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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
O Funcionário Comprometido
sábado, 16 de janeiro de 2010
Regras para Conduzir o Espírito
Concebidas por Renée Descartes, filósofo e matemático francês (1596-1650) “Regles pour la Condute d’Ésprit” – Regras para a Conduzir o Espírito” de 1628 constituem conceitos básicos que ensinam a pensar. Passados quase quatro séculos, esses conceitos continuam vivos, oportunos, atuais. O meu trabalho aqui é o de apenas comentar os seis pontos-chave. Vejamos:
PRIMEIRO PONTO-CHAVE: UTILIZE A SUA ENERGIA MENTAL
Em primeiro lugar, é preciso ser otimista. O pensamento positivo atrai situações positivas. Nos negócios, por exemplo, sabe-se que a economia não é uma ciência exata. É uma ciência humana. Portanto, ela depende do comportamento das pessoas (sentimentos, emoções). Jacques Lacan, psicanalista emérito, dizia que não há como não se responsabilizar pelo acaso e pela surpresa. A pessoa, segundo ele, não é só o que escolhe, mas também o que lhe ocorre. Ela é o seu acontecimento. Portanto, não culpe os outros pelos desacertos e desencontros. Pare de apontar o dedo!
SEGUNDO PONTO-CHAVE : REEXAMINE SUA VIDA E OBJETIVOS
Procure desvincular sua auto-estima de seu poder de compra ou situação financeira. Sua pessoa não aumenta e nem diminui de valor conforme o saldo de sua conta no banco. Cuide, isso sim, de ampliar o seu “capital intelectual”. Esse ninguém pode tirar de você! Peter Drucker, professor e consultor americano, disse o seguinte em uma entrevista para a Harvard Business Review: “O conhecimento é o único recurso econômico que faz sentido”.
TERCEIRO PONTO-CHAVE : TROQUE FONTES DE SATISFAÇÃO
Reveja seus gastos e reduza-os trocando satisfações materiais por satisfações mais profundas. Procure gostar das pessoas e se interessar mais por elas. O amor ao próximo está longe de representar um devaneio piedoso ou de alívio de consciência cristã. Trata-se de uma essencial exigência pessoal e política, sem cujo atendimento não nos coloca a serviço de nós mesmos e nem dos outros.
QUARTO PONTO-CHAVE : SEJA SOLIDÁRIO, FAÇA A ENERGIA CIRCULAR
Se você quiser atrair satisfações, aja com generosidade. Ajude os outros na medida do possível. Só conseguimos ganhar, se somos capazes de doar. Só conquistamos o nosso nome, se somos capazes de nomear. Procure ser um educador ambiental. Não temos o monopólio sobre a biosfera. Aqui neste planeta não vive somente você. Há também a flora e a fauna. Respeite tudo isso que tem um nome: Desenvolvimento Sustentável. Só se alcançará sustentabilidade quando os seres humanos que aqui habitam entenderem a Terra como um prolongamento do próprio corpo.
QUINTO PONTO-CHAVE : SEJA CRIATIVO E INOVADOR
Você não precisa trabalhar feito um “burro de carga” para ter sucesso econômico e profissional. É preciso saber recomeçar a cada dia, criando novos rumos, novas formas de atuação. Pablo Casals, o grande violoncelista espanhol, sempre soube o que fazer com o seu violoncelo. Pouco antes de sua morte, ocorrida em 1973, deu um concerto para a fina flor da aristocracia européia, em Viena. No decorrer da execução de uma Ária de Bach, duas cordas se romperam do violoncelo. Casals, continuou tocando – e melhor – apenas com as outras duas cordas. Ao final da apresentação, as pessoas perplexas foram indagar como ele conseguira tamanha proeza. E ele, simplesmente, respondeu: “É possível tirar sonoridade e inovar com aquilo que restar!”
SEXTO PONTO-CHAVE : TENHA PACIÊNCIA E SAIBA ESPERAR
Platão, filósofo grego, discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles, ensina em “As Leis” que “tudo passa” – “panta rei”. Procure, portanto, preservar o que é fundamental para você e deixe que as dificuldades sofram a erosão natural do tempo, enquanto você gera alternativas de solução.
por: Paulo Botelho
Fonte: ogerente.com
PRIMEIRO PONTO-CHAVE: UTILIZE A SUA ENERGIA MENTAL
Em primeiro lugar, é preciso ser otimista. O pensamento positivo atrai situações positivas. Nos negócios, por exemplo, sabe-se que a economia não é uma ciência exata. É uma ciência humana. Portanto, ela depende do comportamento das pessoas (sentimentos, emoções). Jacques Lacan, psicanalista emérito, dizia que não há como não se responsabilizar pelo acaso e pela surpresa. A pessoa, segundo ele, não é só o que escolhe, mas também o que lhe ocorre. Ela é o seu acontecimento. Portanto, não culpe os outros pelos desacertos e desencontros. Pare de apontar o dedo!
SEGUNDO PONTO-CHAVE : REEXAMINE SUA VIDA E OBJETIVOS
Procure desvincular sua auto-estima de seu poder de compra ou situação financeira. Sua pessoa não aumenta e nem diminui de valor conforme o saldo de sua conta no banco. Cuide, isso sim, de ampliar o seu “capital intelectual”. Esse ninguém pode tirar de você! Peter Drucker, professor e consultor americano, disse o seguinte em uma entrevista para a Harvard Business Review: “O conhecimento é o único recurso econômico que faz sentido”.
TERCEIRO PONTO-CHAVE : TROQUE FONTES DE SATISFAÇÃO
Reveja seus gastos e reduza-os trocando satisfações materiais por satisfações mais profundas. Procure gostar das pessoas e se interessar mais por elas. O amor ao próximo está longe de representar um devaneio piedoso ou de alívio de consciência cristã. Trata-se de uma essencial exigência pessoal e política, sem cujo atendimento não nos coloca a serviço de nós mesmos e nem dos outros.
QUARTO PONTO-CHAVE : SEJA SOLIDÁRIO, FAÇA A ENERGIA CIRCULAR
Se você quiser atrair satisfações, aja com generosidade. Ajude os outros na medida do possível. Só conseguimos ganhar, se somos capazes de doar. Só conquistamos o nosso nome, se somos capazes de nomear. Procure ser um educador ambiental. Não temos o monopólio sobre a biosfera. Aqui neste planeta não vive somente você. Há também a flora e a fauna. Respeite tudo isso que tem um nome: Desenvolvimento Sustentável. Só se alcançará sustentabilidade quando os seres humanos que aqui habitam entenderem a Terra como um prolongamento do próprio corpo.
QUINTO PONTO-CHAVE : SEJA CRIATIVO E INOVADOR
Você não precisa trabalhar feito um “burro de carga” para ter sucesso econômico e profissional. É preciso saber recomeçar a cada dia, criando novos rumos, novas formas de atuação. Pablo Casals, o grande violoncelista espanhol, sempre soube o que fazer com o seu violoncelo. Pouco antes de sua morte, ocorrida em 1973, deu um concerto para a fina flor da aristocracia européia, em Viena. No decorrer da execução de uma Ária de Bach, duas cordas se romperam do violoncelo. Casals, continuou tocando – e melhor – apenas com as outras duas cordas. Ao final da apresentação, as pessoas perplexas foram indagar como ele conseguira tamanha proeza. E ele, simplesmente, respondeu: “É possível tirar sonoridade e inovar com aquilo que restar!”
SEXTO PONTO-CHAVE : TENHA PACIÊNCIA E SAIBA ESPERAR
Platão, filósofo grego, discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles, ensina em “As Leis” que “tudo passa” – “panta rei”. Procure, portanto, preservar o que é fundamental para você e deixe que as dificuldades sofram a erosão natural do tempo, enquanto você gera alternativas de solução.
por: Paulo Botelho
Fonte: ogerente.com
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
7 passos para você fazer o que ama (o mundo precisa disso)
As grandes mudanças ocorrem quando as pessoas estão profundamente apaixonadas, e tem um grande amor pelo que fazem.
Se deseja fazer alguma diferença no mundo, a única e mais importante coisa que você pode fazer é escolher conscientemente e deliberadamente trabalhar naquilo que você é apaixonado.
Nenhuma outra escolha terá um maior impacto no planeta, ou em sua vida.
Se o seu trabalho é chato, você provavelmente não causará muito impacto. Você pode até oferecer algum valor para as pessoas. Suficiente para pagar seu aluguel, suficiente para sobreviver. Mas não provocaria mudanças. E certamente não inspiraria outras pessoas. Se o seu trabalho é chato, as chances são de você fazer só o suficiente para não ser demitido.
Mas se o seu trabalho instiga você, o mantém motivado até tarde da noite, e te completa, você fará mais. Você se entregará completamente. Investirá todo seu tempo nisso, com mais energia, mais paixão. Porque vale a pena. É gratificante.
