domingo, 6 de novembro de 2011

O que um simples pescador tem a ensinar para um banqueiro

Recebi a história a seguir do meu tio Petronio (valeu tio!) e ela me fez refletir bastante sobre como que muitas vezes fazemos as coisas simplesmente por que parecem interessantes, mas que não necessariamente estão de acordo com o que realmente queremos pra nossas vidas.
O sábio pescador
Um exemplo de como o objetivo pode estar logo na nossa frente

A história do pescador e do banqueiro

Um banqueiro de investimentos americano estava no cais de uma povoação das Caraíbas, quando chegou um barco com um único pescador.
Dentro do barco, havia vários atuns amarelos de bom tamanho.

O americano elogiou o pescador pela qualidade do pescado e perguntou-lhe: “Quanto tempo gastou para pescá-los?”
O pescador respondeu que pouco tempo. Então americano perguntou: “Porque não gasta mais tempo e tira mais pescado?”

O pescador disse que tinha o suficiente para satisfazer as necessidades imediatas da sua família.  Mais uma vez, americano perguntou: “Mas o que você faz com o resto do seu tempo?”
O pescador disse: “Depois de pescar, descanso um pouco, brinco com os meus filhos, tiro um cochilo com minha mulher, vou ao povoado à noite, onde tomo vinho e toco violão com os meus amigos.

O americano replicou: “Sou um especialista em gestão e poderia ajudá-lo. Você deveria investir mais do seu tempo na pesca e adquirir um barco maior. Depois, com os ganhos, poderia comprar vários barcos e eventualmente até uma frota de barcos pesqueiros.

Em vez de vender o peixe a um intermediário, poderia fazê-lo diretamente a um processador e eventualmente até abrir a sua própria processadora. Poderia assim controlar a produção, o processamento e a distribuição.
Deveria sair deste pequeno povoado e ir para a capital, de onde geriria a sua empresa em expansão”.

O pescador perguntou: “Mas, quanto tempo demoraria isso?”

O americano respondeu: “Entre 15 e 20 anos”.

“E depois?“, perguntou o pescador.

O americano deu risada e disse que essa era a melhor parte: “Quando chegar a hora, deveria anunciar uma IPO (Oferta Pública de Aquisição) e vender as ações da sua empresa ao público. Ficará rico, terá milhões! ”
Milhões … E depois?“, tornou o pescador.

Daí o americano responde:
“Poderá então se aposentar e ir para uma cidade no litoral, onde pode dormir até tarde, pescar um pouco, brincar com os seus filhos, dormir a sesta com a sua mulher, ir todas as noites ao povoado tomar um vinho e tocar violão com os seus amigos”.

Então o pescador pergunta: “Por acaso isso não é o que já tenho?”

Moral da história
Será que não seríamos mais felizes se simplesmente aproveitássemos o que já temos? A felicidade está no caminho, não no fim.

por: Millor Machado

7 Dicas de Rocky Balboa para continuar lutando

Todos passamos por dificuldades no dia-a-dia. Os empreendedores não são exceção.
Para facilitar nossa vida, o mestre Rocky veio passar algumas dicas de como continuar lutando!




1 – Tenha uma meta
Rocky sempre soube o que queria. Ele queria ser um grande lutador de boxe, manteve o foco e correu atrás disso. Quando você sabe onde quer chegar, nada pode te parar.

2 – Resiliência
Não é o quão forte você bate, é o quão forte você pode apanhar, e continuar avançando! (BALBOA, Rocky; 2006). A vida não é fácil , nem por isso você pode esquecer da sua meta e perder o foco. A maneira com que você faz as tarefas que não gosta mostra o seu comprometimento com o objetivo.

3 – Tenha seu estilo
As vezes modelos, padrões e ferramentas não são a melhor opção. Rocky treinava no açougue e até no frio do Alasca e isso com certeza o ajudou a ser um lutador diferenciado.

4 – Humildade
Não deixe a fama subir à sua cabeça. No terceiro filme, a fama subiu à cabeça de Rocky e ele apanhou muito por isso. Somente com o apoio de Apolo, ele recupera o título e sua dignidade. Sempre lembre-se de onde você veio e que não é melhor que ninguém. Suas ações são a manifestação do seu caráter.

