Disciplina: mais do que um comportamento, um estilo de vida


“Qualquer coisa que a mente do homem pode conceber, também pode alcançar.” -W. Clement Stone

Quem não sonha em conquistar uma posição melhor no trabalho? E quantos desenvolvem um plano para isso? E quantos colocam o plano desenvolvido em prática? Poucos, não é mesmo?
Se estudarmos com atenção pessoas realmente bem sucedidas na vida, encontraremos em abundância a disciplina, como por exemplo:
  • Ayrton Senna
  • Steve Jobs
  • Abílio Diniz
São pessoas que tiveram a capacidade de transformar sonhos em realidade e se valeram do bem mais precioso que temos: o tempo, pois é através dele que realizamos tudo aquilo que é importante.
Quanto tempo você tem se dedicado a atividades regulares? Tem praticado exercícios físicos regularmente? Tem se dedicado ao seu desenvolvimento profissional? Separa mensalmente uma parte da sua renda para um projeto futuro?
Se pelo menos uma das respostas acima for positiva, parabéns! Mas se por acaso todas forem negativas, não desista de tudo, pois eu tenho uma boa notícia: na prática, a disciplina, como qualquer outra competência, se aprende e pode ser treinada a partir da decisão e da persistência de cada um de nós.
Dicas de como começar a desenvolvê-la
Primeiro Passo: Planejamento – Seguem algumas perguntas que ajudarão a planejar seu objetivo de uma forma mais efetiva:
  1. Defina o que você quer de verdade.
  2. Que resultados concretos você deseja atingir em qual prazo ?
  3. Qual é o passo a passo para chegar lá ?
  4. O que poderia impedi-lo de dar esses passos ?
  5. O que você irá fazer para contorná-los, caso seja preciso ?
  6. Você necessita de algum recurso/apoio ? Como irá consegui-lo ?
  7. Quais são os critérios e medidas para o sucesso ?
Segundo Passo: Persistência na execução do planejamento
  1. Comece por aquilo que for mais fácil.
  2. Crie alternativas para minimizar os seus medos.
  3. Desenvolva o hábito de terminar tudo que você começou.
  4. Mantenha a serenidade e controle a ansiedade, não espere um retorno da noite para o dia. O mais importante é ter consciência que você está no caminho certo.
Para finalizar, lembre-se que a disciplina é muito mais do que um comportamento, é um estilo de vida que deve estar presente em todas as áreas da sua vida que requerem tempo para se desenvolverem. E quando a disciplina está presente, aquilo que foi planejado será executado, não tenha dúvidas quanto a isso.

por: Patricia Wolff

sábado, 6 de novembro de 2010

10 dicas para você ser um solucionador de problemas mais eficiente.