As grandes mudanças ocorrem quando as pessoas estão profundamente apaixonadas, e tem um grande amor pelo que fazem.
No fim do dia pensará: “Meu tempo foi bem gasto hoje.”
Portanto, a verdadeira questão não é se deve ou não fazer o trabalho chato ou passional. A questão é como começar.
Os 7 passos para começar a ser pago para fazer o que ama:
1. Encontre sua paixão
Isso é sobre o seu grande amor, e que o faz vivo. Para começar, pergunte: “Pelo que eu sou louco?” “Sobre o que eu poderia falar por horas?” e “O que eu faria de graça?
2. Encontre seus pontos fortes
O que estamos procurando são coisas que você é naturalmente bom, e que te acompanham desde o nascimento. Isto é sobre a contribuição dos seus dons para o mundo. Pra começar, procure seus amigos, família ou colegas e pergunte a eles três coisas em que você é naturalmente talentoso.
3. Encontre seu valor
Encontrar a intersecção entre o que você é bom e o que as pessoas estão dispostas a pagar a você é o que fará toda a diferença. Se você não encontrar uma forma de ser pago para fazer o que ama, os próximos passos não serão muito úteis. Então vale a pena gastar algum tempo para descobrir isso. Pra começar, pense sobre os benefícios que você dará as pessoas contribuindo com seu valor. Procure por necessidades reais das pessoas, e que tenham relação com o valor que você está oferecendo.
4. Comprometa-se
Eu acredito, que mais do que qualquer outra razão, as pessoas falham no caminho do sucesso quando não se comprometem. Pensar “eu não sei” ou “talvez um dia” não levarão você ao ponto de fazer o que ama para viver. É preciso um forte comprometimento para fazer essa mudança em si mesmo. Em vez de pensar “Eu não sei”, pense “Eu vou descobrir”. Lembre-se, grandes jornadas começam com o primeiro passo.
5. Permita que aconteça
Por mais que você queira fazer essa mudança em si mesmo, pode ser difícil abandonar velhos padrões de pensamento e comportamento. Geralmente pensamos que “trabalho não deve ser divertido” ou que “devemos suportá-lo”. Derrubar estas crenças pode ser difícil, mas avançar em uma nova direção com certeza vale a pena.
6. O que você abandonará?
Você pode estar pensando que não tem tempo para encarar uma nova empreitada, e você está certo. Você não terá tempo até que você arrume tempo. Há muitas coisas que colocamos em nossas agendas que achamos que temos que fazer. Mas na verdade, nosso mundo não desmoronaria se escolhessemos fazer outra coisa. Faça uma lista de todas as atividades que consomem seu tempo e que serão abandonadas para que você tenha o tempo suficiente para a nova jornada.
7. Você dirá Sim a si mesmo?
Você pode querer se tornar um escritor, dentista, conselheiro, pintor ou palestrante. Se você sabe que é isso que pretende fazer e que dará significado a sua vida, então permita ser assim chamado, mesmo não estando ainda estabelecido. Mesmo se você não faça disso uma profissão em tempo integral. Abrace sua paixão, completamente e sem reservas.
Embora há mais em sua jornada do que esses sete passos, este será um grande começo. Clareza e compromisso são os maiores passos, o resto é fácil. Um passo de cada vez.
Você chegará lá. Ninguém poderá impedi-lo se você realmente desejar algo.
E lembre-se, o mundo precisa que você faça o que ama. Nada mais pode gerar mudança, ou ter um impacto maior.
Dê-se permissão. Precisamos de seus dons.
Fpnte: Blog Zumk de Robson Zumkeller
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Gerenciamento pela qualidade valoriza o trabalho em equipe
Só conseguimos ter, de fato, pessoas trabalhando eficazmente em times, quando já existem condições pré-estabelecidas numa organização para isso, além da competência humana, é claro.
Sabemos que para enfrentar a competitividade global, muitas empresas tiveram ou ainda têm que mudar seu estilo de gerenciamento, passando de uma abordagem voltada para resultados, onde a ênfase é maior nos números, lucros, enfim, em si mesma, para um estilo de gerenciamento voltado para a qualidade., onde os resultados finais, o lucro e o retorno do investimento são conseqüências, segundo a Reação em Cadeia de Deming, o que altera completamente o ambiente de trabalho, tornando-o participativo, e, portanto, propício ao trabalho em times.
Nas organizações cujo estilo de gestão é o de Gerenciamento por Resultados predomina a ênfase numa cadeia de comando e uma hierarquia de objetivos, padrões, controles e responsabilidades. Os organogramas de organizações tradicionais retratam, portanto, uma cadeia de responsabilidades, onde as metas numéricas ou quotas são estabelecidas no topo e são passadas para baixo, e os empregados são julgados segundo o atingimento dessas metas.
"O Gerenciamento por Resultados dá pouca ou nenhuma atenção a processos e sistemas - a capacidade real da organização como um todo. Portanto, esses padrões e quotas nada mais são que metas numéricas arbitrárias. Os trabalhadores, supervisores e gerentes acabam apanhados em competições; a necessidade de parecer bom obscurece a preocupação pelo sucesso a longo prazo da organização e, muitas vezes, eles perdem de vista a finalidade principal do trabalho que fazem". Este estilo de gerenciamento causa uma série de problemas, tais como:
•Os esforços recompensados são mensuráveis e de curto prazo, portanto, não se tem um pensamento para alcançar metas a longo prazo;
•O foco é mal dirigido, ou seja, o foco não está voltado para a capacidade do sistema, e sim para metas numéricas que podem estar aquém ou além da capacidade organizacional. O foco é voltado para si e não para o cliente;
•Existência de conflitos internos, pois os departamentos estão preocupados em atingir as suas próprias metas, não prevalecendo a idéia da relação cliente-fornecedor internos;
•Muitas vezes, as metas mensuráveis impostas são impossíveis de se atingir, pois estão além da capacidade real de um sistema. Como se está em jogo o poder e o status das pessoas conseguidos através do atingimento dessas metas, podem ocorrer situações de alteração de registros ou o contorno do sistema em vez de melhorá-lo;
•Medo do que pode acontecer se as ordens não forem seguidas exatamente. Quando existe um "erro", procura-se o culpado e não onde está o erro no processo;
•A organização olha para si mesma, para o cumprimento de suas metas numéricas e não na satisfação dos clientes.
No gerenciamento pela Qualidade, as organizações aprendem a monitorar, controlar e melhorar constantemente os sistemas de produção, com o foco sempre voltado para a satisfação do cliente. Esse modo de operar leva a melhores decisões, tanto para o cliente como para a organização, tanto para o trabalhador como para seu empregador.
As decisões são baseadas em dados e não em adivinhações. O uso de um enfoque científico torna-se um procedimento padrão, em que o foco é a melhoria de produtos ou serviços através da melhoria de como o trabalho é feito (os métodos), em vez de simplesmente o que é feito (os resultados).
As relações entre os gerentes e trabalhadores são reestruturadas: o gerente passa a desempenhar o papel de facilitador, fornecendo a ajuda necessária às pessoas para que façam o melhor trabalho possível, prevendo e eliminando os obstáculos que as impedem de fazer produtos de qualidade o tempo todo. Os trabalhadores aprendem como usar o conhecimento e a intuição que desenvolveram trabalhando na linha de produção ou com clientes no dia-a-dia.
A relação interna fornecedor-cliente é valorizada, pois a não satisfação dessa cadeia leva à não satisfação do cliente externo.
O trabalho em equipe é valorizado. Onde antes pode ter havido obstáculos, rivalidade e desconfiança, a qualidade incentiva o trabalho em equipe, a parceria entre a força de trabalho e seus representantes.
A vivência nos permite verificar claramente o sucesso do trabalho em times, quando as organizações estão preparadas para isso. Porém, este preparo não vem sozinho. Ele se constitui num processo de mudança das mentalidades, no amadurecimento das pessoas. E esta competência humana infelizmente não vem herdada de nossa educação, pois as escolas nos preparam apenas para o trabalho individual. Elas ainda não se deram conta da importância do aprendizado do trabalho em equipe para a performance dos profissionais que preparam. Assim, as pessoas saem das escolas e se põem a montar equipes sem as competências necessárias para esta finalidade, em serviços inadequados ao trabalho em equipe e, portanto, com conseqüências tais que, o trabalho em times fica desacreditado.
Quando times realizam tarefas próprias do trabalho em equipe, utilizando processos estruturados, empregando ferramentas específicas e dominando técnicas grupais, o sucesso é inevitável.
por: Mirian Matulaitis*
* Mirian Matulaitis é Psicóloga especializada em Recursos Humanos, atuando há 20 anos na área em cargos de liderança. Consultora nas áreas de Recursos Humanos e Qualidade Total, possui qualificação internacional pela Coaching Psicologia Estratégica para aplicação do MBTI® - Myers - Briggs Type Indicator. Também atua como consultora da RTA - Relações Trabalhistas Atualidades.