5 – Faça o que você prega
Sylvester Stallone concordou em vender o roteiro de Rocky, um lutador sob a condição de que ele mesmo interpretaria o personagem-título do filme. Os produtores chegaram a oferecer-lhe 150 mil dólares para que deixasse o ator Ryan O’Neal interpretar Rocky Balboa, mas Stallone recusou a oferta. Deste modo, os produtores concordaram que Stallone interpretasse Rocky Balboa desde que ele conseguisse que a produção do filme custasse menos de um milhão de dólares, quantia obtida com a hipoteca das próprias casas dos produtores do filme.
Somente a idéia não adianta, você precisa estar disposta a botar a mão na massa e tirá-la do papel!

6 – Motivação
Acredite em você.  Quando questionado pelo próprio filho se não estava velho para lutar, Rocky mostrou que acima de tudo, confiança e determinação são determinantes para ser um campeão.

7 – Seja um campeão
Trabalhe duro, tente, tente outra vez e mais uma vez! Nem todas você vai ganhar. Perder é normal e acontece.
Com determinação, foco e muito suor, ser campeão é uma questão de tempo. A vida é feita de atitudes!

por: Lucas Hoogerbrugge

10 bons conselhos para ser um profissional indispensável

Aqui vão 10 bons conselhos para você se tornar indispensável:

Conselho Nº 1: Estude!
Conheça os produtos que vende e saiba tudo sobre eles, conheça seus serviços, conheça o mercado e entenda o que os seus concorrentes fazem, conheça técnicas de vendas e coloque em prática e, principalmente, conheça seus clientes.

Conselho Nº 2: Conheça pessoas e faça ser conhecido.
Conhecer as pessoas que podem te abrir portas é fundamental mas, mais importante ainda, é fazer com que as pessoas conheçam você. Se fizer muito bem feito aquilo que você é pago para fazer, as pessoas vão comentar. Se estudar tudo sobre a sua área de atuação e aconselhar seus clientes, eles vão te indicar para outros clientes.

Conselho Nº 3: Faça bem feito o seu trabalho, mas saiba também, fazer o trabalho do colega.
Ninguém é insubstituível como pessoa. Cada funcionário, colaborador ou colega são seres humanos únicos. Mas, os cargos e funções nunca são definitivos. Não são eternos. As pessoas adoecem, morrem, são demitidas… Se você fizer bem feito o seu trabalho e ainda souber fazer o trabalho do colega, suas chances de ter sucesso são muito maiores das de quem não sabe.

Conselho Nº 4: Cuidado para não ir com muita sede ao pote.
Tudo tem o seu tempo. Afobação e ameaças de sair do emprego porque não recebe um aumento não são atitudes de profissionais bem sucedidos. E quando for promovido, tome cuidado para não passar por cima de quem está ali para te ajudar.

Conselho Nº 5: Trabalhe com alegria e entusiasmo.
Cara feia, ombros caídos e lamentações não levam ninguém a lugar nenhum.

Conselho Nº 6: Afaste-se de pessoas negativas.
Mau-humor contamina; Fofoca se espalha; Intrigas destroem e pessoas pessimistas são pragas que corroem a sua alegria e seus sorrisos. Escolha ter uma vida mais saúdável, escolha amigos como escolhe as hortaliças e frutas.

Conselho Nº 7: Faça mais com menos.
Otimizar processos, evitar desperdícios e cuidar para a conservação dos equipamentos de trabalho são obrigações de quem quer continuar a obter bons resultados.

Conselho Nº 8: Faça o possível e o impossível para ajudar.
Saber se colocar no lugar do próximo é uma das qualidades mais admiráveis no mundo dos negócios e nas relações interpessoais. Quando você verdadeiramente mostra que está interessado em ajudar, as pessoas ficam gratas e sentem que precisam retribuir de alguma forma.

Conselho Nº 9: Você atrai aquilo que você pensa.
Quem vive pensando em doenças, não demora para ficar doente. Quem só pensa em contar piadas, atrai contadores de piadas, quem só pensa em fazer o bem, atrai pessoas do bem, quem pensa em aplicar um golpe, não demora para ser preso junto com outros golpistas.

