segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Excelência é sobretudo uma questão de talento

 
Para alcançar excelência organizacional, cada pessoa deve ser encarada como um centro de excelência e cada equipe como um centro de negócios. Cada subsistema deve adequar-se ao sistema total. A isto se chama alinhamento que permita conduzir à consistência e integração. E dentro dessa conceituação sistêmica, o resultado não deve constituir apenas a soma das partes envolvidas. Somar é fácil. O difícil é multiplicar. E a excelência é sem dúvida uma das decorrências desse emergente sistêmico que é a sinergia. Algo difícil, complexo, singular, específico, mutável, instável.

Contudo, para transformar cada pessoa em um centro de excelência é preciso que ela adquira competências individuais, técnicas e sociais através de uma aprendizagem constante e ininterrupta, seja liderada e impulsionada, seja direcionada para metas e objetivos, esteja engajada e motivada, receba incentivos e recompensas pelas suas conquistas e se sinta fazendo parte integrante da turma. Olhar cada indivíduo é importante por que cada pessoa é em si um universo, um mundo diferente, um poderoso sistema de aprendizagem e inteligência. Mas é igualmente importante ver o todo organizacional, ou seja, o universo de indivíduos e grupos, cada qual dando a sua parcela de contribuição. Este é um paradoxo da empresa moderna.

E tudo isso exige alguns cuidados a saber:

- Planejamento da gestão de pessoas no longo prazo para buscar a experiência, conhecimento e competências necessários a cada ação futura. Cada administrador deve ser mais do que um simples gestor de pessoas. A gestão do conhecimento corporativo deve estar presente na gestão das pessoas, pois afinal quem aprende não é exatamente a empresa – que é uma ficção conceitual ou legal – mas as pessoas que dela participam, pensam e reflexionam, tomam decisões, agem e avaliam seus comportamentos em função dos resultados alcançados. Uma das responsabilidades do gestor de pessoas é contribuir para que o conhecimento seja devida e rapidamente compartilhado e aplicado pela sua equipe. Conhecimento sem utilização de nada vale.

- Para obter resultados diferentes são necessárias competências diferentes e, muitas vezes, pessoas diferentes. Isso implica em fazer profundas mudanças nos tradicionais programas de recrutamento e seleção, onboarding, treinamento e desenvolvimento, incentivos e recompensas, sucessão, para acompanhar e aproveitar as mudanças que ocorrem no negócio da empresa, no mercado, na tecnologia, na concorrência, etc. Tudo isso precisa deixar de ser executado exclusivamente pelo RH e ser estendido a todos os líderes da empresa e, principalmente com a ativa participação dos principais interessados: todos os colaboradores da empresa. Sem eles, nada feito.

- Já que os negócios são globais e planetários, o treinamento e a capacitação precisam tornar as pessoas cidadãs globais e adequadas a diferentes culturas no cotidiano de trabalho. É preciso que as pessoas adquiram visão periférica e aprendam com o mundo exterior. Já dissemos que não se trata apenas de ensinar, mas de aprender. E isso envolve não apenas tarefas e atividades, mas acima de tudo fazer com que as pessoas pensem, reflitam, analisem, avaliem, ponderem, critiquem e façam melhorias que, quase sempre significam mudanças. Em outras palavras, utilizem seu órgão mais sofisticado: o cérebro. E seu desdobramento maior: a inteligência. Cada negócio frutifica em função das inteligências utilizadas.

- É preciso formar líderes de classe mundial, principalmente nas empresas que mantém operações ao redor do planeta para que conheçam melhor os mercados externos e saibam aproveitar as oportunidades de novos negócios. Afinal, administradores também são pessoas como quaisquer outras, mas com o agravante de precisar liderar, articular e impulsionar pessoas. O velho padrão de executivo autocrático ainda existe em muitas empresas que ainda não se deram conta da necessidade da liderança impulsionadora em todos seus níveis hierárquicos. A liderança de lideranças é o ponto de início nesta complicada jogada estratégica. O exemplo deve vir de cima. É lá que estão os modelos de comportamento a seguir.

- O desafio está em colocar todas as técnicas disponíveis em ação e suprir toda a cadeia de valor da empresa para fechar o ciclo do capital humano, que é o seu patrimônio mais valioso e o seu maior capital de risco. Capital humano se constrói com talentos. E apesar da recente crise mundial a guerra por talentos continua cada vez mais intensa assumindo novas formas e caminhos e com targets cada vez mais precisos. Mas a quantidade de pessoas está cedendo espaço para a qualidade das pessoas. É o velho pregão de fazer cada vez mais com cada vez menos. Competências individuais, gerenciais e funcionais estão sendo cada vez mais valorizadas no mercado, pois são a base das competências empresariais e constituem além dos produtos e serviços, métodos e processos e outros ativos fundamentais a sua principal vantagem competitiva. Lembre-se do velho ditado: quem não tem competência não se estabelece.

- Convergência é fundamental para obter foco em qualquer negócio. Mas ela costuma trazer junto o pensamento coletivo e de acomodação. Parece paradoxal, e é, mas é preciso também sair da caixa e estimular o pensamento divergente para alcançar imaginação e criatividade e, com isso, provocar idéias que tragam inovação. A cultura corporativa deve permitir flexibilidade na maneira como as pessoas pensam e agem, como elas se relacionam entre si e com o seu trabalho. Criatividade significa muito mais do que simplesmente quebrar regras vigentes. A criatividade conceitual – aquela que gera idéias que mudam conceitos e práticas – somente existe e funciona quando as pessoas possuem as seguintes características:
  • Fluência: representa a quantidade ou volume de idéias geradas.
  • Flexibilidade: é a capacidade de pensar em várias e diferentes direções.
  • Originalidade: é a habilidade de gerar idéias novas, especiais e originais.
  • Relevância: é a chave da diferença entre criatividade artística e a criatividade conceitual. A criatividade conceitual deve ter fluência, flexibilidade e originalidade, mas deve também identificar e produzir uma solução relevante e importante para um problema existente. Se não as pessoas serão apenas criadores artísticos preocupados com meras formalidades ou perfumarias. Em geral, as empresas se concentram em criadores artísticos e ignoram os criadores conceituais.
Toda essa formidável inteligência coletiva precisa ser devidamente identificada, localizada, aproveitada e posta em marcha para proporcionar as mudanças dentro de nossas empresas e ao longo dos sistemas sociais.

It’s a new decade! Raise your standards!

Raise your standards and you will rise along with them. Want the best for yourself, set a new standard and then STICK TO IT!

It is very easy to blame other people for what’s wrong in your life. But in every circumstance, other people are never to blame. Any relationship you’ve ever been in, you’ve chosen to be in. Every action you’ve taken in every moment of your life was a choice that you made.

This is what is meant by “you are 100% responsible for your life”. For you to grow, for life to open even more, for magic to happen, you must raise your standards. The things you “should” get around to, have to become the things you “must” do. Anyone who is a high acheiver is not a procrastinator. They act, and they act now. Take action with your greatest life in mind. Constantly work on yourself and do not be afraid to let go of people who no longer serve your happiness. Surround yourself with people who love and support you and who you love to love and support. Act from the place of knowing you are worth all the love, success and happiness that you can squeeze out of life. Hold yourself to a standard of excellence that you’ve always known SHOULD be yours, but not IS actually yours.

The Uni-verse is a direct mirror of your self-worth, self-love and willingness to grow. Look around - what do you see? If you’re life isn’t constantly expanding & growing, if you aren’t constantly stepping outside your comfort zone – ask yourself – what are you waiting for? We are about to enter a new year and a new DECADE.

As Tony Robbins says, “You will certainly arrive 10 years from now; the question is where and with whom?”.

Where do you want to be when this decade is over? Imagine another 10 years of the same bad habits! Is that who you really are? Is that the kind of life you really want? I don’t think so.

Remember – what you put up with, you end up with. The time is now to only have the best in your life. You are worth it. Decide now.


by Mastin Kipp on December 19, 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Comunicação Eficiente






Escolher as palavras certas e falar com clareza. Aprender a escutar e entender o que as outras pessoas dizem. Estar atento aos gestos, aos movimentos e às expressões que muitas vezes revelam mais sobre alguém do que as palavras. Essas atitudes formam a receita básica de uma comunicação eficiente, algo fundamental para quem pretende ter um bom desempenho no trabalho. “Quem tem mais domínio sobre todos estes aspectos consegue se comunicar melhor”, diz a fonoaudióloga Leny Kyrillos, professora doutora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), que atende executivos, jornalistas e atores. 