Neste Ano Novo, Crie Nova Saídas Para o Seu Negócio
Caros(as) amigos(as)
Agora que as festas de final de ano acabaram e todos já tiveram um merecido descanso, está na hora de arregaçar as mangas e colocar mãos a obra para que o Ano Novo seja melhor que o anterior.
Você já parou para pensar em qual será sua postura, como empreendedor, neste novo ano? Quando digo postura, estou falando de comportamento e atitude: O que você pretende fazer para transformar este Ano Novo em um grande ano? Responda uma das alternativas abaixo:
(a) Continuar esperando até que as coisas melhorem.
(b) Esperar a ajuda de alguém, ou mesmo da ajuda Divina.
(c) Desistir de tudo, antes que detone todo o seu patrimônio.
(d) Apenas continuar sobrevivendo.
(e) Criar novas saídas e encontrar novas oportunidades de negócios.
Se você respondeu qualquer uma das alternativas, menos a “e”, então realmente acho que está na hora de você vestir o pijama e ficar em casa em sua cadeira de balanço, pois não conseguirá nada melhor que isso.
Criar novas saídas e buscar novas oportunidade de negócios, é o que todo verdadeiro empreendedor deve focar, sempre, não somente em épocas de crises ou que o negócio não anda muito bem.
Mas como criar novas saídas e buscar novas oportunidades?
Se você é um empreendedor do tipo torcedor que fica na arquibancada, torcendo, suando, xingando e se desesperando. Acreditando que tudo vai mudar e que em algum momento o jogo vai virar, mas em nenhum momento pode participa do jogo, pois existe um “alambrado” que o separa da realidade do jogo mercadológico. Então desista, pois o jogo não vai virar se você não tomar atitudes imediatas. Ou você está participando do jogo, mas é aquele empreendedor do tipo jogador “moleza”, que ao sinal de qualquer dificuldade pede substituição alegando dor não sei onde, largando todos na mão e não se importando com o rombo que irá deixar no mercado. Desista já. Ou então você é daqueles jogadores que ficam no meio de campo, sem arriscar nada, pedindo para a bola não chegar até você, pois ta ruim assim, mas está bom como está. Desista! Estes tipos de empresários nunca encontrarão novas saídas ou novas oportunidades.
Eu acredito que você é do tipo jogador incansável, que não abandona o time, está presente sempre nas jogadas, ajudando toda a equipe a encontrar saídas para novos negócios e oportunidades.
Mas como criar novas saídas e buscar novas oportunidades?
Pesquisando, inovando e arriscando!
Acredito que todos com mais de 30 anos, vão se lembrar que à alguns anos, todos os computadores eram padronizados na cor bege clara, ainda hoje existem muitos nesta cor. Durante muitos anos nunca ninguém se atreveu a mudar isso, foi adotado como um padrão correto, até a Apple, em grandes dificuldades financeiras, quase fechando as portas e necessitando imediatamente de um aumento nas vendas resolver inovar.e mudar este conceito. Lançou seus equipamentos na cor azul e transparente. Foi um bummmm de vendas e lançou novamente a Apple aos patamares de gigante da informática.
Isto é pesquisar, inovar e arriscar.
Pesquise junto aos seus clientes. O que eles mais ambicionam ou desejam. Transforme estes desejos em idéias, transforme estas idéias em produtos, apresente aos seus clientes e esteja sempre um passo a frente dos seus concorrentes. Aproxime-se estrategicamente de seus fornecedores, ninguém melhor para posiciona-lo e antecipar-lhe as inovações que estão ocorrendo no mercado. Não tenha medo de olhar adiante, esteja sempre visionando o futuro, procure fazer com que seus colaboradores participem das idéias de inovação, nunca julgue uma idéia como sendo sem sentido, esteja preparado para aceitar e considerar tudo. Normalmente grandes negócios surgem de pequenas idéias.
Pesquisar, inovar e arriscar, são as metas para o Ano Novo. Menos que isso realmente não interessa.
por: Marco Antonio Meira
Foco no que Queremos
A abelha e a mosca
A mosca, por mais limpa que seja o corpo sempre procura a sujeira ou a ferida. A abelha, por mais imundo que seja o pântano em que se encontre, sempre procura a flor e dela o néctar. Lótus, uma flor oriental, nasce do lodo do pântano transmutando-o em néctar. A abelha não aceita nada menos, vivendo somente do supra-sumo, do néctar. Se a sua vida não lhe oferece o melhor, é porque você está sendo como a mosca, buscando o pior nas pessoas e nas coisas. Está na hora de você mudar de atitude: como o Lótus, transmutar o desequilíbrio, por pior que sejam as circunstâncias; como a abelha, buscar na vida, somente as flores, e delas o néctar. Assim, a vida lhe oferecerá constantemente o melhor, o supra-sumo - e você bem que o merece.
Este pensamento nos remete a uma reflexão interessante no mundo corporativo: Foco naquilo que queremos.
Alguns dirão que não basta isto, temos que ter sorte, talento, visão, etc.
Mas, com foco, podemos criar e aprender todo o resto.
O foco naquilo que queremos faz com que sejamos seletivos nas parcerias, nos negócios, inclusive nos clientes.
Não podemos ter todos os clientes do mundo no nosso negócio.
Devemos ter aqueles que são atraidos pelo que ofertamos e consequentemente, fazem parte do nosso planejamento.
Tentar abraçar o mundo é um erro normal e corriqueiro. Com o tempo percebemos que podemos ser felizes e atingirmos nossos objetivos com a visão de foco no que queremos.
Quero trabalhar para pessoas jurídicas?
Devo ter produtos para pessoas jurídicas, nas áreas que atuo, podendo ter parceria nas outras.
Quero trabalhar para pessoas físicas?
Devo ter produtos para pessoas físicas,nas áreas que atuo, podendo ter parceria nas outras.
Então, aproveite o pensamento da abelha e da mosca e torne-se a abelha para fabricar e colher o doce mel do resultado.
(autor desconhecido)
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Amizades no trabalho
Psicólogos e consultores analisam como a amizade favorece o ambiente de trabalho, e apontam os perigos que podem trazer ao bom andamento dos negócios quando mal conduzidas
Na rotina de um adulto, onde os compromissos profissionais ocupam cada vez mais o tempo, o ambiente de trabalho é, inevitavelmente, um local com grande potencial para novos contatos e relações pessoais. Segundo Tom Rath, coordenador de pesquisas do Instituto Gallup, as amizades no trabalho têm impacto positivo em nossas vidas. A afirmação baseia-se em uma pesquisa, comandada por Rath, com a colaboração de outros pesquisadores, que analisou mais de oito milhões de entrevistas do banco de dados global do Gallup e, entre outras constatações apontou que quem possui um grande amigo no emprego tem sete vezes mais chances de se dedicar ao trabalho. Em outras palavras, é um ótimo negócio para as empresas estimular os relacionamentos entre os funcionários, pois esses vínculos aumentam a produtividade e o comprometimento.
Para a psicóloga Priscila Noro é natural que amizades se originem neste contexto, pois é no trabalho que as pessoas permanecem grande parte do dia. “Ninguém suporta passar tantas horas em um ambiente hostil. As amizades favorecem o bom andamento do negócio, uma vez que o ser humano se sente seguro ao estar inserido em local confortável e mais apto para o aprendizado.”
Mas a psicóloga ressalta que é necessário diferenciar a amizade de uma relação de cordialidade. “Em ambientes competitivos, pode haver outros interesses ao compartilhar dados pessoais da vida dos colegas, por isso é importante lembrar que há casos em que a relação de ‘amizade’ no trabalho também pode abrir possibilidades de prejuízos para funcionários e empresa”, adverte.
Cordialidade
Priscila Noro sugere que os líderes estimulem um ambiente mais cordial entre os colaboradores, demonstrando que há espaço para todos. Afinal, pessoas diferentes possuem talentos diferentes e, muitas vezes, quem é bastante criativo pode não ser tão bom na execução de uma determinada tarefa, e quem é bom na execução pode operacionalizar melhor do que delegar. “É assim que se forma uma boa equipe: pessoas com habilidades distintas, contribuindo de formas diferentes para um mesmo objetivo”, analisa. Por isso, a eventual falta de afinidade, tão necessária à amizade, não deve suprimir a cordialidade, que assegura uma boa relação entre pessoas, mesmo com perfis diferentes.
O psicólogo e consultor em RH Alan Bandeira de Melo é outro que avalia como benefício para as empresas a valorização das relações interpessoais no trabalho, e acredita que é possível existir, inclusive, amizade entre chefes e colaboradores. Entretanto, ele aponta que é papel do chefe saber conduzir a intensidade desta amizade de acordo com o perfil do funcionário, pois o respeito no trabalho, principalmente entre diferentes níveis hierárquicos, jamais deve ser perdido. “Uma amizade saudável favorece um ambiente harmônico, um ambiente harmônico favorece o desempenho, logo as amizades ajudam a alcançar resultados e independem dos cargos ou funções.”