Conselho nº 10: Declare seu amor pelo trabalho que faz.
Gostar do que faz é básico, se você não gosta, deve mudar de profissão. Agora, se gosta, diga para as pessoas o tanto que gosta e como se sente realizado fazendo o seu trabalho. Sua vida será ainda mais feliz e as pessoas vão te trazer ou te indicar mais trabalho, mais dinheiro e mais prosperidade.

 por: Leandro Branquinho

terça-feira, 1 de novembro de 2011

As 5 atitudes que separam “alcançadores” de quem fica no “quase”

No inglês existe o termo “achievers”, mas como em português não me lembro de nada parecido, usarei a palavra “alcançadores” para descrever as pessoas que chegam ao final do dia e se orgulham do que fizeram.

Vale a pena deixar bem claro que ser um “alcançador” não é fácil, mas também não é algo destinado a algumas poucas pessoas que foram abençoadas com esse dom. Eu mesmo desenvolvi esses hábitos com o tempo, não foi do dia pra noite.

Seguem as lições que aprendi para melhorar meu lado “alcançador” e sair do “quase”.

Um exemplo de não-"alcançador"
Deve ser ruim ser esse cara
“Alcançadores” sabem onde querem chegar
Ao contrário da ideologia defendida pelo filósofo brasileiro Jessé Gomes da Silva Filho, deixar a vida te levar não é uma boa atitude para quem quer chegar mais longe.

Para alcançar um objetivo, a primeira coisa que você precisa fazer é ter um objetivo.
Porém, existe um problema. É difícil correr atrás de um objetivo muito amplo como “quero ser feliz”. Por outro lado, objetivos de curtíssimo prazo como “quero comer lasagna no almoço” também não te levam muito longe.

Para facilitar a definição do objetivo, minha dica é: imagine como vai será seu dia típico numa 3ª-feira daqui a X anos (o valor de X é você que escolhe). Nesse dia típico, comece imaginando o trabalho que você estará fazendo às 15 h. Depois pense em como vai ser quando chegar em casa. Como sua família te receberá quando ouvir um “Querida, cheguei!”?

O que você fará no seu tempo livre é tão importante quanto o que você vai fazer. Saber o que você fará quando não estiver ocupado é fundamental para criar seu propósito de vida.

“Alcançadores” criam planos de ação
Ao contrário da lenda urbana da Loira do Banheiro, seus objetivos não aparecerão simplesmente se você falar seu nome 3 vezes. Para ser um “alcançador”, é essencial criar planos de ação.

Apesar de planejamento ser um tema razoavelmente complexo, na prática um bom planejamento responde as seguintes perguntas:
  1. Quais tarefas eu preciso fazer para alcançar meus objetivos?
  2. Em qual ordem e quando farei cada uma dessas tarefas?
  3. Quais recursos (tempo, dinheiro, aprovação de alguém, etc.) eu precisarei para executar cada uma dessas tarefas?
  4. Se me faltar algum desses recursos, quais tarefas eu farei para consegui-los?
“Alcançadores” revisam constantemente seus planos
Antigamente quando me falavam “Coloque seus planos no papel e isso te ajudará a alcançar seus objetivos” eu achava que era algo muito óbvio e que não traria resultados mágicos. E eu estava certo, colocar os planos no papel não é suficiente.

Tão importante quanto colocar o plano no papel é olhar sempre para o papel. Se você planeja algo, mas esquece o que tinha prometido, é difícil enxergar se está indo na direção certa.

Para não depender só da sua memória, registre seu plano em algum lugar e se programe para revisá-lo constantemente. A frequência de revisão varia entre semanal, mensal, etc. de acordo com o tamanho do objetivo, mas é fundamental que você ganhe esse hábito.

“Alcançadores” sabem dizer “não” para o que não é realmente importante
Uma das coisas mais lindas da vida é a sua infinita diversidade. A cada momento nossa vida pode mudar completamente e tomar rumos que não imaginávamos. Porém, apesar de tudo isso ser bonito do ponto de vista espiritual, é algo que pode atrapalhar muito seus planos.