Como você pode acertar no discurso e dar seu recado no trabalho? 
Para começar, siga as regras básicas. Depois, veja o que funciona melhor para você e o seu interlocutor. “A comunicação depende do contexto e das características do orador e do público”, diz o professor Reinaldo Polito, autor do livro Como Falar Corretamente e Sem Inibições (Editora Saraiva), um dos maiores especialistas do Brasil em comunicação.

Vá direto ao assunto

Para vender uma ideia ao chefe não é preciso contar todo o processo que o levou a formular a proposta. Concentre-se em dizer qual benefício sua sugestão produzirá. “Vá direto às conclusões e seja conciso. Saber priorizar informações é fundamental para ter relevância”, diz Normann Pedro Kestenbaum, autor do livro Obrigado pela Informação que Você Não Me Deu! (Editora Campus/Elsevier) e sócio da consultoria Baumon, de São Paulo, especializada em comunicação

Seja mais claro, por favor
Para fazer com que o ouvinte entenda exatamente o que você diz, fale a língua dele. Adapte e traduza seu discurso à faixa etária, formação, interesses e expectativas do ouvinte. Assegure-se de que ele gravou o recado. “Não adianta ter um discurso brilhante se ele não será lembrado depois de uma hora”, diz o consultor Normann Kestenbaum. Desconfie de termos difíceis, gírias, expressões vulgares, tecnicismos e jargões. Eles podem sabotar a mensagem. “Os líderes devem limpar ao máximo os ruídos da comunicação”, diz Leny Kyrillos, fonoaudióloga da PUC-SP.

Como escutar melhor

Saber escutar é um item primordial para uma comunicação eficiente. Avalie se você está aberto às mensagens que recebe — principalmente se você se acha incompreendido. “Quem fala demais e não dá espaço ao outro pode prejudicar o processo de comunicação”, diz Reinaldo Polito. Para aguçar a audição, as dicas são:

EVITE PREJULGAR. Espere até que a mensagem seja completada antes de formar sua opinião. Isso ajuda o entendimento.

GUARDE A INFORMAÇÃO
. Para registrar a informação, só há um jeito: preste atenção. Se a sua memória não é boa, anote. Ou peça por escrito. Recordar o que foi conversado ajuda a retomar a comunicação a partir dos principais pontos. Isso é eficiência.

TENHA INTERESSE PELOS OUTROS. Admitir que os outros também têm boas ideias é um dos primeiros passos para escutar o que eles têm a dizer.
 
Maria Heloísa Morel
37 anos, diretora de marketing do grupo de serviços online e consumo da Microsoft Brasil

Logo que entrou no Grupo Pão de Açúcar, em 2004, a engenheira Maria Heloísa Morel, de 37 anos, hoje diretora de marketing de uma área da Microsoft, sentiu na pele a importância de ouvir o time. Na época, ela e a equipe estavam com uma grande carga de trabalho, o que resultava em muitas horas extras. As pessoas reclamavam do excesso, mas Maria Heloísa considerava a rotina tolerável, já que se tratava de uma situação passageira. “Achei que daria para aguentar”, diz. Percebeu que estava errada quando um integrante do time pediu demissão. “Deveria ter entendido o que estavam me dizendo”, diz a executiva. “Hoje, converso muito com a equipe sobre as demandas, para avaliar os impactos delas no dia-a-dia e poder negociar processos adequados a todos.”

ESCREVER NÃO É FALAR
Para ter sucesso na linguagem escrita, é preciso dominar vocabulário, gramática e construção das frases. O maior problema ocorre quando se tenta escrever da mesma forma que se fala. Nesse caso, o resultado pode ser um texto incompreensível. Para se expressar bem na linguagem escrita, além de praticar bastante:

• Leia e releia suas mensagens antes de enviá- las, para encontrar e corrigir os erros;
• Espere um pouco antes de enviá-las. Quanto mais tempo passar, mais fácil será ler de forma isenta e descobrir possíveis interpretações erradas;
• Peça ajuda a terceiros para checar o entendimento e a clareza do texto.

Anderon Santos Pereira
35 anos, gerente comercial da Nextel no Rio Grande do Sul

 Quando o paulistano Anderson Santos Pereira, de 35 anos, assumiu a gerência da unidade gaúcha da Nextel, em agosto de 2007, um dos seus maiores desafios foi alinhar a comunicação com o time. A equipe estava desmotivada por desconhecer as metas individuais. “As pessoas só conheciam os objetivos da unidade”, diz. Baseado nos planos da empresa, Anderson conversou individualmente com os 14 membros da equipe, ouviu o que cada um tinha a dizer, anotou sugestões, dividiu os clientes de acordo com o perfil de cada integrante do time e traçou objetivos claros para todos. “Com maior transparência, as pessoas compreenderam os rumos que a companhia queria tomar e o papel delas.”

Mais que mil palavras
As informações que você emite com o rosto, os braços e o tom de voz causam mais impacto do que o conteúdo que está sendo passado. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, concluiu que 93% da eficácia da comunicação deve-se ao tom e à intensidade da voz, aos gestos e às expressões corporais. “A mensagem que prevalece é aquela transmitida pela comunicação não-verbal”, diz Leny, fonoaudióloga da PUC-SP. Preste atenção:


• Ao corpo. A forma como alguém gesticula sinaliza o que ele sente. Uma posição ereta, olhando as pessoas de frente e braços voltados para quem está falando dá a ideia
de acessibilidade e entusiasmo. Cruzar os braços ou manter os ombros caídos podem causar o efeito contrário. O rosto e a boca também são agentes importantes de uma comunicação eficiente. Evite uma postura desleixada e os bocejos.

• À Voz. Este é um dos elementos mais importantes para passar a interpretação desejada. Contam o tom, o volume e a entonação. Não adianta, por exemplo, manter o tom grave – que gera a sensação de seriedade e firmeza — para motivar e entusiasmar o time. Prefira um tom mais leve e alegre. “O segredo é saber variar e combinar todos estes elementos para serem usados de acordo com a informação e a sensação que queira produzir nos outros”, diz Leny Kyrillos.

por: Renata Avediani

Postura Diante dos Desafios

Etapas de uma carreira.



1 – O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

2- No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha..
Por exemplo, “José de contas a pagar.”

3- No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. “José da usina tal.”

4- No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: “José, Gerente da usina tal.”

5- Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o José passam a se referir a ele como ‘o meu amigo José, Gerente da usina tal’.

Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, ‘um amigo profissional’.

Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional:

  • Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.
  • Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.
  • Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores. 
  • Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que hoje chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional.

Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.
Amigos profissionais são necessários. Amigos de verdade, indispensáveis.
Imagine você um dia descobrir que tinha bem mais amigos do seu cargo do que da sua pessoa!

Algum dia (e esse dia chega rápido) os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores e não de profissionais.

Por isso preservem as amizades verdadeiras porque os amigos da tua posição desaparecerão, os amigos da sua pessoa permanecerão do teu lado.”

por: Max Gehringer

Você é levado pela inovação?

“Tente. Pergunte-se…?´. Observe. Combine.”
Apesar de ser em inglês, dá para pescar ótimos exemplos, como a cola que não cola e vira post it e do pó (bicarbonato) que absorve odores e vai para dentro das geladeiras. Fantástico!

6 lições de trabalho em equipe aprendidas com os mineiros do Chile.

Presos por mais de dois meses, os 33 mineiros no Chile, resgatados a partir de hoje, deram uma forte demonstração de humanidade. Além do forte instinto de sobrevivência e da evidente persistência, algumas outras lições podem ser tiradas da situação. Será que você consegue aplicar na sua empresa?

1- Eleja um líder para contornar crises

Todo processo precisa de gestão. Uma crise, então, necessita com mais urgência ainda. Tome por base os acidentes aéreos. As companhias sempre encontram um porta-voz, certo? Lembre-se que, em uma crise na empresa, todos são afetados e alguém com mais experiência pode, além de acalmar os mais jovens, pensar em soluções práticas de forma mais rápida.

2- Energia positiva gera energia positiva
Mesmo confinados, os trabalhadores geravam ótimas imagens. Sempre brincando, rindo, conversando. Ficar nervoso não agrega em nada, e cooperatividade é importante para resolver problemas.