Em relação à amizade entre sócios, Bandeira de Melo adverte que a relação não pode resultar em interferência nos processos da empresa e, para isso, é necessário transparência e inteligência emocional.
Os contras
Mas nem sempre a amizade no trabalho é vista como algo positivo. Para a psicóloga Adriana Barros, a comunicação é vital para o bom relacionamento interpessoal, mas amizades muito próximas são prejudiciais. “As relações dentro do trabalho devem ser cordiais, mas a neutralidade é fundamental. Pode-se até ter convívio social, mas amizades muito estreitas podem prejudicar a rotina. Os chefes, por exemplo, tendem a proteger mais os funcionários com quem estabelecem um vínculo maior, e isso não é bom.”
Adriana aponta que em empresas menores e familiares, mais propícias a se estabelecer laços de intimidade entre as pessoas, deve-se tomar precauções especiais. “A empresa pode estimular o bom relacionamento, mas uma amizade verdadeira, em ambientes competitivos como vemos hoje em dia, é muito difícil. As pessoas devem observar se aquele que se aproxima é um amigo de fato. O ideal, no trabalho, é escutar mais do que falar e observar bem para saber avaliar com quem está se lidando”, recomenda a psicóloga.
Equilíbrio
A amizade por interesse pode existir, mas quem é equilibrado enxerga os relacionamentos no trabalho de outra forma. Esta é a opinião de Sâmia Simurro, vice-presidente de projetos da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), que acredita que em ambientes confiáveis as pessoas apresentam melhores resultados. “Em ambiente de harmonia é mais fácil crescer com a ajuda do outro do que sozinho. Mas a amizade tem que ser natural e os limites é você quem dá. É preciso respeitar a privacidade do outro e se sentir confortável com aquela relação. Não há necessidade de ‘amar’ todo mundo, mas ser cortês e simpático e dar liberdade para o outro falar e agir contribuem para estabelecer bons relacionamentos. Pessoas unidas são mais participativas.”
Sâmia acha que o clima competitivo das empresas hoje gera o medo nas relações, pois as pessoas tendem a imaginar que o outro quer ocupar seu lugar. Saber o que a empresa espera delas ajuda a estabelecer uma competição mais justa. “Cabe a empresa deixar claro que todos os funcionários terão oportunidades, assim a competição desleal não se estabelece e as amizades podem surgir de forma espontânea.”
Competição x concorrência
Segundo o consultor Armando Pastore Mendes Ribeiro, da Pensare Consultoria, de Curitiba, para existir amizade entre os colaboradores de uma empresa é importante diferenciar competição de concorrência. “Competir significa que todos estão no mesmo barco, com o mesmo objetivo. Competição em si não é nenhum problema. Já a concorrência significa ‘eu venço e os outros necessariamente perdem’. Não há espírito de equipe. Cada um busca eliminar o outro, o que não ocorre na competição.”
Ribeiro aponta a colaboração e a cooperação como marcas de uma boa amizade. “Amigos são autênticos e podem nos ajudar até quando dizem coisas que normalmente não gostamos de ouvir.” Ele dá algumas dicas de como estimular as boas relações dentro de uma empresa. “Elogiar atitudes e comportamentos adequados e promover um encontro social para aprofundar o relacionamento podem ajudar nessa conquista. Entretanto, não é tarefa da empresa que todos sejam amigos. Não deve existir nenhum tipo de insistência para que amizades aconteçam, pode-se facilitar, mas jamais ‘forçar a barra’.”
O consultor alerta que “as empresas que apelam para o sentimentalismo, divulgando que são uma grande família, normalmente tem o ambiente horrível” e ressalta que bons ambientes de trabalho não necessitam que todos sejam amigos, mas que tenham consciência dos objetivos comuns a serem atingidos e, para isso, atitudes e comportamentos sadios são impulsionadores. “Uso um exemplo pessoal: tenho um parceiro de trabalho que é excelente e quando estamos atuando numa mesma empresa ou cliente, os resultados são acima da média. Mas, quando acaba o nosso dia, cada um vai para seus compromissos pessoais e não temos amizade. Por outro lado tenho um grande amigo, que ajuda nas horas difíceis, que está sempre por perto quando necessito e vice-versa. Tentamos trabalhar duas vezes juntos e foi um retumbante fracasso. Temos maneiras distintas de atuação e objetivos diferentes mas, ainda assim, somos amigos.”
Sintonia
Para Sheila Trindade Alves Pimentel, gerente de RH do Bristol Hotéis & Resorts, as amizades verdadeiras dependem de uma sintonia e aproximação incomum em um ambiente de trabalho, mas é possível que aconteça. “Desde que a amizade não atrapalhe as atividades profissionais e não leve ao favoritismo, pode ser bem-vinda em qualquer ambiente.”
Sheila acha que os líderes têm posição mais delicada em relação às amizades. “Os líderes ou proprietários da empresa tiveram de se acostumar com uma vida organizacional solitária, devido a responsabilidade de suas decisões. Uma decisão organizacional tomada com a influência da amizade pode implicar em erro. O líder deve estar livre de opiniões tendenciosas, de amigos ou não.” No entanto, ela acredita que a amizade pode ajudar a melhorar o relacionamento de qualquer pessoa em qualquer posição, desde que seja sincera.
por: Janaina Pereira
Na rotina de um adulto, onde os compromissos profissionais ocupam cada vez mais o tempo, o ambiente de trabalho é, inevitavelmente, um local com grande potencial para novos contatos e relações pessoais. Segundo Tom Rath, coordenador de pesquisas do Instituto Gallup, as amizades no trabalho têm impacto positivo em nossas vidas. A afirmação baseia-se em uma pesquisa, comandada por Rath, com a colaboração de outros pesquisadores, que analisou mais de oito milhões de entrevistas do banco de dados global do Gallup e, entre outras constatações apontou que quem possui um grande amigo no emprego tem sete vezes mais chances de se dedicar ao trabalho. Em outras palavras, é um ótimo negócio para as empresas estimular os relacionamentos entre os funcionários, pois esses vínculos aumentam a produtividade e o comprometimento.
Para a psicóloga Priscila Noro é natural que amizades se originem neste contexto, pois é no trabalho que as pessoas permanecem grande parte do dia. “Ninguém suporta passar tantas horas em um ambiente hostil. As amizades favorecem o bom andamento do negócio, uma vez que o ser humano se sente seguro ao estar inserido em local confortável e mais apto para o aprendizado.”
Mas a psicóloga ressalta que é necessário diferenciar a amizade de uma relação de cordialidade. “Em ambientes competitivos, pode haver outros interesses ao compartilhar dados pessoais da vida dos colegas, por isso é importante lembrar que há casos em que a relação de ‘amizade’ no trabalho também pode abrir possibilidades de prejuízos para funcionários e empresa”, adverte.
Cordialidade
Priscila Noro sugere que os líderes estimulem um ambiente mais cordial entre os colaboradores, demonstrando que há espaço para todos. Afinal, pessoas diferentes possuem talentos diferentes e, muitas vezes, quem é bastante criativo pode não ser tão bom na execução de uma determinada tarefa, e quem é bom na execução pode operacionalizar melhor do que delegar. “É assim que se forma uma boa equipe: pessoas com habilidades distintas, contribuindo de formas diferentes para um mesmo objetivo”, analisa. Por isso, a eventual falta de afinidade, tão necessária à amizade, não deve suprimir a cordialidade, que assegura uma boa relação entre pessoas, mesmo com perfis diferentes.
O psicólogo e consultor em RH Alan Bandeira de Melo é outro que avalia como benefício para as empresas a valorização das relações interpessoais no trabalho, e acredita que é possível existir, inclusive, amizade entre chefes e colaboradores. Entretanto, ele aponta que é papel do chefe saber conduzir a intensidade desta amizade de acordo com o perfil do funcionário, pois o respeito no trabalho, principalmente entre diferentes níveis hierárquicos, jamais deve ser perdido. “Uma amizade saudável favorece um ambiente harmônico, um ambiente harmônico favorece o desempenho, logo as amizades ajudam a alcançar resultados e independem dos cargos ou funções.”
Em relação à amizade entre sócios, Bandeira de Melo adverte que a relação não pode resultar em interferência nos processos da empresa e, para isso, é necessário transparência e inteligência emocional.
Os contras
Mas nem sempre a amizade no trabalho é vista como algo positivo. Para a psicóloga Adriana Barros, a comunicação é vital para o bom relacionamento interpessoal, mas amizades muito próximas são prejudiciais. “As relações dentro do trabalho devem ser cordiais, mas a neutralidade é fundamental. Pode-se até ter convívio social, mas amizades muito estreitas podem prejudicar a rotina. Os chefes, por exemplo, tendem a proteger mais os funcionários com quem estabelecem um vínculo maior, e isso não é bom.”
