domingo, 6 de novembro de 2011

O que um simples pescador tem a ensinar para um banqueiro

Recebi a história a seguir do meu tio Petronio (valeu tio!) e ela me fez refletir bastante sobre como que muitas vezes fazemos as coisas simplesmente por que parecem interessantes, mas que não necessariamente estão de acordo com o que realmente queremos pra nossas vidas.
O sábio pescador
Um exemplo de como o objetivo pode estar logo na nossa frente

A história do pescador e do banqueiro

Um banqueiro de investimentos americano estava no cais de uma povoação das Caraíbas, quando chegou um barco com um único pescador.
Dentro do barco, havia vários atuns amarelos de bom tamanho.

O americano elogiou o pescador pela qualidade do pescado e perguntou-lhe: “Quanto tempo gastou para pescá-los?”
O pescador respondeu que pouco tempo. Então americano perguntou: “Porque não gasta mais tempo e tira mais pescado?”

O pescador disse que tinha o suficiente para satisfazer as necessidades imediatas da sua família.  Mais uma vez, americano perguntou: “Mas o que você faz com o resto do seu tempo?”
O pescador disse: “Depois de pescar, descanso um pouco, brinco com os meus filhos, tiro um cochilo com minha mulher, vou ao povoado à noite, onde tomo vinho e toco violão com os meus amigos.

O americano replicou: “Sou um especialista em gestão e poderia ajudá-lo. Você deveria investir mais do seu tempo na pesca e adquirir um barco maior. Depois, com os ganhos, poderia comprar vários barcos e eventualmente até uma frota de barcos pesqueiros.

Em vez de vender o peixe a um intermediário, poderia fazê-lo diretamente a um processador e eventualmente até abrir a sua própria processadora. Poderia assim controlar a produção, o processamento e a distribuição.
Deveria sair deste pequeno povoado e ir para a capital, de onde geriria a sua empresa em expansão”.

O pescador perguntou: “Mas, quanto tempo demoraria isso?”

O americano respondeu: “Entre 15 e 20 anos”.

“E depois?“, perguntou o pescador.

O americano deu risada e disse que essa era a melhor parte: “Quando chegar a hora, deveria anunciar uma IPO (Oferta Pública de Aquisição) e vender as ações da sua empresa ao público. Ficará rico, terá milhões! ”
Milhões … E depois?“, tornou o pescador.

Daí o americano responde:
“Poderá então se aposentar e ir para uma cidade no litoral, onde pode dormir até tarde, pescar um pouco, brincar com os seus filhos, dormir a sesta com a sua mulher, ir todas as noites ao povoado tomar um vinho e tocar violão com os seus amigos”.

Então o pescador pergunta: “Por acaso isso não é o que já tenho?”

Moral da história
Será que não seríamos mais felizes se simplesmente aproveitássemos o que já temos? A felicidade está no caminho, não no fim.

por: Millor Machado

7 Dicas de Rocky Balboa para continuar lutando

Todos passamos por dificuldades no dia-a-dia. Os empreendedores não são exceção.
Para facilitar nossa vida, o mestre Rocky veio passar algumas dicas de como continuar lutando!




1 – Tenha uma meta
Rocky sempre soube o que queria. Ele queria ser um grande lutador de boxe, manteve o foco e correu atrás disso. Quando você sabe onde quer chegar, nada pode te parar.

2 – Resiliência
Não é o quão forte você bate, é o quão forte você pode apanhar, e continuar avançando! (BALBOA, Rocky; 2006). A vida não é fácil , nem por isso você pode esquecer da sua meta e perder o foco. A maneira com que você faz as tarefas que não gosta mostra o seu comprometimento com o objetivo.

3 – Tenha seu estilo
As vezes modelos, padrões e ferramentas não são a melhor opção. Rocky treinava no açougue e até no frio do Alasca e isso com certeza o ajudou a ser um lutador diferenciado.

4 – Humildade
Não deixe a fama subir à sua cabeça. No terceiro filme, a fama subiu à cabeça de Rocky e ele apanhou muito por isso. Somente com o apoio de Apolo, ele recupera o título e sua dignidade. Sempre lembre-se de onde você veio e que não é melhor que ninguém. Suas ações são a manifestação do seu caráter.

5 – Faça o que você prega
Sylvester Stallone concordou em vender o roteiro de Rocky, um lutador sob a condição de que ele mesmo interpretaria o personagem-título do filme. Os produtores chegaram a oferecer-lhe 150 mil dólares para que deixasse o ator Ryan O’Neal interpretar Rocky Balboa, mas Stallone recusou a oferta. Deste modo, os produtores concordaram que Stallone interpretasse Rocky Balboa desde que ele conseguisse que a produção do filme custasse menos de um milhão de dólares, quantia obtida com a hipoteca das próprias casas dos produtores do filme.
Somente a idéia não adianta, você precisa estar disposta a botar a mão na massa e tirá-la do papel!