3- Esqueça o complexo de Big Brother

Quando pessoas se unem, o conflito não precisa ser “a primeira coisa a ser criada”. Se fosse criado um conchavo dentro da mina, tendo em vista o limite psicológico ao qual todos estavam submetidos, certamente o resgate de todos não seria possível. Sua empresa pode ser um lugar produtivo se sua liderança conseguir unir a equipe em torno de um objetivo.

4- Planeje, afinal, a situação sempre pode piorar
A 600m de profundidade, era necessário cuidar da higiene e racionar o consumo dos mantimentos. Felizmente, com a abertura do túnel, os 33 trabalhadores conseguiram receber mais comida. Dessa forma, prepare-se para o pior. Qualquer coisa “menos ruim” do que isso será muito mais fácil de lidar se o planejamento for adequado.

5- Comunicação é a chave



Manter todos informados a todo momento é uma das principais formas de se manter a liderança e o foco do grupo. É muito mais fácil olhar o problema e enxergar a solução quando estão todos olhando para o mesmo ponto.

  

6- Resiliência, sempre

A capacidade de contornar desafios ou superar obstáculos precisa ser exercitada a todo momento em situações difíceis. Quando desistir não é uma opção, o único caminho a seguir é para cima!

Vale a pena ressaltar que para um bom trabalho de equipe, um bom líder é peça chave no processo.

por: Rafael Gonçalves

Disciplina: mais do que um comportamento, um estilo de vida


“Qualquer coisa que a mente do homem pode conceber, também pode alcançar.” -W. Clement Stone

Quem não sonha em conquistar uma posição melhor no trabalho? E quantos desenvolvem um plano para isso? E quantos colocam o plano desenvolvido em prática? Poucos, não é mesmo?
Se estudarmos com atenção pessoas realmente bem sucedidas na vida, encontraremos em abundância a disciplina, como por exemplo:
  • Ayrton Senna
  • Steve Jobs
  • Abílio Diniz
São pessoas que tiveram a capacidade de transformar sonhos em realidade e se valeram do bem mais precioso que temos: o tempo, pois é através dele que realizamos tudo aquilo que é importante.
Quanto tempo você tem se dedicado a atividades regulares? Tem praticado exercícios físicos regularmente? Tem se dedicado ao seu desenvolvimento profissional? Separa mensalmente uma parte da sua renda para um projeto futuro?
Se pelo menos uma das respostas acima for positiva, parabéns! Mas se por acaso todas forem negativas, não desista de tudo, pois eu tenho uma boa notícia: na prática, a disciplina, como qualquer outra competência, se aprende e pode ser treinada a partir da decisão e da persistência de cada um de nós.
Dicas de como começar a desenvolvê-la
Primeiro Passo: Planejamento – Seguem algumas perguntas que ajudarão a planejar seu objetivo de uma forma mais efetiva:
  1. Defina o que você quer de verdade.
  2. Que resultados concretos você deseja atingir em qual prazo ?
  3. Qual é o passo a passo para chegar lá ?
  4. O que poderia impedi-lo de dar esses passos ?
  5. O que você irá fazer para contorná-los, caso seja preciso ?
  6. Você necessita de algum recurso/apoio ? Como irá consegui-lo ?
  7. Quais são os critérios e medidas para o sucesso ?
Segundo Passo: Persistência na execução do planejamento
  1. Comece por aquilo que for mais fácil.
  2. Crie alternativas para minimizar os seus medos.
  3. Desenvolva o hábito de terminar tudo que você começou.
  4. Mantenha a serenidade e controle a ansiedade, não espere um retorno da noite para o dia. O mais importante é ter consciência que você está no caminho certo.
Para finalizar, lembre-se que a disciplina é muito mais do que um comportamento, é um estilo de vida que deve estar presente em todas as áreas da sua vida que requerem tempo para se desenvolverem. E quando a disciplina está presente, aquilo que foi planejado será executado, não tenha dúvidas quanto a isso.

por: Patricia Wolff

sábado, 6 de novembro de 2010

10 dicas para você ser um solucionador de problemas mais eficiente.


Quando uma empresa resolve contratar alguém geralmente é porque tem um grande problema para resolver. Depois do processo de seleção e escolha do candidato vencedor para a vaga, espera-se dele que sua experiência, habilidades e conhecimentos se convertam em soluções de muitos problemas no dia-a-dia, que justifiquem sua contratação. Podemos dizer que toda entrevista se resume na seguinte pergunta: “Você pode resolver meu problema?“ 
Todos os dias temos que provar que o “sim” que dissemos lá atrás na entrevista é verdadeiro. Aliás, muita gente se questiona quanto a comparação de salários com colegas levando-se em conta currículo, formação acadêmica, cursos, etc… A grande pergunta que devemos nos fazer, e com frequência, é ”até que ponto resolvo problemas com eficiência e eficácia na minha empresa?” 
Não são raras as vezes em que há frustração por parte de quem contrata. Problemas do empregador à parte, devemos sempre procurar olhar para nós mesmos antes de mais nada, nossas atitudes e capacidade de resolutividade perante os desafios diários.
A lista abaixo, divulgada pela ComputerWorld, elaborada pelo CIO da Escola de Medicina da Harvard e de um dos maiores grupos de assistência médica dos EUA (baseado em sua experiência), apresenta dicas preciosas que podemos aplicar no nosso local de trabalho e que podem fazer uma baita diferença na hora em que você enfrentar seu próximo problema e inclusive na sua atitude em lidar com os resultados de suas ações, como ao comunicá-las, por exemplo.
Dicas que são frutos da experiência, raramente ensinadas com clareza nas faculdades. Veja como você pode se diferenciar sem ter que pagar mais um curso para isso:
1 – Uma vez que algum problema foi identificado, verifique seu real alcance – O software de monitoramento pode até dizer que tudo está bem, mas é bom não se conformar. O ideal é conversar com os usuários, testar a aplicação ou a infraestrutura sozinho e ter certeza sobre a origem de qualquer  reclamação.
2 – Quando o alcance do problema é muito grande e a raiz ainda é desconhecida, acione um plano de emergência – É muito melhor mobilizar toda a equipe para um falso alarme ocasional do que intervir tarde demais e quando o problema alcançar proporções muito grandes com uma resposta lenta do departamento de TI.
3 – O processo de solução de um problema deve ser visível, atualizado constantemente para todos e participativo – Muitas vezes os profissionais técnicos ficam tão focados em suas tarefas diárias que perdem a noção do tempo, não se atualizam mutuamente e deixam de conversar com outras áreas. A companhia deve ter uma abordagem multidisciplinar, com relatórios de progressos pré-determinados para prevenir, isolar o problema e buscar soluções com maiores chances de acerto.
4 – Mesmo com a rotina de atualizações e relatórios, a equipe deve ficar livre para trabalhar – Alguns líderes de TI gostam de retornos constantes de sua equipe e isso não é necessariamente ruim. Mas se a equipe gastar 90% do seu tempo reportando o status do trabalho, fica muito mais difícil solucionar problemas em prazo razoável.
5 – A explicação mais simples geralmente é a correta – Halamka relata que, em um incidente recente em sua corporação, todas as evidências apontaram para o mal-funcionamento em um componente do firewall. Mas todos as ferramentas de testes e diagnósticos indicavam que o firewall funcionava perfeitamente. Alguns levantaram a hipótese de que a empresa sofria um tipo muito específico de ataque de negação de serviços. Outros aventaram a possibilidade de uma falha em componentes das redes Windows dos servidores. Surgiu ainda a possibilidade de um ataque incomum por vírus. A explicação mais simples, do firewall, foi comprovada correta após sua remoção da infraestrutura da rede. E, segundo Halamka, a regra da explicação mais simples ser a resposta, até mesmo para problemas mais complexos,  é verdadeira na maioria das vezes.
6 – Os prazos devem ser definidos de maneira responsável – O que mais irrita os usuários não é exatamente a demora, mas a definição de prazos imprecisos e os consequentes pedidos de “só mais uma hora para resolver o problema”. Se uma indisponibilidade de sistema ocorrer por conta de uma mudança planejada de infraestrutura, a questão é ainda mais séria: o melhor a fazer é definir um prazo preciso e respeitá-lo.
7 – Comunique-se com os usuários o máximo possível – A maioria dos stakeholders da empresa está disposta a tolerar indisponibilidade se você explicar exatamente as ações que estão sendo tomadas para restaurar o serviço. Os principais executivos de TI são os maiores alvos dessa dica, pois devem mostrar compromisso, presença e liderança.
8 – Orgulho não deve atrapalhar a solução – É difícil assumir erros e desafiador reconhecer o que não se sabe. Mas em vez de gastar tempo procurando culpados por problemas, o foco deve ser em examinar a raiz da indisponibilidade e depois definir processos para prevenir a repetição dos problemas.
9 – Não cante vitória antes do tempo – É tentador presumir que os problemas foram resolvidos e dizer a todos os usuários sobre a suposta vitória. Mas o melhor é esperar 24 horas seguidas de serviços ininterruptos antes de declarar o problema resolvido.
10 – Líderes de TI devem focar na sua trajetória, não em sua posição cotidiana – Indisponibilidades podem causar diversas emoções, como ansiedade, medo de perder o emprego ou a reputação e tristeza pelo impacto causado nos usuários. Nessas horas, a melhor coisa é ter em mente que o tempo é capaz de curar qualquer coisa e que incidentes eventuais serão esquecidos. Com o passar da trajetória profissional, a comunidade de usuários tende a observar mais a consistência e o processo contínuo de melhoria de qualidade do que episódios isolados.
As teorias das salas de aula são muito importantes para a formação do profissional, sem dúvida. Mas na prática, converter os ensinamentos em atitudes produtivas, que resolvam problemas e nos façam destacar-nos não é algo tão simples assim.
Por isso temos que ouvir bastante dos mais experientes, não importa seu tempo de estudo e até idade. Tem muita gente com menos formação acadêmica que nós e que estão bem acima na escala hierárquica, e pode apostar, a grande maioria deles são mestres na arte de resolver problemas. Aprendamos pois com eles.
E você, quais destas dicas considera mais importante no seu dia-a-dia? Dê sua opinião!