Adriana aponta que em empresas menores e familiares, mais propícias a se estabelecer laços de intimidade entre as pessoas, deve-se tomar precauções especiais. “A empresa pode estimular o bom relacionamento, mas uma amizade verdadeira, em ambientes competitivos como vemos hoje em dia, é muito difícil. As pessoas devem observar se aquele que se aproxima é um amigo de fato. O ideal, no trabalho, é escutar mais do que falar e observar bem para saber avaliar com quem está se lidando”, recomenda a psicóloga.
Equilíbrio
A amizade por interesse pode existir, mas quem é equilibrado enxerga os relacionamentos no trabalho de outra forma. Esta é a opinião de Sâmia Simurro, vice-presidente de projetos da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), que acredita que em ambientes confiáveis as pessoas apresentam melhores resultados. “Em ambiente de harmonia é mais fácil crescer com a ajuda do outro do que sozinho. Mas a amizade tem que ser natural e os limites é você quem dá. É preciso respeitar a privacidade do outro e se sentir confortável com aquela relação. Não há necessidade de ‘amar’ todo mundo, mas ser cortês e simpático e dar liberdade para o outro falar e agir contribuem para estabelecer bons relacionamentos. Pessoas unidas são mais participativas.”
Sâmia acha que o clima competitivo das empresas hoje gera o medo nas relações, pois as pessoas tendem a imaginar que o outro quer ocupar seu lugar. Saber o que a empresa espera delas ajuda a estabelecer uma competição mais justa. “Cabe a empresa deixar claro que todos os funcionários terão oportunidades, assim a competição desleal não se estabelece e as amizades podem surgir de forma espontânea.”
Competição x concorrência
Segundo o consultor Armando Pastore Mendes Ribeiro, da Pensare Consultoria, de Curitiba, para existir amizade entre os colaboradores de uma empresa é importante diferenciar competição de concorrência. “Competir significa que todos estão no mesmo barco, com o mesmo objetivo. Competição em si não é nenhum problema. Já a concorrência significa ‘eu venço e os outros necessariamente perdem’. Não há espírito de equipe. Cada um busca eliminar o outro, o que não ocorre na competição.”
Ribeiro aponta a colaboração e a cooperação como marcas de uma boa amizade. “Amigos são autênticos e podem nos ajudar até quando dizem coisas que normalmente não gostamos de ouvir.” Ele dá algumas dicas de como estimular as boas relações dentro de uma empresa. “Elogiar atitudes e comportamentos adequados e promover um encontro social para aprofundar o relacionamento podem ajudar nessa conquista. Entretanto, não é tarefa da empresa que todos sejam amigos. Não deve existir nenhum tipo de insistência para que amizades aconteçam, pode-se facilitar, mas jamais ‘forçar a barra’.”
O consultor alerta que “as empresas que apelam para o sentimentalismo, divulgando que são uma grande família, normalmente tem o ambiente horrível” e ressalta que bons ambientes de trabalho não necessitam que todos sejam amigos, mas que tenham consciência dos objetivos comuns a serem atingidos e, para isso, atitudes e comportamentos sadios são impulsionadores. “Uso um exemplo pessoal: tenho um parceiro de trabalho que é excelente e quando estamos atuando numa mesma empresa ou cliente, os resultados são acima da média. Mas, quando acaba o nosso dia, cada um vai para seus compromissos pessoais e não temos amizade. Por outro lado tenho um grande amigo, que ajuda nas horas difíceis, que está sempre por perto quando necessito e vice-versa. Tentamos trabalhar duas vezes juntos e foi um retumbante fracasso. Temos maneiras distintas de atuação e objetivos diferentes mas, ainda assim, somos amigos.”
Sintonia
Para Sheila Trindade Alves Pimentel, gerente de RH do Bristol Hotéis & Resorts, as amizades verdadeiras dependem de uma sintonia e aproximação incomum em um ambiente de trabalho, mas é possível que aconteça. “Desde que a amizade não atrapalhe as atividades profissionais e não leve ao favoritismo, pode ser bem-vinda em qualquer ambiente.”
Sheila acha que os líderes têm posição mais delicada em relação às amizades. “Os líderes ou proprietários da empresa tiveram de se acostumar com uma vida organizacional solitária, devido a responsabilidade de suas decisões. Uma decisão organizacional tomada com a influência da amizade pode implicar em erro. O líder deve estar livre de opiniões tendenciosas, de amigos ou não.” No entanto, ela acredita que a amizade pode ajudar a melhorar o relacionamento de qualquer pessoa em qualquer posição, desde que seja sincera.
por: Janaina Pereira
Trabalho em equipe
Video sobre trabalho em equipe.
A história deste video é a constante realidade em várias empresas no Brasil e no mundo, onde os colaboradores preferem passar o problema adiante ao invés de assumir a responsábilidade para tentar soluciona-lo.
A história deste video é a constante realidade em várias empresas no Brasil e no mundo, onde os colaboradores preferem passar o problema adiante ao invés de assumir a responsábilidade para tentar soluciona-lo.
Trabalho em grupo vs. trabalho em equipe
Na escola, na faculdade, no MBA e até nas empresas é comum escutarmos a expressão “trabalho em grupo”. Será que as pessoas que usam esta expressão realmente sabem o que é trabalhar em grupo? Ou está faltando, de fato, pensar no trabalho em EQUIPE?
No trabalho em grupo o culpado é sempre fácil de apontar.
No trabalho em equipe não existem culpados, mas o time como um todo falhou.
No trabalho em grupo o foco é na tarefa.
No trabalho em equipe o foco é no resultado final.
No trabalho em grupo divergências são raras e geram conflitos.
No trabalho em equipe as divergências são estimuladas e geram insights diferenciados.
No trabalho em grupo a comunicação é segregada e desistimulada.
No trabalho em equipe a comunicação é transparente e coletiva.
No trabalho em grupo cada pessoa só conhece a sua área de trabalho.
No trabalho em equipe todos sabem como a empresa funciona, de A a Z.
No trabalho em grupo as amizades são formadas horizontalmente (setores).
No trabalho em equipe as amizades são formadas verticalmente (cross-sectors).
No trabalho em grupo o esforço individual é um sentimento pessoal.
No trabalho em equipe o time reconhece o esforço coletivo e individual.
No trabalho em grupo os erros são inaceitáveis e causam danos na “cadeia de produção”.
No trabalho em equipe os erros geram lições aprendidas.
No trabalho em grupo a referência é o fordismo.
No trabalho em equipe a referência é o agile.
No trabalho em grupo, o cliente pede, o chefe manda, o gerente supervisiona, o analista analisa, o desenvolvedor desenvolve e o testador testa.
No trabalho em equipe, o cliente pede e acompanha, o chefe e o gerente supervisionam e suportam a equipe, e o time trabalha em conjunto, cada um com sua área de conhecimento, mas ajudando e discutindo as melhores soluções.
E aí? Sua empresa estimula o trabalho em grupo ou em equipe?
No trabalho em grupo o culpado é sempre fácil de apontar.
No trabalho em equipe não existem culpados, mas o time como um todo falhou.
No trabalho em grupo o foco é na tarefa.
No trabalho em equipe o foco é no resultado final.
No trabalho em grupo divergências são raras e geram conflitos.
No trabalho em equipe as divergências são estimuladas e geram insights diferenciados.
No trabalho em grupo a comunicação é segregada e desistimulada.
No trabalho em equipe a comunicação é transparente e coletiva.
No trabalho em grupo cada pessoa só conhece a sua área de trabalho.
No trabalho em equipe todos sabem como a empresa funciona, de A a Z.
No trabalho em grupo as amizades são formadas horizontalmente (setores).
No trabalho em equipe as amizades são formadas verticalmente (cross-sectors).
No trabalho em grupo o esforço individual é um sentimento pessoal.
No trabalho em equipe o time reconhece o esforço coletivo e individual.
No trabalho em grupo os erros são inaceitáveis e causam danos na “cadeia de produção”.
No trabalho em equipe os erros geram lições aprendidas.
No trabalho em grupo a referência é o fordismo.
No trabalho em equipe a referência é o agile.
No trabalho em grupo, o cliente pede, o chefe manda, o gerente supervisiona, o analista analisa, o desenvolvedor desenvolve e o testador testa.No trabalho em equipe, o cliente pede e acompanha, o chefe e o gerente supervisionam e suportam a equipe, e o time trabalha em conjunto, cada um com sua área de conhecimento, mas ajudando e discutindo as melhores soluções.
E aí? Sua empresa estimula o trabalho em grupo ou em equipe?
por: Flavio Steffens
Como liderar diferentes gerações
É comum que cada geração viva conforme os conceitos pré-estabelecidos pelo mundo que a cerca. São fatores econômicos, sociais, culturais e evolutivos que, somados aos paradigmas existentes em cada família, moldam a identidade dos jovens na sociedade. Dessa forma, é importante que os gestores estejam preparados para uma nova realidade, que envolve a integração entre experiência e inovação, isto é, a união de diferentes gerações no ambiente de trabalho.