6 – Motivação
Acredite em você.  Quando questionado pelo próprio filho se não estava velho para lutar, Rocky mostrou que acima de tudo, confiança e determinação são determinantes para ser um campeão.

7 – Seja um campeão
Trabalhe duro, tente, tente outra vez e mais uma vez! Nem todas você vai ganhar. Perder é normal e acontece.
Com determinação, foco e muito suor, ser campeão é uma questão de tempo. A vida é feita de atitudes!

por: Lucas Hoogerbrugge

10 bons conselhos para ser um profissional indispensável

Aqui vão 10 bons conselhos para você se tornar indispensável:

Conselho Nº 1: Estude!
Conheça os produtos que vende e saiba tudo sobre eles, conheça seus serviços, conheça o mercado e entenda o que os seus concorrentes fazem, conheça técnicas de vendas e coloque em prática e, principalmente, conheça seus clientes.

Conselho Nº 2: Conheça pessoas e faça ser conhecido.
Conhecer as pessoas que podem te abrir portas é fundamental mas, mais importante ainda, é fazer com que as pessoas conheçam você. Se fizer muito bem feito aquilo que você é pago para fazer, as pessoas vão comentar. Se estudar tudo sobre a sua área de atuação e aconselhar seus clientes, eles vão te indicar para outros clientes.

Conselho Nº 3: Faça bem feito o seu trabalho, mas saiba também, fazer o trabalho do colega.
Ninguém é insubstituível como pessoa. Cada funcionário, colaborador ou colega são seres humanos únicos. Mas, os cargos e funções nunca são definitivos. Não são eternos. As pessoas adoecem, morrem, são demitidas… Se você fizer bem feito o seu trabalho e ainda souber fazer o trabalho do colega, suas chances de ter sucesso são muito maiores das de quem não sabe.

Conselho Nº 4: Cuidado para não ir com muita sede ao pote.
Tudo tem o seu tempo. Afobação e ameaças de sair do emprego porque não recebe um aumento não são atitudes de profissionais bem sucedidos. E quando for promovido, tome cuidado para não passar por cima de quem está ali para te ajudar.

Conselho Nº 5: Trabalhe com alegria e entusiasmo.
Cara feia, ombros caídos e lamentações não levam ninguém a lugar nenhum.

Conselho Nº 6: Afaste-se de pessoas negativas.
Mau-humor contamina; Fofoca se espalha; Intrigas destroem e pessoas pessimistas são pragas que corroem a sua alegria e seus sorrisos. Escolha ter uma vida mais saúdável, escolha amigos como escolhe as hortaliças e frutas.

Conselho Nº 7: Faça mais com menos.
Otimizar processos, evitar desperdícios e cuidar para a conservação dos equipamentos de trabalho são obrigações de quem quer continuar a obter bons resultados.

Conselho Nº 8: Faça o possível e o impossível para ajudar.
Saber se colocar no lugar do próximo é uma das qualidades mais admiráveis no mundo dos negócios e nas relações interpessoais. Quando você verdadeiramente mostra que está interessado em ajudar, as pessoas ficam gratas e sentem que precisam retribuir de alguma forma.

Conselho Nº 9: Você atrai aquilo que você pensa.
Quem vive pensando em doenças, não demora para ficar doente. Quem só pensa em contar piadas, atrai contadores de piadas, quem só pensa em fazer o bem, atrai pessoas do bem, quem pensa em aplicar um golpe, não demora para ser preso junto com outros golpistas.

Conselho nº 10: Declare seu amor pelo trabalho que faz.
Gostar do que faz é básico, se você não gosta, deve mudar de profissão. Agora, se gosta, diga para as pessoas o tanto que gosta e como se sente realizado fazendo o seu trabalho. Sua vida será ainda mais feliz e as pessoas vão te trazer ou te indicar mais trabalho, mais dinheiro e mais prosperidade.

 por: Leandro Branquinho

terça-feira, 1 de novembro de 2011

As 5 atitudes que separam “alcançadores” de quem fica no “quase”

No inglês existe o termo “achievers”, mas como em português não me lembro de nada parecido, usarei a palavra “alcançadores” para descrever as pessoas que chegam ao final do dia e se orgulham do que fizeram.

Vale a pena deixar bem claro que ser um “alcançador” não é fácil, mas também não é algo destinado a algumas poucas pessoas que foram abençoadas com esse dom. Eu mesmo desenvolvi esses hábitos com o tempo, não foi do dia pra noite.

Seguem as lições que aprendi para melhorar meu lado “alcançador” e sair do “quase”.