As 10 dicas foram extraídas do site da ComputerWorld

por: Vinicius

Capacidade de Realização: 5 dicas para estar apto a vencer mais desafios

“Trazer o sonho para a realidade não é milagre, mas simples ato de vontade para o qual é preciso criar condições” – Rosa E. A. de Bernhoeft
Garantir a competitividade tem sido a palavra de ordem de muitas empresas que estão focando sua atenção nos resultados apresentados pelos colaboradores.
As pessoas bem sucedidas nesta realidade serão aquelas com capacidade de realização, isto é, colocar a energia naquilo que está fazendo, eficiência e velocidade no trabalho.
Preparei 5 dicas que poderão ajudá-lo nesta missão, e elas serão apresentadas a seguir.


1 – Defina seu objetivo de forma simples e específica
Entenda o que de fato é importante para você, por que quer alcançar este objetivo, o que você irá ganhar e perder.
A partir da consciência destes pontos, você conseguirá direcionar melhor a sua energia/atenção para realizar aquilo que precisar ser feito. Além disso, pense também nos obstáculos que possam surgir ao longo do percurso, tanto externos (mercado, pessoas) como internos (pensamentos, emoções, crenças).

2 – Planeje o suficiente e comece a realizar
Uma vez que você estudou seu objetivo, detalhou e avaliou a melhor forma de executá-lo, não fique esperando as condições ideais para implementá-lo.
Inicie sua jornada, e crie as condições necessárias para você obter o êxito. Comece de preferência pelo que for mais fácil, pois desta forma você irá concluir este pequeno passo sem muitas dificuldades e se motivará para seguir em frente.

3 – Concentre-se em seus pontos fortes
Identifique quais são os seus pontos fortes e aplique-os em seu dia a dia.
Esta é a forma mais rápida de obter a excelência. Caso precise de ajuda para identificá-los o livro Descubra seus pontos fortes é uma boa pedida, pois na compra do livro você recebe uma senha para realizar o teste pela internet e descobrir os seus cinco talentos dominantes. Vale a pena.

4 – Coloque um ponto final na procrastinação
Deixou novamente o relatório mensal para fazer no último dia?
Depois de um alto investimento de energia você termina e promete a si mesmo que nunca mais fará isso, pois o estresse não compensa. E no mês seguinte acontece a mesma coisa … Para você poder colocar um ponto final na procrastinação é preciso que você identifique a razão pela qual você procrastina: está sobrecarregado? sua confiança está abalada? você está entediado? está trabalhando em algo que não gosta? ou está mesmo preguiçoso?

5 – Aja como protagonista
Duas tendências básicas do ser humano: vitima ou protagonista.
Cada uma das duas representa uma lente diferente por meio das quais fornecemos explicações para as coisas que acontecem em nossas vidas. Quanto mais você se responsabilizar por resolver as situações, maior será sua capacidade de reação, e consequentemente, maior será a capacidade de realização.

Concluindo
Lembre-se que se o desafio for maior que a sua capacidade de realizar, você fracassará; se a capacidade de realizar for maior que o desafio, você terá sucesso. Portanto, quanto mais treino, maiores suas chances de fazer sempre o melhor!
Para finalizar gostaria de sugerir uma reflexão.
  • Como até 90% de nosso comportamento baseiam-se em hábitos, identifique aqueles que estão atrapalhando sua capacidade de realização.
  • Defina novos hábitos que você deseja desenvolver, oposto do anterior.
  • Faça uma lista com 3 ações que você decide fazer para transformar o novo hábito em realidade, e com prazo.
E agora é com você! Bom trabalho!

por: Patricia Wolff

Não seja um mau perdedor

Ninguém gosta de perder uma competição, ou de ver o seu time ou representante não ser o vencedor. Lamentar a derrota é normal, e procurar as razões para a falha é importante – mas deve ocorrer em um contexto de atitude positiva, associada ao aprendizado e à busca de superar esta mesma causa em oportunidades futuras.
Nem toda disputa é esportiva, e a máxima “o importante é competir” não se aplica a todos os empreendimentos humanos, mas isso não impede que a boa atitude desportiva possa prevalecer entre rivais a partir do momento em que se conhece o vencedor de um certame.
Ter uma atitude indigna após uma derrota equivale a perder duas vezes, e estar preparado para não ser o vitorioso, e saber como lidar com a situação após o anúncio do resultado, é algo que se espera tanto dos participantes diretos quanto das suas torcidas, apoiadores e simpatizantes.
O “choro do perdedor”, no sentido de desclassificar o adversário, as condições ambientais e a própria disputa – que até o momento da proclamação do resultado estavam plenamente aceitos – é um comportamento que pouco faz a favor de quem o pratica, e muitas vezes acaba aprofundando a natural insatisfação da derrota, além de impedir a reflexão sobre a origem real do resultado, associada ao comportamento do próprio participante e aos fatores que estiveram sob seu controle.

Como não ser um mau perdedor

É difícil manter o respeito por alguém que não consegue aceitar com dignidade a derrota – e isso ocorre desde a partida de videogame entre 2 irmãos, até o resultado das mais intensas disputas nacionais e internacionais.
Saber evitar este tipo de comportamento pode ser um sinal de maturidade, e costuma-se dizer que é mais importante saber como agir na derrota do que na vitória – pode-se errar em ambos os casos, mas a derrota é um obstáculo maior.
Para ajudar a identificar as atitudes de mau perdedor e assim facilitar combatê-las, eis as 5 principais atitudes do mau perdedor:
  • Inventar mil desculpas – a típica desculpa de um mau perdedor começa com “ah, mas”. Pode ser algo como “ah, mas a outra equipe tinha muito mais recursos e apoio”, ou “ah, mas deixaram a final para um feriadão e a torcida não estava lá para apoiar o nosso time”. O que elas tem em comum é que procuram “culpar” as circunstâncias, ou fazer parecer injusta a superioridade demonstrada pelo adversário.
     
  • Menosprezar a vitória alheia – a súbita mudança de opinião sobre o valor da disputa é um sintoma claro do mau perdedor. Embora seja positivo compreender e comunicar que a recente derrota não impedirá vitórias futuras, isso não pode ter a lamentável conotação de “nem queríamos ganhar mesmo”, como quando o derrotado que disputou até o final um campeonato estadual passa a dizer que está mesmo preocupado com o campeonato nacional, tentando assim (geralmente sem sucesso) desvalorizar a vitória do oponente.
     