Quando uma empresa resolve contratar alguém geralmente é porque tem um grande problema para resolver. Depois do processo de seleção e escolha do candidato vencedor para a vaga, espera-se dele que sua experiência, habilidades e conhecimentos se convertam em soluções de muitos problemas no dia-a-dia, que justifiquem sua contratação. Podemos dizer que toda entrevista se resume na seguinte pergunta: “Você pode resolver meu problema?“ 
Todos os dias temos que provar que o “sim” que dissemos lá atrás na entrevista é verdadeiro. Aliás, muita gente se questiona quanto a comparação de salários com colegas levando-se em conta currículo, formação acadêmica, cursos, etc… A grande pergunta que devemos nos fazer, e com frequência, é ”até que ponto resolvo problemas com eficiência e eficácia na minha empresa?” 
Não são raras as vezes em que há frustração por parte de quem contrata. Problemas do empregador à parte, devemos sempre procurar olhar para nós mesmos antes de mais nada, nossas atitudes e capacidade de resolutividade perante os desafios diários.
A lista abaixo, divulgada pela ComputerWorld, elaborada pelo CIO da Escola de Medicina da Harvard e de um dos maiores grupos de assistência médica dos EUA (baseado em sua experiência), apresenta dicas preciosas que podemos aplicar no nosso local de trabalho e que podem fazer uma baita diferença na hora em que você enfrentar seu próximo problema e inclusive na sua atitude em lidar com os resultados de suas ações, como ao comunicá-las, por exemplo.
Dicas que são frutos da experiência, raramente ensinadas com clareza nas faculdades. Veja como você pode se diferenciar sem ter que pagar mais um curso para isso:
1 – Uma vez que algum problema foi identificado, verifique seu real alcance – O software de monitoramento pode até dizer que tudo está bem, mas é bom não se conformar. O ideal é conversar com os usuários, testar a aplicação ou a infraestrutura sozinho e ter certeza sobre a origem de qualquer  reclamação.
2 – Quando o alcance do problema é muito grande e a raiz ainda é desconhecida, acione um plano de emergência – É muito melhor mobilizar toda a equipe para um falso alarme ocasional do que intervir tarde demais e quando o problema alcançar proporções muito grandes com uma resposta lenta do departamento de TI.
3 – O processo de solução de um problema deve ser visível, atualizado constantemente para todos e participativo – Muitas vezes os profissionais técnicos ficam tão focados em suas tarefas diárias que perdem a noção do tempo, não se atualizam mutuamente e deixam de conversar com outras áreas. A companhia deve ter uma abordagem multidisciplinar, com relatórios de progressos pré-determinados para prevenir, isolar o problema e buscar soluções com maiores chances de acerto.
4 – Mesmo com a rotina de atualizações e relatórios, a equipe deve ficar livre para trabalhar – Alguns líderes de TI gostam de retornos constantes de sua equipe e isso não é necessariamente ruim. Mas se a equipe gastar 90% do seu tempo reportando o status do trabalho, fica muito mais difícil solucionar problemas em prazo razoável.
5 – A explicação mais simples geralmente é a correta – Halamka relata que, em um incidente recente em sua corporação, todas as evidências apontaram para o mal-funcionamento em um componente do firewall. Mas todos as ferramentas de testes e diagnósticos indicavam que o firewall funcionava perfeitamente. Alguns levantaram a hipótese de que a empresa sofria um tipo muito específico de ataque de negação de serviços. Outros aventaram a possibilidade de uma falha em componentes das redes Windows dos servidores. Surgiu ainda a possibilidade de um ataque incomum por vírus. A explicação mais simples, do firewall, foi comprovada correta após sua remoção da infraestrutura da rede. E, segundo Halamka, a regra da explicação mais simples ser a resposta, até mesmo para problemas mais complexos,  é verdadeira na maioria das vezes.
6 – Os prazos devem ser definidos de maneira responsável – O que mais irrita os usuários não é exatamente a demora, mas a definição de prazos imprecisos e os consequentes pedidos de “só mais uma hora para resolver o problema”. Se uma indisponibilidade de sistema ocorrer por conta de uma mudança planejada de infraestrutura, a questão é ainda mais séria: o melhor a fazer é definir um prazo preciso e respeitá-lo.
7 – Comunique-se com os usuários o máximo possível – A maioria dos stakeholders da empresa está disposta a tolerar indisponibilidade se você explicar exatamente as ações que estão sendo tomadas para restaurar o serviço. Os principais executivos de TI são os maiores alvos dessa dica, pois devem mostrar compromisso, presença e liderança.
8 – Orgulho não deve atrapalhar a solução – É difícil assumir erros e desafiador reconhecer o que não se sabe. Mas em vez de gastar tempo procurando culpados por problemas, o foco deve ser em examinar a raiz da indisponibilidade e depois definir processos para prevenir a repetição dos problemas.
9 – Não cante vitória antes do tempo – É tentador presumir que os problemas foram resolvidos e dizer a todos os usuários sobre a suposta vitória. Mas o melhor é esperar 24 horas seguidas de serviços ininterruptos antes de declarar o problema resolvido.
10 – Líderes de TI devem focar na sua trajetória, não em sua posição cotidiana – Indisponibilidades podem causar diversas emoções, como ansiedade, medo de perder o emprego ou a reputação e tristeza pelo impacto causado nos usuários. Nessas horas, a melhor coisa é ter em mente que o tempo é capaz de curar qualquer coisa e que incidentes eventuais serão esquecidos. Com o passar da trajetória profissional, a comunidade de usuários tende a observar mais a consistência e o processo contínuo de melhoria de qualidade do que episódios isolados.
As teorias das salas de aula são muito importantes para a formação do profissional, sem dúvida. Mas na prática, converter os ensinamentos em atitudes produtivas, que resolvam problemas e nos façam destacar-nos não é algo tão simples assim.
Por isso temos que ouvir bastante dos mais experientes, não importa seu tempo de estudo e até idade. Tem muita gente com menos formação acadêmica que nós e que estão bem acima na escala hierárquica, e pode apostar, a grande maioria deles são mestres na arte de resolver problemas. Aprendamos pois com eles.
E você, quais destas dicas considera mais importante no seu dia-a-dia? Dê sua opinião!