Mesmo sabendo que é normal que os planos mudem, o “alcançador” consegue manter o foco no que é importante e dizer “não” para o que não o ajudará no seu objetivo.
Por mais que seja difícil dizer “não” para oportunidades interessantes, isso é extremamente necessário para que você foque seus recursos no que realmente é importante.

Conclusão
Além dessas 4 atitudes, sair do lugar é o ponto que mais diferencia um “alcançador” daquele cara que está sempre no “quase”.

Por: Millor Machado (desenvolvendo a cada dia meu lado “alcançador”)

Você sabe diferenciar um gerente de um líder?



O gerente administra; o líder inova.
O gerente é uma cópia; o líder é um original.
O gerente mantém; o líder desenvolve.
O gerente aceita a realidade; o líder a investiga.
O gerente concentra-se em sistemas e estrutura; o líder enfoca as pessoas.
O gerente depende de controle; o líder inspira confiança.
O gerente tem uma visão a curto prazo; o líder tem uma perspectiva a longo prazo.
O gerente pergunta como e quando; o líder pergunta o que e por quê.
O gerente fica de olho nos resultados financeiros; o líder fica de olho no horizonte.
O gerente imita; o líder cria.
O gerente aceita o status quo; o líder o desafia.
O gerente é o clássico bom soldado; o líder é ele próprio.
O gerente faz a coisa da forma certa; o líder faz a coisa certa.
Agora que você já sabe a diferença entre gerentes e líderes, ficou fácil diferenciá-los. (Isso também vale para uma auto-reflexão.)


Porém o líder não é perfeito e pode cometer diversos erros. Para evitá-los, recomendo o post: Os 4 maiores erros de uma liderança.

Por: Sylvio Ribeiro no blog Pequeno Guru.

domingo, 22 de maio de 2011

Desenvolvendo a Criatividade


Desenvolvendo a Criatividade

Neste domingo, fui brindado com este texto de Rick Warren em meus e-mails. Mais uma ótima maneira de começar o ano. Um ano controverso que começou com uma guerra, terremotos e uma baixa, aqui mesmo, no Super Empreendedores. Mas a vida continua e devemos seguir em frente. Sempre em frente. Assim, vamos ao texto.

Albert Einstein, cientista e ganhador do Prêmio Nobel, disse certa vez: “Problemas importantes que enfrentamos não podem ser resolvidos com base na mesma forma de pensar que tínhamos quando eles surgiram. Você precisa aprender a pensar de uma nova maneira, precisa de uma ‘mudança de paradigma’”.

Disso tomaram consciência os líderes da antiga União Soviética ao descobrir que simplesmente empenhar-se mais para fazer que o velho sistema comunista funcionasse não faria com que fossem bem-sucedidos. Era necessário um paradigma inteiramente novo, uma forma diferente de pensar e abordar os problemas.

Na esfera pessoal tenho notado que a paralisia que acomete as pessoas geralmente é resultante de uma forma de pensar igualmente restrita. Insistem em estruturar e abordar seus problemas partindo de um conjunto de pressuposições que já não se aplicam mais ou se tornaram antiquadas. É possível que essas pessoas estejam usando as mesmas técnicas de resolução de problemas que usaram com eficácia no passado, deixando de reconhecer que, por algum motivo, tais técnicas não funcionam mais.

A vida é uma contínua seqüência de resolução de problemas. Na criatividade está a chave para se descobrir como ir do ponto A ao ponto B, quando nunca antes havíamos tentado fazê-lo. É o ato de gerar novas idéias. Sem criatividade, corremos o risco de nos tornarmos obsoletos em nosso mercado de trabalho, que muda com tanta rapidez e parece ter a intenção de se reinventar continuamente.
Ao contrário do que se acredita, não há nada de misterioso em ser criativo. Não existe uma “receita secreta”.

O princípio básico da criatividade consiste na combinação, de maneira original, de duas ou mais idéias conhecidas, a fim de criar uma idéia nova, diferente. Requer certa habilidade, mas você pode desenvolver e treinar-se para utilizá-lo sempre que necessário. É necessária uma tomada de consciência. “O homem inteligente está sempre aberto a novas idéias. Na verdade, ele procura por elas” (Provérbios 18.15).