  • Mudar de ideia sobre a validade da disputa – as regras e condições da disputa são conhecidas desde o princípio, e foram aceitas ao longo de todo o certame. Por que criticá-las só ao final e após não ter sido o vencedor? Se elas não tiverem sido cumpridas, a atitude correta é recorrer, e aí sim divulgar a providência tomada. Simplesmente criticar o que anteriormente foi aceito é o típico “choro do perdedor”.
     
  • Culpar as circunstâncias – se as circunstâncias não desrespeitaram a regra que foi aceita, elas são parte da disputa, e todos os participantes terão estado expostos à possibilidade delas. A forma como as competências, habilidades e atitudes de cada oponente são usadas para fazer frente às circunstâncias que a eles se apresentem fazem a diferença. Vale lamentar que alguma circunstância tenha afetado de modo desproporcional o seu lado na disputa, mas não usar isso para implicar que o lado vencedor não mereceu sua vitória – afinal, se choveu forte e o adversário foi o melhor na pista por causa disso, o mérito de aproveitar melhor a circunstância é dele.
     
  • Desrespeitar o adversário – talvez o grau mais baixo da escala dos comportamentos de maus perdedores, quem pratica a atitude de desvalorizar o vencedor muitas vezes nem percebe a consequência lógica: se o adversário vencedor era mesmo tão ruim assim, que dizer de quem perdeu dele?

Atitude vencedora

É preciso força de caráter para o derrotado conseguir cumprimentar publicamente o adversário pela vitória, e manter um comportamento honroso nos momentos subsequentes à decisão de um certame.
Nada disso deve ser confundido com derrotismo – pelo contrário, a atitude vencedora pode ser demonstrada tanto na vitória quanto na derrota, e poucas demonstrações públicas são tão lamentáveis quanto a do derrotado que demonstra ser mau perdedor.
De uma derrota, além do exemplo de atitude e do mérito de ter disputado de forma honrada, pode-se adquirir conhecimento sobre seus próprios pontos fracos, bem como sobre quais as condições das quais o adversário conseguiu tirar melhor proveito – e usar isto a seu favor na próxima disputa.

Também existem os maus vencedores
Nada disso muda a realidade de que a derrota pode ser bastante dolorosa, e que ser exposto à comemoração da vitória do adversário prolonga a emoção indesejada. Raramente é interessante começar imediatamente a fase de análise e planejamento do próximo certame: dar um tempo para si mesmo, recolher-se e evitar cair nas eventuais provocações de maus vencedores permitirá alcançar o necessário grau de objetividade para buscar um melhor resultado na próxima vez!

por: Augusto Campos

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Ser Importante x Ser Raro: o que o mercado quer?

Registrou? Isso mesmo: as empresas querem você, que se preocupa com a SUA RARIDADE! A raridade é hoje elemento fundamental, para que o colaborador dentro da empresa faça a diferença. Todo mundo está querendo ser diferente, talvez seja por este motivo que os espaços de trabalho estão diminuindo e se tornando escassos para alguns. Não é isso que você pensa todo dia no trabalho?

A raridade nasce de uma vontade tremenda de se preparar: sede de coisas novas! Por este motivo as empresas estão preocupando-se com a educação de seus funcionários. Isso mesmo! A educação formal não foi suficiente para o mercado de trabalho. É preciso mais e mais! É necessário que você, colaborador de anos ou mesmo o estagiário que entrou há dois dias na empresa, esteja preocupado com a sua formação "continuada", ou seja, rara. Você estaria preparado para isso? Estaria preparado para se tornar raro em um mundo que quer ser diferente?

Um canudo hoje, não significa muita coisa, muito menos, raridade. As universidades não estão preparadas para o mercado e as exigências estão fora dos padrões acadêmicos. Prepare-se: a empresa quer você estudando, lendo, atualizando-se. E melhor, educando seus colegas de trabalho. Por que não? O caminho é esse: eduque-se para educar os outros, princípios básicos de todo relacionamento interpessoal e agora, RARO!

Todos nós somos importantes para alguém, para o mundo. A grande verdade é que as pessoas que se destacam vão, além disso. Alguém se torna raro quando vira peça fundamental para o andamento de um projeto dentro da empresa, na execução de alguma tarefa ou em qualquer outra atividade. Será que você deseja ser excelente, raro? Se a resposta for "SIM", preste muita atenção nas seguintes dicas:

Motivação
A motivação é o começo do princípio. Ela é a base de tudo, é responsável por nossos desejos e nossas ações. Você pode até divergir, dizendo que acreditar em Deus é o mais importante, que o amor é o mais importante, que a família e amigos são mais necessários etc. Porém, a chama que aquece o seu coração a fim de amar a Deus, os amigos e a família, só é acesa quando você está (é) motivado. O que é motivação? Motivos que geram ações (MOTIVA+AÇÃO).

Inovação
"Inove" é a palavra do momento. A inovação é "irmã" da criatividade e "prima" das mudanças. Se você não evoluir, será um terrível dinossauro em pleno século XXI. Não falo da teoria de Darwin. A evolução é pessoal. Desenvolva competências! Uma das frases mais profundas de Albert Einstein é: "A mente que se abre a uma nova ideia, jamais volta ao seu tamanho original"..Quer ser raro? Seja criativo, inovador e flexível.

Organização e Housekeeping
Parece óbvio falar que a limpeza e a organização de um ambiente precisam estar impecáveis, afinal, a bagunça não passa uma boa impressão. Acontece que ser organizado não é somente manter o chão limpo. As pessoas raras deixam tudo em seu devido lugar e sabem onde encontrar o que procuram. Além disso, são pessoalmente organizadas.

Feedback
Há algum tempo, numa partida de futebol, disputada por Brasil e Equador, o jogador Kaká (Brasil) chutou a bola em direção ao gol adversário. Porém, o chute foi fraco e na direção do goleiro. A reação imediata do atacante foi virar as costas e se lamentar. O mais curioso foi que imediatamente o jogador Ronaldinho Gaúcho disse ao seu ouvido: Foi gol! Sim, o chute foi despretensioso, mas o arqueiro falhou e "levou um frango". O feedback ("foi gol") não poderia ter sido melhor para Kaká. O que podemos extrair deste acontecimento?
Sempre ouça, sonde. O profissional RARO procura saber o que os outros pensam sobre o seu trabalho e suas atitudes. Dê e peça feedbacks.

Relacionamentos saudáveis
O ser humano não é uma ilha, ou seja, é incapaz de viver somente para si, de viver sozinho. Ele precisa relacionar-se com outras pessoas e, principalmente, respeitá-las, seja quem for, o quanto ganhe e qual seja a sua função. Há uma grande diferença entre "ter" e "ser". Não importa o que você tem, pois o "ser" é algo interior, muito mais profundo do que o dinheiro, status etc. Respeite todas as pessoas que trabalham com você. Dentro de uma organização todos têm o seu fundamental papel. Desde a pessoa que faz o cafezinho até o diretor. Todos são iguais.

Criatividade
Mentes brilhantes? Sim! É isso que as grandes organizações procuram. Antes que você entre em desespero, há uma boa notícia: você não precisa ser gênio, basta ser um "mentor de ideias". Pense sempre em coisas boas e compartilhe as suas ideias. Não tenha medo de errar. Estimule o seu cérebro. As empresas não querem mais "mão de obra", querem "cérebros de obras". Se você tem boas ideias, não pode guardá-las pra si. Seja um empreendedor!

                                               

Vista a camisa 
É preciso "vestir a camisa", abraçar as ideias, encarar a sua empresa como um grande time,
   no qual você é totalmente capaz de fazer a diferença. Você é o sucesso da sua  organização.
Pense nisso! Não esqueça: MUITOS são importantes e POUCOS são raros.

por: Rudson Borges

domingo, 15 de agosto de 2010

Dicas para conviver bem em equipe

O primeiro passo para conviver bem em equipe é não adotar comportamentos arrogantes ou artificiais. Ser genuinamente amistoso com os demais é a grande sacada. Afinal, a maior causa de aborrecimentos do ser humano é outro ser humano, não é verdade? Muito embora também a maior causa de alívio desses aborrecimentos seja outro ser humano, também.
 
Eu e o outro
Podemos afirmar que muitas situações que vivenciamos diariamente, agradáveis ou não, são fruto de nosso próprio comportamento com relação ao próximo. Da nossa pré-disposição para as relações.