As 10 dicas foram extraídas do site da ComputerWorld

por: Vinicius

Capacidade de Realização: 5 dicas para estar apto a vencer mais desafios

“Trazer o sonho para a realidade não é milagre, mas simples ato de vontade para o qual é preciso criar condições” – Rosa E. A. de Bernhoeft
Garantir a competitividade tem sido a palavra de ordem de muitas empresas que estão focando sua atenção nos resultados apresentados pelos colaboradores.
As pessoas bem sucedidas nesta realidade serão aquelas com capacidade de realização, isto é, colocar a energia naquilo que está fazendo, eficiência e velocidade no trabalho.
Preparei 5 dicas que poderão ajudá-lo nesta missão, e elas serão apresentadas a seguir.


1 – Defina seu objetivo de forma simples e específica
Entenda o que de fato é importante para você, por que quer alcançar este objetivo, o que você irá ganhar e perder.
A partir da consciência destes pontos, você conseguirá direcionar melhor a sua energia/atenção para realizar aquilo que precisar ser feito. Além disso, pense também nos obstáculos que possam surgir ao longo do percurso, tanto externos (mercado, pessoas) como internos (pensamentos, emoções, crenças).

2 – Planeje o suficiente e comece a realizar
Uma vez que você estudou seu objetivo, detalhou e avaliou a melhor forma de executá-lo, não fique esperando as condições ideais para implementá-lo.
Inicie sua jornada, e crie as condições necessárias para você obter o êxito. Comece de preferência pelo que for mais fácil, pois desta forma você irá concluir este pequeno passo sem muitas dificuldades e se motivará para seguir em frente.

3 – Concentre-se em seus pontos fortes
Identifique quais são os seus pontos fortes e aplique-os em seu dia a dia.
Esta é a forma mais rápida de obter a excelência. Caso precise de ajuda para identificá-los o livro Descubra seus pontos fortes é uma boa pedida, pois na compra do livro você recebe uma senha para realizar o teste pela internet e descobrir os seus cinco talentos dominantes. Vale a pena.

4 – Coloque um ponto final na procrastinação
Deixou novamente o relatório mensal para fazer no último dia?
Depois de um alto investimento de energia você termina e promete a si mesmo que nunca mais fará isso, pois o estresse não compensa. E no mês seguinte acontece a mesma coisa … Para você poder colocar um ponto final na procrastinação é preciso que você identifique a razão pela qual você procrastina: está sobrecarregado? sua confiança está abalada? você está entediado? está trabalhando em algo que não gosta? ou está mesmo preguiçoso?

5 – Aja como protagonista
Duas tendências básicas do ser humano: vitima ou protagonista.
Cada uma das duas representa uma lente diferente por meio das quais fornecemos explicações para as coisas que acontecem em nossas vidas. Quanto mais você se responsabilizar por resolver as situações, maior será sua capacidade de reação, e consequentemente, maior será a capacidade de realização.

Concluindo
Lembre-se que se o desafio for maior que a sua capacidade de realizar, você fracassará; se a capacidade de realizar for maior que o desafio, você terá sucesso. Portanto, quanto mais treino, maiores suas chances de fazer sempre o melhor!
Para finalizar gostaria de sugerir uma reflexão.
  • Como até 90% de nosso comportamento baseiam-se em hábitos, identifique aqueles que estão atrapalhando sua capacidade de realização.
  • Defina novos hábitos que você deseja desenvolver, oposto do anterior.
  • Faça uma lista com 3 ações que você decide fazer para transformar o novo hábito em realidade, e com prazo.
E agora é com você! Bom trabalho!

por: Patricia Wolff

Não seja um mau perdedor

Ninguém gosta de perder uma competição, ou de ver o seu time ou representante não ser o vencedor. Lamentar a derrota é normal, e procurar as razões para a falha é importante – mas deve ocorrer em um contexto de atitude positiva, associada ao aprendizado e à busca de superar esta mesma causa em oportunidades futuras.
Nem toda disputa é esportiva, e a máxima “o importante é competir” não se aplica a todos os empreendimentos humanos, mas isso não impede que a boa atitude desportiva possa prevalecer entre rivais a partir do momento em que se conhece o vencedor de um certame.
Ter uma atitude indigna após uma derrota equivale a perder duas vezes, e estar preparado para não ser o vitorioso, e saber como lidar com a situação após o anúncio do resultado, é algo que se espera tanto dos participantes diretos quanto das suas torcidas, apoiadores e simpatizantes.
O “choro do perdedor”, no sentido de desclassificar o adversário, as condições ambientais e a própria disputa – que até o momento da proclamação do resultado estavam plenamente aceitos – é um comportamento que pouco faz a favor de quem o pratica, e muitas vezes acaba aprofundando a natural insatisfação da derrota, além de impedir a reflexão sobre a origem real do resultado, associada ao comportamento do próprio participante e aos fatores que estiveram sob seu controle.