Passos Para o Processo Criativo

Determine claramente qual é o problema.
O que está errado? Qual é o problema que estamos tentando resolver? Seja o mais específico possível. Problemas vagamente delineados são de solução mais problemática, pela dificuldade de se determinar o que exatamente precisa ser feito. Trata-se de problema de produção, merchandising, marketing ou gerenciamento?

Estabeleça uma meta específica.
O que realmente pretendemos realizar ou queremos que aconteça?

Gere tantas idéias quantas forem possíveis.
Quanto mais idéias melhor. Obrigue-se a relacionar opções. Forme um grupo de pessoas que exponham livremente suas idéias quanto à resolução do problema. Divirta-se com o processo criativo. Dê a si mesmo permissão para se exceder. Desafie as regras. Faça o inesperado. Disponha-se a esquecer frases como,”Nós nunca fizemos assim antes”. Use sua intuição. Faça muitas perguntas. Esqueça a “realidade” por um momento. Você pode mesmo tentar loucas associações de palavras, buscando estimular formas diferentes de pensar. Pode por exemplo perguntar: “Como este problema se parece com um elefante?”

Restrinja sua lista até chegar à melhor idéia.
Uma vez explorado o maior número de possibilidades e alternativas possíveis, começa o trabalho duro de eliminar uma por uma as idéias que não atingem o seu objetivo, selecionando uma única que ofereça a maior probabilidade de sucesso.

Parta para ação.
Aja agora! Faça! A maior parte das pessoas bem-sucedidas alcançaram sucesso com apenas uma única idéia notável.

por: Rick Warren, escritor e conferencista, autor do best-seller “The Purpose-Drive Life” (Uma Vida Com Propósitos).

Você conhece mais Líderes ou mais Ditadores?

  

Não imagino a reação de vocês ao lerem o título deste post, mas, faz sentido a minha pergunta?
Observo, leio e estudo bastante sobre o que se refere à liderança, todo aquele pacote pronto de informações de “Como ser o melhor líder”, “Como administrar conflitos”, “Qualquer um pode ser um líder de Sucesso”, etc, e me recordo das pessoas com quem já trabalhei. Passei por algumas “poucas e boas”, e hoje acho aquelas cenas “bizarras” por um lado até engraçadas.

Lembro-me que ao sair da faculdade de Hotelaria, fui trabalhar em um hotel familiar em minha cidade. Lá fui recepcionista por dois anos. O dono ainda é o mesmo senhor, que me acolheu como filha – com direito aos amores e às guerras de uma relação como esta. A chefe da Recepção (cruzes!) era uma megera no trabalho – e só me dei conta da pessoa maravilhosa que é quando saí de lá.

Enfim, eram (e são) duas pessoas fantásticas, mas que devido à cultura empresarial ou falta de tato, pecavam em Liderança. Aquele lugar mais parecia um campo minado: patrão contra empregado e empregado contra patrão! Completamente surreal para os dias de hoje, e ao mesmo tempo, ainda muito presente nos empreendimentos familiares brasileiros. Por que estou falando deles? Porque foi de lá que tirei todo o meu
interesse sobre Gestão de Pessoas, em seu sentido literal.

E o que isso tem a ver com ditadura? Já diziam Platão e Aristóteles:
[...]os tiranos são ditadores que ganham o controle social e político despótico pelo uso da força e da fraude. A intimidação, o terror e o desrespeito às liberdades civis estão entre os métodos usados para conquistar e manter o poder. A sucessão nesse estado de ilegalidade é sempre difícil.
Maquiavel também chegou à mesma conclusão sobre as tiranias e seu colapso:
[...]este (a tirania) é o regime que tem menor duração, e de todos, é o que tem o pior final.[...]
Ora! O que tem a ver é o turn-over, a insatisfação, a desmotivação e as atitudes resultantes destas práticas de imposição do poder “no grito”. É natural que desejemos através do trabalho, uma condição de auto-realização e satisfação de nossas necessidades. Almejamos por um ambiente de trabalho que dignifique e dê sentido racional à nossa existência.