Equilibrando emoções
Podemos dizer ainda que para convivermos emocionalmente bem precisamos estar equilibrados e devemos aperfeiçoar nossa capacidade de troca com nossos semelhantes,através da adoção de uma postura mais afetuosa. 
Afeto! Pois é, tenho falado muito sobre isto nos últimos tempos. 
Precisamos agir de forma desinteressada e trocar carinho genuíno.

Lidando bem com frustrações
Muitos estudiosos afirmam que nossas frustrações, mágoas e irritabilidade são proporcionais àquilo que esperamos dos outros; quanto mais esperamos, mais sofremos. É por isso que muitas pessoas se encontram “em maus lençóis”, simplesmente por fazer as coisas sempre esperando retribuição. Então não devemos esperar nada de ninguém? Não, não devemos, pois quanto mais esperamos mais corremos o risco de nos frustrarmos.

A troca efetiva
Bom mesmo é fazer tudo aquilo que devemos fazer de coração, sem esperar nada em troca. Logo experimentamos o imenso prazer em fazer as coisas por uma questão de consciência. Assim, quando algum reconhecimento vier de seu semelhante será um momento muito agradável, e se nada vier será normal.

O importante é praticar a consideração e o respeito pelo próximo. Além de conviver bem com os demais, você terá amigos verdadeiros.

5 Atitudes para driblar a falta de motivação no trabalho

que vida dura...Não é incomum algumas vezes não se estar motivado como deveria no trabalho. 
A cabeça começa a viajar durante o expediente, o tempo não passa, o final de semana não chega…e a segunda-feira então que nunca acaba? 
Pois bem, se você está sentindo isso atualmente, alguma coisa precisa ser feita, especialmente porque primeiro essa “doença” da desmotivação afeta primeiramente você e de forma progressiva, afeta sua carreira, seu emprego e sua família.

Agora, tenho uma notícia boa e uma ruim pra você: a ruim: o problema de falta de motivação é todo seu, é interno a cada um de nós e seu chefe não tem culpa. agora a boa: é possível tomarmos algumas ações que podem contribuir bastante para uma melhora em nosso nível de motivação.

Então, vai aí 5 atitudes que você pode tomar para virar esse jogo:

Busque novos desafios…internamente
Isso mesmo, muitas vezes achamos que a solução somente pode estar em arrumar um novo emprego, quando uma conversa franca com seus superiores pode resolver o problema. Peça ao seu chefe novos desafios como a oportunidade de participar de um novo projeto, mas quando fizer isso, estude de antemão como você seria útil para esse projeto, pois certamente você será perguntado sobre isso.

Envolva-se nos projetos de seus colegas
Ajude-os, isso o fará desenvolver novas habilidades. Deixe de lado vaidades quanto a receber ou não o reconhecimento do seu trabalho em projetos alheios. Nesse caso vale muito mais o aprendizado, que servirá como justificativa para seu futuro reconhecimento. Lembre-se: o que você aprende primeiramente é seu e leverá consigo, embora seja utilizado para benefício de seu empregador.

Estude novas tecnologias
Esteja atento àquelas que poderão fazer a diferença em sua carreira, além é claro, de buscar entender o negócio da empresa (que tal olhar um pouco para o futuro para se inspirar?). Isso é um grande diferencial para um profissional de tecnologia, pois a maioria ainda prefere mergulhar na tecnologia em si, deixando de lado os processos de negócio e consequentemente muitas oportunidades de crescimento.

Otimize processos
Entenda como seus usuários trabalham e veja se há algo que pode ser melhorado na rotina que aumente a produtividade. Isso envolve, é claro, um amplo conhecimento de negócios, que você deve buscar para se diferenciar. Além de elogios por todos os lados, você será visto com outros olhos quando se falar em quem deve assumir novas responsabilidades na empresa.

Já se formou? que tal uma especialização focada nos objetivos de sua carreira?
As faculdades e universidades tem evoluido bastante na preparação de seus cursos de especialização, de modo que hoje encontramos especializações voltadas para as mais específicas necessidades do mercado de trabalho. Então está esperando o quê? mãos à obra!!

E você, como tem driblado esse sentimento? As atitudes que você tem tomado tem surtido efeito?

por:Vinicius  

Quem tem bagagem vai mais longe na carreira

Quem viaja sabe o quanto a bagagem é importante. Mais do que tudo, ela deve ser compatível com o destino. Na vida profissional é a mesma coisa. Ou seja, é preciso montar a “bagagem” conforme o objetivo, conforme o alvo que se pretende atingir. A seguir, confira um passo-a-passo básico para montar a sua:

Escolha um destino - Todos nós temos uma aptidão, uma característica que nos fará atuar melhor em determinada área. Liste seus pontos fortes e fracos, pense bem sobre eles e tente descobrir como pode tirar proveito disso. Você descobrirá facilmente sua vocação. Na dúvida, procure um orientador vocacional ou converse francamente com amigos e parentes.

Estude sempre – Estudar é a base, o cimento de sua carreira. Não significa ficar eternamente grudado nos bancos escolares. Mas sim manter sempre viva a chama da curiosidade. Assim, leia, pesquise, se informe sempre sobre sua área de atuação e sobre temas afins.

Desenvolva habilidades – Aprender informática e a falar outras línguas é o mínimo que se pode fazer. Vá além. Ter aulas de teatro pode ser ótimo para quem lida com o público. Da mesma forma, fazer um curso de oratória também ajuda. Prestar atenção em novas tendências, oportunidades e serviços também pode garantir uma guinada em sua carreira. Foi assim com os primeiros que apostaram suas fichas na internet, nos telefones celulares e por aí afora.

Crie uma rede social – Muita gente já ouviu falar em networking, que pode ser traduzido como uma rede de contatos profissionais. Pois é, quanto maior e melhor for sua rede de contatos melhor sua chance de arrumar uma colocação no mercado ou mesmo trocar de emprego. Pesquisas mostram que quase 70% das pessoas acham emprego por meio do networking. No fim, o QI, ou “Quem Indica”, acaba pesando e muito na balança. Para construir sua rede, a melhor dica é estar sempre circulando, participando de eventos que têm conexão com seu mundo profissional e que lhe possam abrir novas portas.
Atualize seu currículo – É muito importante manter o currículo sempre atualizado. Os especialistas sugerem uma revisão a cada seis meses. Isso não quer dizer que você precisa montar um calhamaço com informações a seu respeito. Seja sucinto e econômico nas palavras. Uma folha basta, na maioria dos casos.
Comunique-se - Feita a lição de casa, você precisa aprender a se destacar em meio a tanta concorrência e a tantas mudanças no mercado de trabalho. “O mercado exige cada vez mais pessoas que saibam se comunicar. É preciso saber descobrir o próprio potencial, como desenvolvê-lo e, mais importante, como expor os seus pontos fortes, de forma clara e estruturada”, diz José Floro Barros, diretor da Floro Gerenciamento de Carreiras. 

Para Laila Vanetti, diretora da Scritta – Cursos em Linguagem, falta aos profissionais saberem argumentar. “Argumentar significa dar brilho às idéias, e isso ainda falta a muitos profissionais. Há bons profissionais, há boas idéias, mas é preciso saber sair da superfície e mostrar a sua essência”, afirma Laila. “É preciso aprender a fazer as idéias brilharem”, completa.

Pensar na maneira de expor suas idéias e argumentos é essencial. Muitos profissionais aprendem a se comunicar em inglês, espanhol e outras línguas, mas muita gente se prejudica mesmo é na hora do português. “O português é um pressuposto básico, porém, a realidade é que os profissionais se desenvolvem muito bem em suas áreas específicas, mas carregam profundas lacunas com o que diz respeito à linguagem”, diz Laila.

Para ela, o mais grave é não ter a percepção de que cada situação merece um posicionamento específico. “O bom profissional deve saber dirigir-se à diretoria de forma adequada, mas também precisa conseguir se fazer entender pelo chão da fábrica, de forma clara e eficiente. É preciso ser poliglota em nossa própria língua, respondendo de forma adequada a cada situação”, defende Laila, que dá uma dica: “Invista no hábito de uma leitura pró-ativa. Ler garante treinamento de vocabulário, memória visual para ortografia, e capacidade de interpretação de textos”.
 