De um lado, a Geração Y, com sua necessidade de aprendizado constante. Otimistas e autoconfiantes, as pessoas desse grupo nasceram a partir da década de 80. Esses recém adultos cresceram em um mundo em que a informática e os aparelhos eletrônicos têm grande importância em suas vidas. Mesmo que lidar com novas tecnologias ainda seja um pouco desafiador, já faz parte do cotidiano dessa geração a busca por novidades em softwares e dispositivos eletrônicos. Um de seus pontos mais característicos é a capacidade de adaptação àquilo que não conhecem, seja na vida pessoal ou dentro das organizações.
A nova parceria no cotidiano das empresas se dará quando a Geração Z, a mais apressada e tecnológica de todas as gerações, chegar ao mercado de trabalho. Vivemos em um mundo globalizado, em que a velocidade da informação e a convergência das mídias criaram uma nova forma de encararmos a vida e a sociedade. E é exatamente nessa nova era digital que entram em cena as crianças nascidas a partir de 1995, justamente na época em que acontecia o boom da internet. Esses futuros profissionais, que ainda são meninos e meninas, além de usarem o computador desde muito cedo, são ágeis e tem grandes tendências para o auto-aprendizado. Mas, por conta dessa velocidade toda, têm se mostrado imediatistas, que buscam o futuro antes mesmo de passarem pelo presente.
Os gestores terão um grande desafio ao liderar equipes cada vez mais formadas por profissionais de diferentes gerações. Mas, é importante ressaltar, que esse mix poderá trazer ótimos resultados se as distintas competências forem captadas e integradas em prol de um mesmo objetivo. Para tanto, é imprescindível que gestores e executivos fiquem atentos e conheçam muito bem cada membro de sua equipe, com foco na complementaridade. Desta forma, resultados eficazes serão atingidos gradativamente.
Uma equipe de jovens, por exemplo, pode dar vida nova a tarefas antigas, ao mesmo tempo em que aprendem sobre o seu funcionamento com os funcionários mais experientes. Contudo, em consequência da velocidade e fragmentação da era digital, os profissionais mais novos terão algumas dificuldades, como, por exemplo, encarar desafios que demandam visão de longo prazo e muita dedicação.
Nesse sentido, a boa mistura de competências será o fator chave para a obtenção de resultados positivos. E para que tudo isso aconteça, é preciso que um ponto seja muito bem trabalhado: a comunicação. Afinal, não existe nada melhor do que a troca de ideias entre pessoas de diferentes origens e idades, para que as tarefas diárias possam ser executadas de maneira inusitada, inovadora e eficaz.
De um lado, a Geração Y, com sua necessidade de aprendizado constante. Otimistas e autoconfiantes, as pessoas desse grupo nasceram a partir da década de 80. Esses recém adultos cresceram em um mundo em que a informática e os aparelhos eletrônicos têm grande importância em suas vidas. Mesmo que lidar com novas tecnologias ainda seja um pouco desafiador, já faz parte do cotidiano dessa geração a busca por novidades em softwares e dispositivos eletrônicos. Um de seus pontos mais característicos é a capacidade de adaptação àquilo que não conhecem, seja na vida pessoal ou dentro das organizações.
A nova parceria no cotidiano das empresas se dará quando a Geração Z, a mais apressada e tecnológica de todas as gerações, chegar ao mercado de trabalho. Vivemos em um mundo globalizado, em que a velocidade da informação e a convergência das mídias criaram uma nova forma de encararmos a vida e a sociedade. E é exatamente nessa nova era digital que entram em cena as crianças nascidas a partir de 1995, justamente na época em que acontecia o boom da internet. Esses futuros profissionais, que ainda são meninos e meninas, além de usarem o computador desde muito cedo, são ágeis e tem grandes tendências para o auto-aprendizado. Mas, por conta dessa velocidade toda, têm se mostrado imediatistas, que buscam o futuro antes mesmo de passarem pelo presente.
Os gestores terão um grande desafio ao liderar equipes cada vez mais formadas por profissionais de diferentes gerações. Mas, é importante ressaltar, que esse mix poderá trazer ótimos resultados se as distintas competências forem captadas e integradas em prol de um mesmo objetivo. Para tanto, é imprescindível que gestores e executivos fiquem atentos e conheçam muito bem cada membro de sua equipe, com foco na complementaridade. Desta forma, resultados eficazes serão atingidos gradativamente.
Uma equipe de jovens, por exemplo, pode dar vida nova a tarefas antigas, ao mesmo tempo em que aprendem sobre o seu funcionamento com os funcionários mais experientes. Contudo, em consequência da velocidade e fragmentação da era digital, os profissionais mais novos terão algumas dificuldades, como, por exemplo, encarar desafios que demandam visão de longo prazo e muita dedicação.
Nesse sentido, a boa mistura de competências será o fator chave para a obtenção de resultados positivos. E para que tudo isso aconteça, é preciso que um ponto seja muito bem trabalhado: a comunicação. Afinal, não existe nada melhor do que a troca de ideias entre pessoas de diferentes origens e idades, para que as tarefas diárias possam ser executadas de maneira inusitada, inovadora e eficaz.
por Eduardo Shinyashiki*
*Eduardo Shinyashiki é consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Autor do livro Viva Como Você quer Viver, da Editora Gente. www.edushin.com.br.
Os ingredientes secretos de uma transformação bem-sucedida
Descubra o papel do líder ‘lean’ e o que ele pode contribuir para as empresas
A cultura e o papel dos líderes no estabelecimento de uma empresa eficaz e sustentável têm sido os principais tópicos de debate em conferências internacionais sobre a excelência ‘Lean’. Líderes fortes, inspiradores e eficazes são o denominador comum das empresas que incorporam uma cultura de melhoria contínua por toda a organização. O que os líderes fortes fazem para inspirar um espírito de disposição para realizar o trabalho, atingir um crescimento extraordinário e manter os funcionários entusiasmados e empenhados? Falamos sempre do papel da liderança, mas de alguma forma ele continua sendo o ingrediente mais evasivo da fórmula do sucesso.
Grandes empresas que apresentaram resultados impressionantes em vendas, lucros e produtividade, atribuíram estes avanços aos princípios orientadores da empresa, aos seus valores, à sua cultura lean e à sua administração sólida e comprometida com níveis cada vez mais elevados de participação e satisfação dos funcionários.
Todos temos líderes em nossas organizações: líderes experientes, líderes de nível médio e líderes em ascensão. Mas o que realmente faz com que os melhores líderes inspirem seus subordinados a superar-se continuamente, gerar resultados extraordinários e, finalmente, surgirem como líderes?
Empresas norte-americanas criaram receitas diferenciadas que contêm seus ingredientes secretos do sucesso. Apesar de ser difícil identificar o que torna a cultura deles invejável, tais receitas inspiraram uma safra de líderes no mundo que seguem seus passos e com o mesmo entusiasmo e a mesma dedicação.
Sei que não é algo realista achar que é possível armazenar os ingredientes secretos da liderança e aplicá-los à vontade quando for necessário. Entretanto, os líderes lean constantemente demonstram alguns comportamentos recorrentes que devem ser observados e copiados.
O poder do “por quê?”
Quando as coisas vão mal, a pergunta mais comum deve ser “por quê?”, e não “quem?”. Para levar sua equipe ao sucesso, pode ser necessário simplesmente um Gemba walk (passeio pelo chão-de-fábrica) feito regularmente, análises de causas principais, 5W (5 “por quês?”), diagramas ”espinha de peixe” ou uma simples reunião de orientação com quadro branco.
Espelhar-se na constante busca de nossos filhos, que não param de perguntar ”por quê?”, pode ser um começo. Devemos fazer o mesmo. Perguntar ”por quê?“ dá às pessoas a oportunidade de expor suas idéias, solucionar problemas de maneira independente e sentir orgulho e responsabilidade ao desenvolver soluções e atingir resultados.
Seu papel como líder é ajudar as pessoas a aprender e crescer, encontrar soluções, eliminar barreiras e promover um ambiente de solução criativa de problemas. Como um líder lean, você sempre deve buscar os preciosos “momentos de ensino”. Se tentar solucionar todos os problemas sem auxílio, você nunca terá tempo para mais nada que tiver à mão. Seja você um coordenador ou um CEO, o poder do “por quê?” é uma ferramenta eficaz para incentivar as pessoas a colaborar e desenvolver soluções mais criativas.
Lidere e aprenda fazendo
Não subestime o poder da participação. Se você ocupa um cargo de liderança, não existe melhor maneira de conquistar o respeito dos seus funcionários do que se colocar por algum tempo na pele deles. Os líderes lean, do CEO ao recém-contratado, lideram pelo exemplo. Os líderes lean demonstram seu apoio com suas agendas, ou seja, com seu tempo.