Quando nos deparamos com esta “ditadura”, onde nossos valores são ignorados e esmagados por outrém mais poderoso(s), inevitavelmente o egoísmo e a resistência intrínsecos ao ser humano vêm à tona. Isto se torna uma “bola de neve”, e é aí que patrões e empregados já não têm mais condições de serem parceiros, e se tornam “inimigos”. Inimigos convivendo em um único meio (hostil!), e onde geralmente vivem mais horas diárias do que em seus próprios lares. Realmente desta maneira fica difícil haver cooperação por parte da equipe. Já dizia Gandhi: “Olho por olho e o mundo acabará cego.”. Acredito que é bem por aí.

Conflitos existem em grupos desde sempre, viver em sociedade é complicado e requer sacrifícios, equilibrar as necessidades empresariais (lucro) com os valores e atitudes dos subordinados perante aos estímulos pessoais (egoísmo, inveja, “corpo-mole”, fofocas…) será para todo o sempre o nosso maior desafio enquanto gestores.

É na capacidade de lidar com nossos semelhantes, individualmente, e seus sentimentos que podemos evitar esta “guerra” não declarada no interior das organizações. Não é questão de bondade ou caridade, é questão de inserção – todos precisam se sentir inseridos no contexto, seja no trabalho, na família ou na sociedade.
Quebrar o gelo e aceitar a diversidade faz bem!

Liderar é cultivar e se responsabilizar pelo relacionamento saudável entre líderes e liderados. Outro dia li um artigo que falava sobre o Manual do Chefe da U.E.B. (União dos Escoteiros do Brasil). Neste manual, o bom líder deve possuir e/ou desenvolver necessariamente as seguintes qualidades: honestidade, habilidade, simpatia, paciência e tato. O trabalho de conhecimento sobre as capacidades e habilidades de liderança dos

Escoteiros se inicia com a definição de seus próprios valores pessoais, pois muitas vezes estas capacidades e habilidades parecem não existir ou se encontram pouco desenvolvidas e percebidas inicialmente. Ou seja, o líder também precisa se conhecer, descobrindo e potencializando sua liderança através de habilidades e competências desenvolvidas durante suas experiências de vida.
Liderar é ter respeito pelo indivíduo que faz parte de sua equipe. É trabalhar e cobrar pelo melhor resultado, porém com sinergia. Dentro do todo, existem pessoas diferentes e suas respectivas habilidades, responsabilidades e funções. Ser líder é ser capaz de tornar a sua equipe homogênea.

Enfim, pensar que ainda existem “ditadores” em vez de “líderes” nas empresas, é questionar sobre como eles ainda conseguem sobreviver. Que sejam condenados e depostos de seus cargos, e logo!

por: www.superempreendedores.com

As 3 coisas que realmente motivam as pessoas

Motivação é fundamental para o dia-a-dia do empreendedor
Motivação é fundamental para o dia-a-dia do empreendedor

Dinheiro é um fator motivante, mas nem sempre
Existem basicamente 2 tipos de atividade, as que envolvem a lógica e as que envolvem a criatividade. Nas que envolvem a lógica e coisas mais palpáveis o dinheiro realmente é um fator motivante. Em atividades criativas o dinheiro prejudica o desempenho.

Se não é dinheiro, o que realmente motiva as pessoas?
Se você quer estimular a motivação em uma área que envolva criatividade e inovação, ou seja, empreendedorismo, entenda os 3 fatores essenciais para que a motivação coma solta.

Autonomia
Pessoas criativas gostam de ser donas do próprio nariz. Apesar de autonomia não significa fazer o que quiser, o sentimento de ter espaço para gerar novas ideias é fundamental. Ninguém consegue produzir algo realmente inovador cheio de barreiras ao redor.

Maestria
Quem quer fazer um trabalho grandioso adora olhar para ele e falar “Caramba, eu sou sinistro hein?”. Lembrando que para alcançar a maestria são necessárias MUITAS horas de prática. Veja mais em Para fazer coisas extraordinárias, é preciso treinar extraordinariamente.