Para Floro, os profissionais não podem ser meros executores. “Para obter reconhecimento na empresa, é preciso saber mostrar suas qualidades, suas ações. É preciso saber ler o ambiente, entregar sempre mais do que é solicitado, mostrar mais competências do que aquele cargo exige, para poder chegar a um nível superior”, explica.

 por: Aderbal Gonçalves

Vivendo de forma assertiva

“Há três abordagens possíveis para se conduzir as relações interpessoais. A primeira é pensar apenas em si mesmo e passar por cima dos outros. A segunda é sempre pôr os outros à frente de si mesmo e a terceira é a ideal – a pessoa se coloca em primeiro lugar, mas leva os outros em consideração” (Joseph Wolpe)
Afinal, o que é assertividade? Simples: dizer a coisa certa, da forma certa, na hora certa, para a pessoa certa no local certo. Parece fácil, não? Mas por que na hora de colocar em prática o simples se torna complicado?

Na maioria dos casos isso acontece por dois grandes motivos:
  • O comportamento assertivo não é um comportamento natural, como por exemplo uma reação instintiva de luta (confrontar ou agredir) ou fuga (evitar ou reprimir). Ele requer um processo de aprendizagem e muita prática para tornar-lo espontâneo.
  • A sociedade acaba nos estimulando para dois extremos: excesso de individualidade ou de socialização. Para este último aspecto Freud em seu livro ‘O mal estar na civilização’ (1929) já dizia que socializar-se é reprimir-se. Exceder na socialização nos leva a dizer não para algumas necessidades nossas e sim para as necessidades do outro, sacrificando nossos desejos em prol dos desejos alheios. Ao exceder na individualidade optamos por impor nossos desejos, mesmo que para isso seja necessário invadir o território do outro.
Qual seria então a melhor alternativa de comportamento diante deste contexto?
Antes de responder vamos entender as diferenças entre os 4 tipos de comportamentos:
  1. Passivo: Caracteriza-se principalmente pela fuga diante do conflito. Faz-se de tudo para evitar a briga. O individuo não expressa suas necessidades, pensamentos e sentimentos, permitindo que os outros as determinem. Vive muito preocupado com a opinião dos outros a seu respeito. Evita abordagem direta, cede facilmente e, conseqüentemente, se sobrecarrega pois tem dificuldade em dizer não. Pensamento típico: “O que quer que eu pense não é importante”.
  2. Agressivo: Seu comportamento, diante do conflito, é de luta, seja por suas idéias, interesses ou poder, é uma guerra que sempre terá um ganhador e um perdedor. Mais preocupado com os próprios desejos do que com os dos outros. Critica as pessoas e não seu comportamento, interrompe com freqüência e é autoritário. Pensamento Típico “O que quer que o outro pense não é importante. É um absurdo ele pensar de uma forma diferente”.
  3. Passivo/agressivo: Tem um comportamento misto, com elementos de agressividade (quando acredita que precisa vencer o outro) e passividade (quando não tem coragem de confrontar as pessoas). Tem um jeito sedutor e manipulador de usar as pessoas para atingir resultados. Sua linguagem é indireta, consegue deixar as pessoas confusas quanto a sua real intenção e às vezes demonstra um humor irritante. Pensamento Típico: “Suponho que eu mesmo terei que digitar o relatório … da próxima vez que me pedirem algo, que esperem”.
  4. Assertivo: É capaz de expressar suas necessidades, opiniões e sentimentos, confiante de que não está dominando, explorando nem coagindo o outro a agir contra a sua vontade. Busca defender seus desejos, sem ignorar os dos outros. É direto na abordagem de assuntos e problemas, mas demonstra respeito pelo chefe ou colega de trabalho, ouvindo e procurando entender sua perspectiva. Aceita acordos e soluções e foca no ganha-ganha. Fala Típica: “Concordamos que o relatório deveria estar pronto às 12hs e agora são 14hs. Está com algum problema?”
Respondendo a pergunta acima, o comportamento assertivo, sem dúvidas, é uma boa alternativa, pois proporciona melhores chances de conseguir um resultado que satisfaça ambas as partes.
Algumas causas para o comportamento não-assertivo:
  • Medo de magoar o outro
  • Ter dificuldade em controlar as emoções.
  • Acreditar que o outro é mais importante ou tem mais poder do que ele próprio.
  • Não conseguir se colocar no lugar do outro.
  • Desvalorizar a própria capacidade de resolver problemas.
  • Escutar seletivamente.
  • Ter necessidade de ser apreciado.
Para o comportamento assertivo aparecer, precisamos da soma de algumas habilidades:
  • Ser flexível
  • Ter empatia
  • Saber ouvir
  • Ser transparente
  • Ser objetivo
  • Ter boa auto-estima
  • Estar de bem com a vida
Resumindo, para sermos assertivos precisamos de essencialmente dois ingredientes:
  1. Ter mais autoconsciência: conhecer a pessoa que você realmente é, gostar dela e ser responsável por ela;
  2. Fazer escolhas: além de escolher a palavra certa, precisamos ficar atentos ao tom, a entonação, o volume da voz, expressões faciais e gestos.
Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda a sua assertividade, e anote suas respostas lembrando que só você terá acesso a elas:
  • Que situações lhe causam problemas? E quais você enfrenta com mais facilidade?
  • Como você se sente sobre a sua capacidade de se expressar? Em geral se sente bem fazendo isso?
  • Sua assertividade está à altura da sua posição que você ocupa? Em que aspecto você poderia melhorar?
  • Pense em uma pessoa que você conhece que possua comportamento assertivo. Como essa pessoa se comporta, o que ela faz que te leva a concluir que ela é assertiva? Quais desses comportamentos você poderia começar a treinar?
Analise as suas respostas e escolha apenas uma situação para aplicar as dicas a seguir.

Como fazer isso muito bem?

(adaptado do livro: Desenvolva sua assertividade)
  • Seja direto. Afirme o que você sente, pensa ou precisa. Não presuma que a pessoa saiba que se passa dentro de você. Situação :“Estou aborrecido porque…”, “Sinto-me frustrada porque …”
     
  • Ataque o problema e não a pessoa. Parece sutil mas é de grande importância distinguir a identidade da situação. Situação :“Você sempre coloca a toalha molhada em cima da cama !” de “Por favor, não deixe a toalha molhada em cima da cama pois me incomoda deitar na cama molhada”.
     
  • Seja específico, não generalize. Não acuse, apresente fatos. Em vez de “Você está sempre atrasado” por “Por que você se atrasou novamente hoje?”
     
  • Não se desculpe nem se justifique em excesso. Uma vez é o bastante para se desculpar se for feito com sinceridade, de forma direta, precisa e segura sem maiores delongas. Tome cuidado pois, às vezes, presumimos que estamos protegendo os sentimentos da outra pessoa quando na realidade podemos estar confundindo ou aborrecendo. Ao invés de dar uma longa explicação para justificar o porquê você não pode cuidar do cão do seu amigo, diga “Tenho alergia a pelo de cães, portanto não posso cuidar do Bob no final de semana.”
     
  • Assuma a responsabilidade por sua mensagem. Use frases na primeira pessoa para expressar os seus pensamentos, sentimentos e necessidades. Ao invés de “Estou certo que você concordaria que a única coisa sensata a fazer é uma fusão” prefira “Eu acho que a melhor opção é a fusão.”
     
  • Seja franco. Com você mesmo, com suas necessidades e sentimentos como eles são e não como as pessoas acham que deveria ser. Sua vida não pode ser pautada pelos “poderia”, “deveria”, pois são julgamentos de valor e podem despertar sentimentos de culpa. “Sim eu assumo as responsabilidades de mãe seriamente, mas meu trabalho também é importante para mim.”
     
  • Seja claro nas suas instruções e pedidos. Diga o que você de fato quer. Ao invés de “Você gostaria de colocar o lixo para fora para mim?, que além de tudo você pode receber uma resposta muito educada do tipo: “Não, obrigado.” Diga “Por favor, você colocaria o lixo para fora para mim?.”
     