Um exemplo de não-"alcançador"
Deve ser ruim ser esse cara
“Alcançadores” sabem onde querem chegar
Ao contrário da ideologia defendida pelo filósofo brasileiro Jessé Gomes da Silva Filho, deixar a vida te levar não é uma boa atitude para quem quer chegar mais longe.

Para alcançar um objetivo, a primeira coisa que você precisa fazer é ter um objetivo.
Porém, existe um problema. É difícil correr atrás de um objetivo muito amplo como “quero ser feliz”. Por outro lado, objetivos de curtíssimo prazo como “quero comer lasagna no almoço” também não te levam muito longe.

Para facilitar a definição do objetivo, minha dica é: imagine como vai será seu dia típico numa 3ª-feira daqui a X anos (o valor de X é você que escolhe). Nesse dia típico, comece imaginando o trabalho que você estará fazendo às 15 h. Depois pense em como vai ser quando chegar em casa. Como sua família te receberá quando ouvir um “Querida, cheguei!”?

O que você fará no seu tempo livre é tão importante quanto o que você vai fazer. Saber o que você fará quando não estiver ocupado é fundamental para criar seu propósito de vida.

“Alcançadores” criam planos de ação
Ao contrário da lenda urbana da Loira do Banheiro, seus objetivos não aparecerão simplesmente se você falar seu nome 3 vezes. Para ser um “alcançador”, é essencial criar planos de ação.

Apesar de planejamento ser um tema razoavelmente complexo, na prática um bom planejamento responde as seguintes perguntas:
  1. Quais tarefas eu preciso fazer para alcançar meus objetivos?
  2. Em qual ordem e quando farei cada uma dessas tarefas?
  3. Quais recursos (tempo, dinheiro, aprovação de alguém, etc.) eu precisarei para executar cada uma dessas tarefas?
  4. Se me faltar algum desses recursos, quais tarefas eu farei para consegui-los?
“Alcançadores” revisam constantemente seus planos
Antigamente quando me falavam “Coloque seus planos no papel e isso te ajudará a alcançar seus objetivos” eu achava que era algo muito óbvio e que não traria resultados mágicos. E eu estava certo, colocar os planos no papel não é suficiente.

Tão importante quanto colocar o plano no papel é olhar sempre para o papel. Se você planeja algo, mas esquece o que tinha prometido, é difícil enxergar se está indo na direção certa.

Para não depender só da sua memória, registre seu plano em algum lugar e se programe para revisá-lo constantemente. A frequência de revisão varia entre semanal, mensal, etc. de acordo com o tamanho do objetivo, mas é fundamental que você ganhe esse hábito.

“Alcançadores” sabem dizer “não” para o que não é realmente importante
Uma das coisas mais lindas da vida é a sua infinita diversidade. A cada momento nossa vida pode mudar completamente e tomar rumos que não imaginávamos. Porém, apesar de tudo isso ser bonito do ponto de vista espiritual, é algo que pode atrapalhar muito seus planos.

Mesmo sabendo que é normal que os planos mudem, o “alcançador” consegue manter o foco no que é importante e dizer “não” para o que não o ajudará no seu objetivo.
Por mais que seja difícil dizer “não” para oportunidades interessantes, isso é extremamente necessário para que você foque seus recursos no que realmente é importante.

Conclusão
Além dessas 4 atitudes, sair do lugar é o ponto que mais diferencia um “alcançador” daquele cara que está sempre no “quase”.

Por: Millor Machado (desenvolvendo a cada dia meu lado “alcançador”)

Você sabe diferenciar um gerente de um líder?



O gerente administra; o líder inova.
O gerente é uma cópia; o líder é um original.
O gerente mantém; o líder desenvolve.
O gerente aceita a realidade; o líder a investiga.
O gerente concentra-se em sistemas e estrutura; o líder enfoca as pessoas.
O gerente depende de controle; o líder inspira confiança.
O gerente tem uma visão a curto prazo; o líder tem uma perspectiva a longo prazo.
O gerente pergunta como e quando; o líder pergunta o que e por quê.
O gerente fica de olho nos resultados financeiros; o líder fica de olho no horizonte.
O gerente imita; o líder cria.
O gerente aceita o status quo; o líder o desafia.
O gerente é o clássico bom soldado; o líder é ele próprio.
O gerente faz a coisa da forma certa; o líder faz a coisa certa.
Agora que você já sabe a diferença entre gerentes e líderes, ficou fácil diferenciá-los. (Isso também vale para uma auto-reflexão.)


Porém o líder não é perfeito e pode cometer diversos erros. Para evitá-los, recomendo o post: Os 4 maiores erros de uma liderança.

Por: Sylvio Ribeiro no blog Pequeno Guru.