Propósito
Quantas vezes você já parou no meio de uma atividade e pensou “Por que %@$ eu estou fazendo isso?”.
Motivação vem de ter um motivo para fazer algo. Tendo um propósito grandioso a jornada rumo ao sucesso fica muito mais fácil.

Bacana! Quero saber mais sobre isso
Para aprofundar seu conhecimento sobre os 3 fatores e se tornar o mestre da motivação, não deixe de assistir esse vídeo sensacional. Para ver as legendas em português clique em Subtitles e escolha essa opção.



Conclusão
Apesar desses fatores motivarem todas as pessoas, algumas simplesmente não estão dispostas a fugir da estabilidade financeira para correr atrás disso. Se você quer criar uma empresa inovadora que vai longe, esse não é o tipo de pessoa que você quer na sua empresa.

Um ótimo exemplo de empresa guiada por um propósito é a Zappos, que foi de 0 a 1 bilhão de dolares de faturamento em 10 anos. Confira nossa entrevista com o CEO da Zappos.
E você, que acha desses 3 fatores? Consegue enxergar como cada um deles influencia o dia-a-dia do empreendedor?

por: Millor Machado

As 3 vantagens do pinguim sobre o pato


Exceto o pato Donald, é muito raro vermos patos sendo aclamados pela sociedade. Inclusive, citamos o pato como exemplo de quem mandou mal “Fulano foi pato naquela negociação”. Em compensação, o pingüim é praticamente um herói mundial (Madagascar, Happy Feet, Tá dando onda, etc.). Até quando é vilão do Batman o pingüim é um bicho maneiro.

E o que isso tem a ver com empreendedorismo?

O pato tenta nadar, voar e andar, mas não faz nada direito. O pingüim por outro lado, não voa e é todo desengonçado andando, mas tem um foco muito claro: ser um especialista na água. Essa especialização o torna muito mais eficiente na hora de buscar seu alimento.
Vantagens do pinguim sobre o pato
Não adianta disfarçar

1. Ser especialista torna mais fácil “vender o seu peixe”
Façamos um rápido exercício. Pense em 5 coisas do mundo, qualquer coisa.
Agora, pense em 5 coisas que estão na sua geladeira.

Aposto que foi muito mais fácil pensar em coisas na geladeira do que em qualquer coisa no mundo. Isso também acontece na hora que alguém pensa em te contratar.

É difícil enxergar a aplicação de um serviço que “faz tudo”. Porém, se você resolve muito bem algo específico, é de você que as pessoas vão lembrar quando tiverem essa demanda.

2. Especialização significa ter um diferencial
Se você resolve “mais ou menos” qualquer problema que eu tiver, por que eu pagaria caro por esse serviço? Pra resolver “mais ou menos” eu consigo facilmente contratar outra pessoa ou então eu mesmo resolvo.

O especialista é aquele que é chamado quando “o bicho pega” e ninguém mais conseguiu resolver esse pepino. Ou seja, sua hora de trabalho vale muito mais.

3. Uma equipe de especialistas vale mais do que uma equipe de generalistas
Imagine um time de futebol em que todos os jogadores defendem, chutam e tocam a bola de forma mais ou menos. Agora coloque esse time contra o glorioso Bahia, que tem um paredão na defesa, um meio de campo expert em fazer a conexão e um ataque matador.

Numa empresa ideal a estrutura é parecida com a do Bahia em que cada um tem a sua função e a executa perfeitamente, em prol de um objetivo comum. A Apple por exemplo, tem várias linhas de produto, mas sempre dentro do seu foco: bens de consumo eletrônicos.

Alguém consegue imaginar a Apple fazendo bolas de futebol ou sorvetes?

Porém, não confunda especialização com ignorância
Mais do que ser especialista ou generalista, o que importa é resolver o problema até o fim. Isso quer dizer que é necessário o mínimo de habilidades em outras áreas. Se o pingüim não andasse, como ele chegaria até a água?

Não adianta você se especializar em vendas, via internet, de sabonetes de morango, para descendentes de irlandeses, que moram em Niterói, sem entender os conceitos gerais de estratégia e marketing.

Conhecer os fundamentos básicos é essencial em qualquer profissão. Lembre-se sempre de Daniel San aprendendo karatê.

por: Millor Machado