Como não ser um mau perdedor

É difícil manter o respeito por alguém que não consegue aceitar com dignidade a derrota – e isso ocorre desde a partida de videogame entre 2 irmãos, até o resultado das mais intensas disputas nacionais e internacionais.
Saber evitar este tipo de comportamento pode ser um sinal de maturidade, e costuma-se dizer que é mais importante saber como agir na derrota do que na vitória – pode-se errar em ambos os casos, mas a derrota é um obstáculo maior.
Para ajudar a identificar as atitudes de mau perdedor e assim facilitar combatê-las, eis as 5 principais atitudes do mau perdedor:
  • Inventar mil desculpas – a típica desculpa de um mau perdedor começa com “ah, mas”. Pode ser algo como “ah, mas a outra equipe tinha muito mais recursos e apoio”, ou “ah, mas deixaram a final para um feriadão e a torcida não estava lá para apoiar o nosso time”. O que elas tem em comum é que procuram “culpar” as circunstâncias, ou fazer parecer injusta a superioridade demonstrada pelo adversário.
     
  • Menosprezar a vitória alheia – a súbita mudança de opinião sobre o valor da disputa é um sintoma claro do mau perdedor. Embora seja positivo compreender e comunicar que a recente derrota não impedirá vitórias futuras, isso não pode ter a lamentável conotação de “nem queríamos ganhar mesmo”, como quando o derrotado que disputou até o final um campeonato estadual passa a dizer que está mesmo preocupado com o campeonato nacional, tentando assim (geralmente sem sucesso) desvalorizar a vitória do oponente.
     
  • Mudar de ideia sobre a validade da disputa – as regras e condições da disputa são conhecidas desde o princípio, e foram aceitas ao longo de todo o certame. Por que criticá-las só ao final e após não ter sido o vencedor? Se elas não tiverem sido cumpridas, a atitude correta é recorrer, e aí sim divulgar a providência tomada. Simplesmente criticar o que anteriormente foi aceito é o típico “choro do perdedor”.
     
  • Culpar as circunstâncias – se as circunstâncias não desrespeitaram a regra que foi aceita, elas são parte da disputa, e todos os participantes terão estado expostos à possibilidade delas. A forma como as competências, habilidades e atitudes de cada oponente são usadas para fazer frente às circunstâncias que a eles se apresentem fazem a diferença. Vale lamentar que alguma circunstância tenha afetado de modo desproporcional o seu lado na disputa, mas não usar isso para implicar que o lado vencedor não mereceu sua vitória – afinal, se choveu forte e o adversário foi o melhor na pista por causa disso, o mérito de aproveitar melhor a circunstância é dele.
     
  • Desrespeitar o adversário – talvez o grau mais baixo da escala dos comportamentos de maus perdedores, quem pratica a atitude de desvalorizar o vencedor muitas vezes nem percebe a consequência lógica: se o adversário vencedor era mesmo tão ruim assim, que dizer de quem perdeu dele?

Atitude vencedora

É preciso força de caráter para o derrotado conseguir cumprimentar publicamente o adversário pela vitória, e manter um comportamento honroso nos momentos subsequentes à decisão de um certame.
Nada disso deve ser confundido com derrotismo – pelo contrário, a atitude vencedora pode ser demonstrada tanto na vitória quanto na derrota, e poucas demonstrações públicas são tão lamentáveis quanto a do derrotado que demonstra ser mau perdedor.
De uma derrota, além do exemplo de atitude e do mérito de ter disputado de forma honrada, pode-se adquirir conhecimento sobre seus próprios pontos fracos, bem como sobre quais as condições das quais o adversário conseguiu tirar melhor proveito – e usar isto a seu favor na próxima disputa.

Também existem os maus vencedores
Nada disso muda a realidade de que a derrota pode ser bastante dolorosa, e que ser exposto à comemoração da vitória do adversário prolonga a emoção indesejada. Raramente é interessante começar imediatamente a fase de análise e planejamento do próximo certame: dar um tempo para si mesmo, recolher-se e evitar cair nas eventuais provocações de maus vencedores permitirá alcançar o necessário grau de objetividade para buscar um melhor resultado na próxima vez!

por: Augusto Campos