Você pode ter certeza que qualquer funcionário que vir seu CEO participando ativamente da limpeza de máquinas ou de seu local de trabalho, solucionando problemas de qualidade ,sugerindo simplificação de processos e , algumas vezes, até transportando equipamentos ou funções análogas provavelmente empenhará seu apoio incondicional da próxima vez em que lhe pedirem para esforçar-se ao máximo e contribuir.
Reserve tempo para a melhoria contínua
O trabalho comum não foi feito apenas para operadores de máquinas e técnicos. Foi feito também para os líderes. O que há na sua agenda de planejamento? Você está reservando o tempo adequado a atividades de melhoria contínua?
O trabalho comum para líderes é uma ferramenta que pode ajudá-los a mudar de comportamento para concentrar-se no processo de tornar a abordagem dependente dos processos, não das pessoas. É o que defendem diretores de melhoria contínua. Para eles, o processo integral eleva o nível da equipe de liderança e ajuda a identificar quem conseguirá e quem não conseguirá passar aos níveis superiores de liderança. Com documentos que descrevem claramente os comportamentos esperados e as práticas recomendadas de atividades de liderança, as empresas conseguem estabelecer parâmetros para seu sistema de gestão lean.
Defina a visão, alinhe os recursos e monitore com empenho a realização
Precisamos realmente considerar o lean um elemento fundamental do sistema central de negócios da nossa organização. Um sistema de negócios lean é um conjunto fundamental de processos que viabiliza a realização bem sucedida dos seus objetivos mais essenciais. Um sistema de negócios lean deve ser comandado pela administração e viabilizado por uma cultura lean.
Todos os pilares devem ter o mesmo equilíbrio: pessoas, processos, planos e desempenho. Um pilar precisa estar ligado ao outro, e você deve manter o equilíbrio para que o sistema ofereça resultados. A implementação de políticas é o processo que transforma a visão em ação e define um conjunto claro de atividades necessárias a um crescimento extraordinário. Porém, você precisa vivenciar o processo de aplicação destas políticas, garantindo que os recursos sejam concentrados na geração desses resultados. Além disso, você deve monitorar ativamente o desempenho com uma abordagem rigorosa e disciplinada. Os líderes devem fazer questão de que suas equipes realizem constantes avaliações e reavaliações para que essa abordagem funcione.
Desenvolva seu pessoal
Finalmente, você precisa vincular tudo isso ao seu pessoal. Embora a liderança venha naturalmente para algumas pessoas, ela deve ser cultivada em outras. Você investiu um valor enorme no desenvolvimento de líderes com conhecimento técnico, conhecimento do setor de atividade e relacionamentos sólidos. Muito provavelmente, esses gerentes serão alçados a cargos de nível sênior à medida que sua organização se beneficiar da cultura de melhoria contínua. Se você estiver em uma organização que cresceu tão rapidamente, deverá ser capaz de mudar seu estilo de gestão. À medida que crescemos, é necessário que os líderes orientem, desenvolvam e gerenciem outros líderes.
A orientação e o coaching não são tarefas tão fáceis. Priorize o coaching e o desenvolvimento dos seus talentos em ascensão. Dê à sua equipe de administração a oportunidade de reconhecer seus pontos fortes e fracos em termos de comportamento. Ajude-os a encontrar maneiras de desenvolver suas principais capacidades para liderar e promover o sucesso.
Saiba o que seus funcionários pensam e reaja desenvolvendo líderes capazes de levar o trabalho adiante no longo prazo.
Mesmo este sendo o lado mais fácil do sucesso, é um ingrediente essencial. Sua receita especial não terá o sabor certo se você não acrescentar todos os ingredientes na proporção certa. Defina o plano. Implemente o processo com rigor. Monitore os resultados com empenho. E desenvolva seu pessoal. Faça isso, e terá os ingredientes secretos da vantagem competitiva. Esta é uma receita que você irá sempre querer manter com você.
Por Washington Kusabara*
* Washington Kusabara é diretor para a América Latina da TBM Consulting, uma das principais consultorias de gestão de processos do mundo.
Saiba Trabalhar em Equipe
A maior parte dos resultados profissionais que obtemos se deve não somente a nós, mas dependem do envolvimento e dedicação de outras pessoas, sejam nossos subordinados, companheiros, amigos, familiares e até mesmo clientes.
A grande dificuldade que encontremos para aprender a trabalhar em equipe vem da própria cultura das empresas. Enquanto nos discursos se glorifica o trabalho em equipe, os programas de incentivo, bônus, prêmios e promoções valorizam o resultado de curto prazo e o individualismo.
As empresas querem a equipe, mas premiam o melhor. Querem o trabalho em conjunto, mas privilegiam uns em detrimento de outros, pregam a iniciativa e a criatividade, mas forçam os funcionários a se enquadrar e se conformar com a estrutura e as normas.
Talvez por isso uma das frases que mais se ouve nos corredores das empresas é “Faço Muito, Mas Ninguém Reconhece!”. Esta sensação leva à desmotivação e a perda de talentos, que acabam por buscar novas oportunidades. Isso, no melhor dos casos!
Como somos incentivados a valorizar o individualismo, passamos a considerar que somente podemos contar com o nosso trabalho. E daí para achar que o nosso jeito de fazer as coisas é o melhor jeito é um passo.
Não percebemos que as pessoas são diferentes de nós e que isto não é ruim. Muito pelo contrário. A diferença nos enriquece e nos completa.
Não dizem que os opostos se atraem e se completam? Isso é verdade nos relacionamentos pessoais e amorosos. Mas nos nossos relacionamentos profissionais, queremos que todos sejam iguais a nós, que pensem da mesma forma, que não discutam nossas decisões e concordem com nossas opiniões.
Lembre-se: as pessoas são diferentes, e ser diferente significa apenas ser diferente: nem melhor, nem pior. Permita-se encontrar pessoas que, exatamente por serem diferentes, o completarão e o ajudarão a conquistar resultados que, sozinho, você não alcançaria.
Aos 30 anos de idade, eu estava começando minha vida profissional do zero. E tive a grande sorte de contar com dois auxiliares, Jefferson e Sérgio, que foram os grandes responsáveis pelo início de uma carreira ascendente. Sem se importar em receber hora extra ou reconhecimento pessoal, os dois dividiram comigo noites e madrugadas de dedicação total. Os dois foram os responsáveis pela minha promoção à Supervisor de Vendas em apenas 4 meses.
Quando assumi a equipe de 9 vendedores, eles estavam completamente desmotivados. Eram considerados os piores vendedores e por isso, atendiam as piores rotas de clientes. O fato é que, em menos de um ano, nossa equipe era campeã de vendas, os vendedores recebiam os melhores salários da distribuidora e ganhavam a maioria dos prêmios e bônus, e fui promovido a Gerente de Vendas.
E qual o segredo? Nenhum! Simplesmente ouvi e respeitei a opinião de todos. Criamos uma cultura de equipe na qual todos se sentiam responsáveis pelos resultados de todos, e portanto, se importavam e queriam ajudar. E dividimos os resultados financeiros e de reconhecimento.
Hoje, quase 10 anos depois, tenho a grande sorte de contar, novamente, com uma grande equipe, meus sócios e assistentes. Com a ajuda deles, a dedicação e o comprometimento, tenho certeza de meu ano de 2010 será cheio de conquistas.
E você? Já construiu sua equipe?
por: Fabiano Caxito
Você Sonha?
Debatemos todos os dias as questões do dia a dia, negócios, funcionários, estratégia, oportunidades, novas áreas de atuação, enfim, tudo que pode auxiliar no desenvolvimento do seu negócio.
E você já parou para analisar o seu sonho? O real desejo? O porque efetivo de você levantar todos os dias para ir ao trabalho?
Não basta dizer que precisamos trabalhar.
Não basta dizer que precisamos de dinheiro.
Não basta dizer que precisamos crescer e evoluir.
Precisamos mais. Precisamos sonhar.
O sonho nos remete aquele tempo áureo de infância, nos remete ao encontro conosco, nos remete a pureza dos ideais e verdades.
O sonho constrói seus alicerces na esperança, no desejo, na vontade, enfim, o sonho constrói alicerces fortes, sólidos e confiantes no sucesso.
Deixar de sonhar apenas para contabilizar rentabilidades não se traduz em felicidade ou sucesso pleno. Apenas é uma forma de ganhar dinheiro.
O trabalho é composto da remuneração, contudo ela não pode - nem deve - ser o único compensador.
Quando o líder sonha - e compartilha este sonho - os liderados são massageados com o sonho de sucesso, atuam com a vontade de vencer e de crescer, enfim, eles vivem a construção deste sonho.
Como diz uma parábola "Tu chegas numa construção e tem dois pedreiros colocando tijolos numa parede. Então perguntas para um deles: O que estás fazendo? Ele responde: Erguendo uma parede. Fazes a mesma pergunta ao segundo pedreiro e ele responde: Estou construindo uma igreja", ou seja, a visão do sonho compartilhado traduz-se na visão do funcionário no teu negócio, quer dizer, todos voltados ao mesmo crescimento e objetivo.