  • Lembre-se dos seus direitos. Não é necessário qualificar-se para obtê-los como: ser avaliador dos próprios pensamentos, comportamentos e emoções; expressar seus desejos e como se sente; ser ouvido; ser imperfeito (como qualquer outra pessoa).
A fim de entender a aplicação do conceito de assertividade e sua implementação, experimente fazer o seguinte exercício:
Considere a seguinte situação: Você está na reunião de departamento em que apresentará um projeto de novo produto que poderá trazer ótimos resultados para a empresa. Porém, mais uma vez a reunião está sendo dominada por Paulo, seu par, um profissional obstinado com opiniões inflexíveis e que tem resposta para todas as perguntas.
  1. Descreva para você mesmo, qual é o seu comportamento espontâneo para esta situação?
  2. Você o caracteriza como agressivo, passivo, passivo-agressivo ou assertivo?
  3. Como você poderia tornar esse seu comportamento mais assertivo?
É importante ressaltar que não existe resposta certa ou errada, afinal não existe uma única resposta 100% assertiva e sim um progresso gradual de seu comportamento rumo ao seu desenvolvimento.
Contribua comentando o que você pretende fazer e/ou fez para aumentar sua assertividade.
Um abraço até o próximo post que será bem interessante e útil, sobre Construção de Relacionamentos (network).

por: Patrícia Wolff

Networking: Amplie seu circulo de influência

“Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias” – Colin Powell
Profissional: “Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não encontro uma boa oportunidade de trabalho ! O que será que está faltando ?”
Resposta: NETWORK!
Afinal o que é fazer Networking? É estabelecer uma rede de relacionamentos com um grupo de pessoas que poderão exercer influência positiva em sua carreira. Atualmente, não basta apenas sermos competentes, é essencial que saibamos manter a nossa empregabilidade. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é o network que, aliás, é mais do que uma ferramenta, é um hábito que bem desenvolvido poderá ajudá-lo a:

  • Ter acesso a oportunidades no mercado de trabalho;
  • Captar informações relevantes para seu dia a dia;
  • Divulgar seu trabalho;
  • Obter novos clientes;
  • Solicitar conselho;
  • Captar recursos financeiros para um projeto;
  • Recomendar serviços;
  • Etc.
Conhecer uma pessoa, pedir seu e-mail e enviar seu currículo não é fazer networking, é ser CHATO! Fazer networking leva tempo e requer muita paciência.

O que preciso fazer para não ser considerado inconveniente?

Se a sua abordagem estiver baseada em alguns valores e seu foco for o ganha-ganha, certamente você não será. Valores indispensáveis não só para networking, mas para todo e qualquer relacionamento (namorado, amigo, filho, pai, profissionais) são: respeito, transparência, lealdade e principalmente reciprocidade, pois além do networking ser uma via de mão dupla, é preciso que o outro QUEIRA e DESEJE me contatar.
E como é que eu faço para que o outro queira e deseje me contatar? Jeffrey Gitomer (M.Books, 2007) nos ajuda com algumas dicas:
  1. Ofereça valor: coloque a pessoa diante de contatos que possam resultar em negócios para ela;
  2. Seja sincero: mesmo que você comprometa a venda do seu serviço/produto naquele momento irá gerar maior credibilidade para você.
  3. Encontre vínculos: encontre algo em comum que os una.
  4. Demonstre conhecimento:fale de coisas que interessem à outra pessoa.
  5. Esteja presente: mesmo quando você não precisar de nada.
Já ouvi as seguintes perguntas:
P: Tenho que ser amigo do meu contato ?
R: Isso dependerá de vocês dois. Caso haja uma afinidade maior entre vocês melhor ainda, pois o vínculo de confiança se estabelece prontamente.
P: Meu concorrente (pessoa que ocupa o mesmo cargo que o meu em uma empresa do mesmo segmento da que eu trabalho) pode fazer parte do meu Network?
R: Deve, pois caso você queira se recolocar futuramente ele certamente se tornará um dos seus principais contatos.
Para expandir ainda mais o seu network, utilize tanto as formas off-line como as formas on-line:
Off-line:
  • Família
  • Amigos
  • Colegas
  • Associações
  • Cursos
On-line:
  • Redes sociais.
  • Diretórios de negócio. Ex: LinkedIn
  • Gerenciadores de contato. Ex: Plaxo
  • Fóruns de debate. Ex: Yahoo Group
  • Comunicadores. Ex: Skype, MSN
Vale ressaltar que hoje em dia redes de relacionamentos são o quarto segmento mais popular, acima de e-mail pessoal (dados da Nielsen Online), e os resultados são tangíveis, pois encontramos pessoas fazendo negócios e amizades a todo o momento. Mas não fique apenas atrás da telinha, agende um café, um almoço ou um happy hour com seus contatos e procure levar convidados novos para que a rede já comece a se multiplicar e prosperar.
Algumas razões para não praticar o networking:
  • Despreparo
  • Medo da rejeição
  • Vergonha
  • Procrastinação
  • Auto-imagem limitada
A única maneira de superar o medo é começar a desenvolver autoconfiança por meio de preparo. Treine, treine e treine.
Habilidades que contribuem com o seu networking:
  • Ter coragem
  • Ser determinado
  • Ter empatia
  • Saber ouvir
  • Ter disciplina
  • Ser criativo
Pausa para reflexão
Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda seu desempenho em construir network:
  1. Estou constantemente conhecendo pessoas novas?
  2. Quando conheço pessoas novas consigo interagir logo de início?
  3. Conheço as pessoas “mais importantes”da área em que atuo?
  4. As pessoas me ligam para que eu as ajude a fazer contatos?

10 Passos para se construir uma rede de relacionamentos

  1. Primeiro estabeleça o que você quer, defina o que você está buscando.
  2. Faça uma lista das pessoas que você já conheceu na vida e procure manter sempre atualizada.
  3. Promova seu perfil nas principais redes de relacionamento.
  4. Reflita quem são as 15 pessoas mais “influentes” na sua área e faça uma lista com os respectivos nomes.
  5. Verifique se entre as pessoas que você conhece, existe alguém que poderia te apresentar para essas “pessoas influentes” listadas acima e/ou pesquise estes nomes em artigos, livros, cursos, fóruns de discussões.
  6. Priorize sua lista, organizando seus contatos em dois grandes grupos:
    • Pessoas que irão ajudá-lo imediatamente a atingir seu objetivo
    • Pessoas que você contatará assim que concluir os contatos do primeiro grupo
  7. Planeje sua abordagem e treine.
  8. No contato com estas pessoas, busque informações relevantes e faça com que elas se interessem por você.
  9. Atualize a sua lista, anotando data e informações relevantes do último contato e uma periodicidade para contatos futuros e qual o meio escolhido (encontro pessoal, telefone/skype, e-mail, etc.)
  10. Para os seus principais contatos descreva quais serão os seus próximos passos e se dedique a executá-los. AÇÃO, AÇÃO e mais AÇÃO!
Importantíssimo: Que este ciclo nunca termine e vire uma rotina na sua vida.

Como fazer seu Networking cada vez melhor

(com base nas vinte e duas dicas para networker, de José Augusto Minarelli – Editora Gente, 2001)
  1. Tenha interesse na pessoa. De vez em quando faça contato apenas para saber como vai o outro. William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia (fome humana insaciável) de ser apreciado”.
  2. Seja proativo. Não espere que o outro tome iniciativa
  3. Preste atenção no que os outros dizem ou contam. Ser escutado tem um grande valor.
  4. Seja específico e objetivo. Quando pedir ajuda a alguém, ajude o outro a ajudar você.
  5. Seja persistente sempre. Não se aborreça quando sentir certa rejeição, a pessoa pode não estar em seus melhores dias.
  6. Esteja sempre pronto para ajudar os outros, mesmo que o gesto não lhe traga nenhum benefício imediato.
  7. Sente-se perto de desconhecidos. Não fique sozinho nem passe todo o tempo com aqueles que você já conhece.
  8. Nunca faça comentários negativos de ninguém.
Para manter um relacionamento por longo tempo, fique atento aos elementos que devem ser plenamente uitlizados de acordo com Jeffrey Gitomer, autor do Livro Negro do Networking:
PRIMEIRO, deve haver alguma atração intelectual ou emocional.
SEGUNDO, deve haver algum terreno comum, que seja interessante para os dois.
TERCEIRO, deve haver compromisso com uma comunicação regular contendo antes o “dar” do que o “pedir”.
QUARTO, deve haver encontros ocasionais cara a cara.

Desafio sugerido para aplicação das dicas acima

Escolha três contatos valioso da sua lista, e:
  • Identifique quem são e o que significam para você;
  • Defina de que forma você pode agregar valor para estas pessoas;
  • Prepare-se para fazer o contato de forma assertiva (lembre-se do nosso artigo anterior);
  • Providencie um encontro ou telefonema;
  • Defina os próximos passos.
Agora é com você!
Se você tiver algumas dica, sugestão, um ponte de vista diferente ou case, compartilhe conosco.
Bom trabalho e ótimos contatos.

por Patricia Wolff