Então aproveite o inicio do ano para refletir:
Você sonha?
E compartilha isto com a sua equipe?
por: Gustavo Rocha
Tenha a Vida Que Pediu a Deus
Você é feliz com a vida que leva? Acha que pode viver melhor? Gostaria de livrar-se dos estresses do cotidiano? Muita gente pensa que teria uma vida mais feliz se tivesse um carro novo, trabalho diferente, outra casa, conta bancária recheada, emprego público. Outros podem achar que a vida seria perfeita se fosse uma pessoa importante, famosa, uma celebridade. O que não falta mesmo é gente querendo ter algo acima de suas posses ou ser alguém que não é.
Até aí nenhuma novidade. Porém, o que poucos sabem é que o primeiro passo para uma vida feliz é apreciar mais o que se tem e menos o que não se tem. A segunda, eu diria que é agir como se nada lhe faltasse e ter atitude de gratidão.
Daí, um bom começo pode ser agradecer a Deus pela família que tem, pela saúde, pelo alimento de cada dia, pelo ar que respiramos, pelas boas amizades, por viver fora de zona de conflito, por poder ir e vir, pelo trabalho, dinheiro, ainda que não seja o ideal e por vai. Um bom exercício de reflexão pode ser sentar-se no sofá e pensar em meia dúzia de coisas pelas quais é muito grato.
Betty Mahalik em seu livro Living a Five Star Life (Vivendo Uma Vida Cinco Estrelas) revela uma fórmula simples que pode ajudar a qualquer pessoa viver melhor. Para ela, basta seguir a equação abaixo:
• O presente
• + uma atitude de gratidão
• + ação positiva
• = vida perfeita.
Ela nos convida a passar um dia todo agindo em sintonia com a fórmula acima. E sugere que cada vez que você começar a reclamar ou pensar sobre a sua vida, volte a esta fórmula e agradeça por aquilo que tem. Há um ditado que diz: "quando o aluno está pronto, o mestre aparece."
Portanto, afirma, se você estiver pronto para uma vida melhor, seus professores estarão todos a postos. Daí, conclui: “O que você está esperando?”.
por: Evaldo Costa
Mais um Ano Novo está Chegando...
Gosto do ar de otimismo de fim de ano, da esperança renovada, mas acredito no ditado popular que diz “Se continuarmos fazendo o que sempre fizemos, continuaremos obtendo o que sempre obtivemos”.
A pessoa que inventou essa história de ano novo era um gênio. Deu-nos a oportunidade de começar tudo de novo, de tentar fazer melhor do que fizemos no ano anterior. Os seres humanos têm a opção de fazer escolhas, por isso precisamos aproveitar esse momento de planejar o novo ano fazendo as melhores escolhas, aquelas que podem trazer os mais saborosos frutos para nossa vida. É sabido que o que colhemos é resultado do que plantamos, por isso é preferível amar a odiar, perdoar a ofender, compreender a discordar, sorrir a chorar. Assim, provavelmente, colheremos amor, perdão, compreensão e sorrisos.
Muitas pessoas ficam esperando as oportunidades chegarem, mas para ser um verdadeiro vencedor é preciso também assumir riscos, realizar.
Claro que com cautela, sem precipitações. Assim no próximo final de ano comemoraremos os resultados obtidos, não nos justificaremos como os perdedores fazem. Precisamos ver a passagem do tempo como uma conquista.
Também é preciso não se arrepender das coisas que deixamos de fazer. Por isso, tome a iniciativa, não espere muito, assuma. Não se omita. Faça, mesmo errando. Domine o comodismo, aprenda com os insucessos. Arrisque, para conseguir algo novo. Seja entusiasmado com a vida, acredite na sua capacidade de transformar a realidade. Não espere saber tudo para agir. A própria ação desenvolve o saber. Passe do plano das lamentações para o plano da ação.
por: Sonia Jordão
Ousadia: Do Tá Lento Ao Talento
Do tá lento para o talento, saiba que não existe mudança fácil quando temos que estudar para tirar um acento ortográfico e ainda fazer com que palavras, até então de significados medíocres, sejam unidas para formar algo que justifique um grande efeito para que sejamos visto como alguém interessante.
Por outro lado quando somos referenciados pelo que fazemos é porque temos como adição a obstinação pelo colocar em pratica o que acreditamos ter nas mãos. É nessa viagem de idéias que podemos compor o que chamamos de vantagem competitiva, por onde tudo que imaginamos como criativo só terá ordenação quando coligado com entendimento combinado entre tempo, disposição e ousadia.
O sucesso de um profissional vem da bagagem, da escolha e aproveitamento dos meios por onde esteve, da visão de direção a seguir, pela composição do estimulo para superar as cobranças e avançar. Algo do tipo, como num final de copa do mundo, jogo empatado, alguém é derrubado na pequena área, um pênalti, a maioria disfarça, mas alguém se dispõe a levantar a mão e sair para cobrar. Bom, se foi gol ou não, tanto faz, mas fico pensando sobre os valores e a autoconfiança dos que conseguem se antecipar e o que isso é importante para a formação do equilíbrio pelo enfrentar vitórias, fracassar e continuar buscando o que se acredita.
É o desafio e seu resultado que faz acontecer às coisas, e do jeito que o mundo vai sempre se complicando, hoje quem não aceita enfrentar o lado das dificuldades, dificilmente terá o reconhecimento, que está sempre pela medição do que fazemos de hoje para o futuro.
A história que fica para o futuro tem a ver com o que ainda não fizemos, ou seja, para ser melhor temos que ter adições ao que somos hoje e isso se encontra guardado dentro de cada um esperando pelo se soltar rumo ao uso. Fica aqui algo do tipo temos que ser mais, que conseguir sair dos sonhos pelo desejo de viver rumo a uma dinâmica felicidade, superando a imposição das exigências e conquistando o prazer pelas coisas a partir das mais simples.
por: Sérgio dal Sasso
Valorize seu Autodesenvolvimento
Nesse artigo, vou escrever sobre um tema atual que passou a ter grande importância nas organizações, o autodesenvolvimento. Esse atributo é comumente encontrado naqueles profissionais dotados de resiliência, pois são capazes de responder rapidamente as mudanças constantes em nosso dia a dia. Podemos assimilar essa característica como a do camaleão que ajustando suas cores de acordo com às necessidades do meio em que vive.
Vamos definir desenvolvimento que, segundo dicionário Aurélio, é capacidade de desenvolver, aumentar as faculdades intelectuais, ampliar e incrementar.
Peter Drucker, em Desafios Gerenciais para o Século XXI, afirma que "gerenciar a sí mesmo" significa colocar-se onde você possa fazer sua maior contribuição à sociedade, ou seja, aprender a se desenvolver constantemente, mantendo-se mentalmente ativo.
Uma forma de auxílio ao autodesenvolvimento pode se dar por meio da ajuda de um “Coaching”, na medida em que ele pode contribuir significativamente para elaboração de um plano de metas pessoais. Não podemos deixar de relatar que, muitas vezes, o autodesenvolvimento está relacionado com sucesso individual.
Vamos definir desenvolvimento que, segundo dicionário Aurélio, é capacidade de desenvolver, aumentar as faculdades intelectuais, ampliar e incrementar.
Peter Drucker, em Desafios Gerenciais para o Século XXI, afirma que "gerenciar a sí mesmo" significa colocar-se onde você possa fazer sua maior contribuição à sociedade, ou seja, aprender a se desenvolver constantemente, mantendo-se mentalmente ativo.
Uma forma de auxílio ao autodesenvolvimento pode se dar por meio da ajuda de um “Coaching”, na medida em que ele pode contribuir significativamente para elaboração de um plano de metas pessoais. Não podemos deixar de relatar que, muitas vezes, o autodesenvolvimento está relacionado com sucesso individual.
Por tratar-se de um assunto estratégico, abaixo algumas dicas que poderão auxiliar na elaboração de um plano de autodesenvolmento.
- Crie um plano de desenvolvimento, que ajude a identificar questões importantes como estabelecimento de metas;
- Foque nas prioridades estabelecidas no plano;
- Saia da zona de conforto, metas precisam ser colocadas em praticas, programe ações diárias;
- Extraia o máximo de suas experiências profissionais e pessoais;
- O plano de desenvolvimento deve-ser contínuo para que você crie o hábito de aprender constantemente;
- Tome consciência de seu progresso, ele será um balizador para verificar a necessidade de revisar as metas;
Lembre-se, toda implementação exige comprometimento e esforço, isso faz parte do plano do autodesenvolvimento, pois, é preciso ter foco e muita disciplina para manter o ciclo de aprendizado, porém, lembre-se sempre que os resultados profissionais e pessoais que se obterá serão inquestionáveis.
por: Leonardo Soares Grapeia
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